A propaganda é a alma do negócio

A Positivo Informática me mandou hoje um press-release anunciando o lançamento de dois novos modelos em sua linha de notebooks, o W58 (baseado em um processador Celeron M com 1 GB de RAM) e W98 (Core 2 Duo T5300 com 2 GB de RAM), ambos com telas de 12,1 polegadas, câmera de 1.3 megapixels e outros apetrechos. São máquinas brancas, as primeiras da Positivo nessa cor, muito bonitas (e eu tenho um fraco por notebooks brancos).

Até aqui nada demais, recebo dezenas de releases por semana e já vi muitas máquinas com configuração superior. O que me chamou a atenção foi a forma como recebi o release: um “pacotão” me esperava na volta do almoço, um embrulho generoso em camadas de papelão e plástico bolha. À medida que removia o plástico, notei que o conteúdo era uma espécie de estojo de acrílico e, dentro dele, o que pareciam ser portas e conectores de um notebook. Como assim? Não pedi nenhum notebook para testes… E realmente, dentro do estojo havia um notebook. Um modelo exato em papelão de um W98, com o mesmo tamanho e peso da máquina original. Sobre a tela havia um cartão com o texto do release.

A idéia foi simplesmente genial. Além de passar todas as informações sobre o produto, a Positivo ainda conseguiu chamar a atenção e dar aos jornalistas a noção exata das dimensões da máquina. Quando um colega me perguntar sobre um notebook com tela de 12.1 polegadas, o que vai vir à minha cabeça? Esse modelo. O kit pode ter custado caro, mas prova que uma mudança na abordagem pode trazer ótimos resultados.


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