Archive for March, 2007

Altíssima definição


Depois da Sony e Samsung, a LG também mostra suas TVs de Plasma e LCD com resolução Full HD (1080p). Não pergunte o preço, pelo menos não antes de se sentar e pedir um copo d’água pra acalmar :) . – Altíssima definição

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Parece, mas não é


Parece um quadro, mas na verdade é um condicionador de ar bem pequeno, que você pode personalizar com a imagem que quiser. Uma boa sacada para escritórios – Parece, mas não é.

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Mudança nos comentários

Devido à quantidade absurda de spam (cerca de 100 peças por dia, em média) fui obrigado a implementar um sistema de captcha nos comentários do blog. É muito simples: quando você for postar um comentário, vai ver uma imagem com quatro caracteres (ex: vX1b). Digite estes caracteres no campo ao lado da imagem para validar seu comentário, que vai para o sistema de moderação aguardando liberação.

Com isso espero perder menos tempo apagando spam, e diminuir a chance de perder comentários legítimos no meio da propaganda (como já aconteceu antes). E sim, eu conheço o Akismet, adoraria usar ele, mas meu host não coopera…

Update, 14/03: E não é que funcionou? Nenhum spamzinho sequer em 24 horas. Deu até uma sensação de vazio agora :)

Macs com decodificação/codificação de H.264 por hardware?

A coluna desta semana do Cringely especula que veremos, em breve, um refresh em toda a linha de Macs da Apple. Os novos modelos incluiriam um recurso muito útil nessa era do vídeo digital. Um chip capaz de codificar (e talvez até decodificar) vídeo em H.264 (o formato usado na iTunes Store, e parte da especificação MPEG-4).

E no que isso seria útil? Bem, decodificar vídeo H.264 é um processo computacionalmente intensivo. Meu Mac Mini (PowerPC G4 .125 GHz) é capaz de decodificar um vídeo com resolução de 480p sem problemas, mas ao se aproximar de 720i ou 720p (as resoluções mais baixas para vídeo de alta definição) ele começa a engasgar. 1080p então, nem sonhando, só em um Mac Pro.

Isso é um problema para a Apple se ela quiser distribuir vídeo em alta definição usando a iTunes Store: alguns Macs serão capazes de reproduzí-los, outros não. Com o novo chip qualquer Mac, não importa o quão baratinho, poderia reproduzir vídeo HD sem engasgos e com impacto quase nulo no resto dos programas e sistema operacional que estão rodando.

A capacidade de codificação H.264 também seria útil na produção de vídeo. Quem já brincou com o iMovie em uma máquina menos poderosa sabe quanto tempo demora pra exportar um filme pra MPEG-2 (DVD). Com um encoder por hardware a exportação para H.264, formato apropriado para streaming e distribuição via internet, demoraria muito menos tempo. E nada impede o novo chip de decodificar/codificar MPEG-2 também, facilitando a reprodução e exportação de vídeo para DVD. Com isso, os Macs consolidariam sua posição como “reis da multimídia”.

Checando a Wikipedia, encontrei uma lista de empresas que fabricam chips capazes de codificar/decodificar H.264 em tempo real. Uma delas é a Broadcom, com vários modelos de decodificadores. Curiosamente a Apple já tem uma relação com a Broadcom: os iPods com vídeo usam um Broadcom BCM2722 para a reprodução de vídeo, em MPEG-4 ou H.264.

Completando a história, a revista inglesa Macworld avisa que há falta de vários modelos da Apple no mercado, incluindo o Mac Mini, o iMac “entry-level” com Combo Drive, um modelo do MacBook Pro e Macbooks, tanto brancos quanto pretos. Novos carregamentos são esperados “em breve”. Segundo a revista, este é um padrão que coincide com a chegada de novos produtos Apple ao mercado (eles “secam” os estoques da linha antiga, e depois suprem as lojas com a linha nova).

Ao contrário da maioria dos rumores absurdos (“Uau! Jobs vai lançar um iPod com teletransporte!”), este faz bastante sentido e seria algo ótimo, tanto para os consumidores quanto para a Apple. Acho que vou deixar uma aba no navegador com a página da Apple em auto-reload. Nunca se sabe…

A FSF é corrupta e precisa ser impedida!

Calma, não sou eu que estou dizendo isso. É o autor do blog “Fake Steve“, patrocinado pela Wired. As principais acusações são falta de transparência (principalmente quanto a financiamento e o uso do dinheiro) e jogo de interesses, atacando empresas (como a Apple) por uso de DRM e processos relacionados a patentes e ignorando outras, como a IBM, que fazem a mesma coisa mas “por coincidência” patrocinam a Free Software Foundation.

Podem chamar o autor de xiita, mas de qualquer forma são boas perguntas, não acham? Stallman pode até viver como um monge, mas atrás de um “bom homem” sempre tem espertalhões cobiçando a grana dos fiéis.

Sandisk anuncia novos produtos para o mercado nacional

A Sandisk, líder mundial na produção de memória Flash e mais conhecida por aqui pelos pendrives (da linha Cruzer) e cartões SD anunciou hoje, em um evento em SP, uma nova linha de produtos a caminho do mercado nacional.

Os tradicionais pendrives da família Cruzer, nos modelos Micro, Titanium, Freedom, Profile (com identificiação biométrica) e Crossfire (para gamers) foram os primeiros a ser mencionados, com destaque para o novo Cruzer Contour: um pendrive de alta capacidade (modelos de 2, 4 e 8 GB), corpo metálico e visual estiloso, compatível com a tecnologia ReadyBoost do Windows Vista, que pode usar um pendrive como memória auxiliar (cache) para “acelerar” o desempenho do computador.

Os MP3 Players da família Sansa, segunda colocada no mercado nos EUA (com 12% de participação, atrás do iPod), também estão vindo para cá. São as linhas c200, com capacidades de 1 ou 2 GB, e e200, com capacidade de 2, 4, 6 ou 8 GB, concorrente direta do iPod Nano. Todos são expansíveis com cartões MicroSD e também trazem tela colorida, sintonizador FM, gravador de voz e visualizador de fotos. A família e200 também reproduz vídeo.

Alguns dos produtos da SanDisk

Mas creio que, entre os MP3 Players, o que tem a maior chance de sucesso aqui é o Sansa Express. Em termo de recursos ele lembra os MP3 Players chineses baratinhos que inundaram nosso mercado: pequeno, ele tem um conector USB numa ponta para ligação direta ao computador, sem cabos. A bateria interna de lítio-íon tem autonomia de 15 horas e também é recarregada via USB. Tem rádio FM (e pode gravar programas), microfone para gravação de voz, toca MP3 e WMA (inclusive conteúdo protegido com PlaysForSure) e tem um display OLED monocromático capaz de mostrar quatro linhas de texto. Mas o destaque é a capacidade de expansão da memória interna (de 1 GB) com o uso de cartões MicroSD: nunca vai “faltar espaço” para suas músicas favoritas. Nos EUA ele custa apenas US$ 60,00, chega aqui até o final de abril a R$ 399. Um pouquinho salgado.

Mas o produto mais interessante do dia, na minha opinião, é o que eles chamam de USB/TV. Trata-se de um combo de base, controle remoto e um “pendrive” de alta capacidade. O funcionamento é o seguinte: a base (muito pequena) é ligada à TV, através de cabos RCA ou S-Vídeo (mesmo na era do HDMI, S-Vìdeo ainda é uma das formas mais populares de conexão de aparelhos à TV). O Pendrive é plugado ao computador e para ele são transferidos os filmes, fotos ou músicas que você quer assistir. Depois, é só plugar o pendrive na base para ver o conteúdo na TV da sala, comandando tudo à distância com o controle remoto incluso.

Pendrive e controle remoto do USB/TV

Os 8 GB do pendrive são suficientes para uns sete ou oito filmes, codificados em resolução de 640×480 ou equivalente (acreditem, é o suficiente para uma TV comum). A base é capaz de reproduzir “os mais populares formatos de conteúdo digital” e, embora eles não tenham sido especificados, havia um logo do DiVX na traseira do pendrive. O diretor de vendas da SanDisk para a América Latina, Manuel González, deu a entender que haverá serviços de distribuição de conteúdo compatível com o aparelho, assim como a iTunes Store da Apple. Isso implica que provavelmente o conteúdo comercial será protegido com alguma forma de DRM, o que nos leva a concluir que o formato WMV (Windows Media Video, da Microsoft) é um dos outros que será suportado.

A Sandisk está trabalhando com fabricantes de TVs de alta definição, como LG e Toshiba, para que incluam portas USB/TV em seus futuros aparelhos. Um programa piloto de testes já está em curso nos EUA e a estimativa é que o aparelho chegue ao mercado norte-americano no segundo trimestre deste ano e ao Brasil na segunda metade de 2007. A idéia é posicionar o produto como uma alternativa ao VHS/DVD, numa era em que a distribuição digital de conteúdo é cada vez mais presente. O preço final não foi mencionado: embora González tenha dado uma estimativa “chutada” de R$ 600, acho baixo demais para um produto desta categoria aqui no Brasil, visto o que tenho encontrado no mercado.

Certas coisas nunca mudam…

Estava “à deriva” na internet, surfando ao sabor dos links, quando encontrei um review de um computador inglês da década de 80, o Oric Atmos, concorrente do Spectrum. O texto foi escrito em 1984, mas algo surpreendentemente atual me chamou a atenção. Olhem só:

“The only other difference between the Oric-1 and the Atmos is the new version of the ROM operating system which has, according to Oric, not only ironed out the Oric bugs but also some others inherent in the Microsoft software. A number of additional commands have been added; especially to the cassette routines so that programs can now be verified after they have been saved. Arrays can now be stored and recalled without recourse to machine code.”

Vejam o lado bom: pelo menos a MS pode alegar que tem tradição no assunto :P

Displays Multi-Toque

Encontrei no Gizmodo um vídeo com uma demonstração de um display LCD multi-toque enorme produzido pela Perceptive Pixel. É o mesmo tipo de tela/tecnologia usada no iPhone, mas em escala bem maior. Simplesmente incrível, o monitor de Tom Cruise em Minority Report acaba de se tornar realidade. Só que sem as luvinhas.

Lenovo faz recall de baterias

Reproduzo abaixo um e-mail que acabo de receber da assessoria de imprensa da Lenovo:

Notificação Recall de Baterias

A Lenovo está anunciando de forma voluntária o recall de baterias de 9 células de íons de lítio. Estas baterias foram fabricadas para serem utilizadas nos notebooks ThinkPad específicos que foram entregues de novembro de 2005 a fevereiro de 2007. Visando a segurança de seus proprietários, a Lenovo substituirá estas baterias gratuitamente.

Se uma bateria do ThinkPad, sujeita ao recall, receber um forte impacto externo, ela pode sofrer um superaquecimento, colocando os usuários em um potencial perigo. Abaixo encontram-se os modelos produzidos com as baterias a serem substituidas:

  • Séries R60 e R60e
  • Séries T60 e T60p
  • Séries Z60m, Z61e, Z61m e Z61p

Estes modelos podem ter sido enviados com baterias de 9 ou 6 células, mas só as baterias de 9 células com o número de parte FRU P/N 92P1131 estão no recall. Para sua referência visualize a foto.

Até que chegue a bateria de substituição, aqueles clientes que quiserem transportar o seu ThinkPad ou usá-lo de uma maneira que esteja sujeito a um forte impacto externo, deverão desligar o sistema, retirar a bateria e ligar o ThinkPad através de seu AC adapter (fonte) e um cabo de alimentação.

A Lenovo solicita aos seus clientes identificarem se estão utilizando a bateria sujeita ao recall acessando www.lenovo.com/batteryprogram, ou ligando para o Centro de Atendimento no Brasil:

  • São Paulo; (11) 3889-8986
  • Outras localidades: 0800-701-4815

A Lenovo valoriza você como cliente e se desculpa por qualquer inconveniência que esta situação possa causar.

Olha o Joost! Quem vai querer?

Vou aproveitar a idéia do meu amigo Henrique Martin. Tenho dois um Tinha convites para o Joost, que sorteei entre os visitantes do blog. Bastava deixar o nome e e-mail de contato (válido, ou o convite volta) nos comentários. Quem chegou primeiro levou!

PS: Quem souber de uma forma fácil e garantida de se livrar de uma vez dos erros do tvprunner.exe terá minha gratidão eterna.