Archive for July 26th, 2007

Mudanças à vista

Ah, então você atualizou seus bookmarks e seguiu o link? Ótimo. Esta é a nova casa (agora própria) do meu blog. Muda o visual (aleluia!), o nome (de Rigues@PCMag para BADCOFFEE), a tecnologia (agora com muito mais plugins de Wordpress) mas o conteúdo continua o mesmo.

Perai, eu disse o mesmo? Não, agora o blog tem mais conteúdo! Dê uma passeada pelas categorias (no menu lateral) e veja as novidades. Review, por exemplo, tem reviews de hardware e software que cairam em minhas mãos nos últimos tempos, e que antes iam para as páginas da PCMag (ou não). E em Tutorial, dicas valiosas de como usar a tecnologia para facilitar sua vida. Tudo resultado da fusão do conteúdo de um outro blog com este.

Só uma coisa não muda: eu, minha paixão pela tecnologia e vontade de levar informação a você, leitor. Agradeço às dezenas de milhares de visitas nos blogs anteriores, e espero poder continuar contando com sua atenção. Obrigado!

Linden Labs acaba com a jogatina no Second Life

O mundo virtual está ficando cada vez mais parecido com o mundo real. A Linden Labs, desenvolvedora do Second Life, baixou ontem uma nova diretiva banindo todas as formas de jogos de azar na “segunda vida”, incluindo cassinos, máquinas caça-níqueis e sistemas de apostas.

A ordem parece uma resposta a uma investigação conduzida pelo FBI contra a Linden Labs: jogo online é proibido nos EUA (e em vários outros países), e a agência federal de investigação queria saber se a empresa estava violando alguma lei ao permitir esta atividade dentro de seu mundo virtual. O problema todo está centrado no fato de que é fácil trocar o dinheiro virtual ganho no jogo por dólares de verdade. Alguns operadores de mesas de poker, por exemplo, vinham obtendo lucros de até US$ 1.500 por mês.

Em vez de bolar um meio para determinar se, e sob quais condições, o jogo no Second Life seria legal, a Linden Labs preferiu acabar de vez com a festa.Curiosamente, quem perde com a decisão é a própria Linden Labs. Cassinos geram lucro para a empresa (afinal, os donos pagam aluguel pelos terrenos) e movimentam a economia virtual. Os residentes, claro, também não gostaram nada da mudança, que “deixa a segunda vida sem graça”.