Archive for August, 2007

o iPhone da Nokia

O Engadget noticiou essa: hoje pela manhã, durante um evento batizado de GoPlay, a Nokia deu uma plalhinha em vídeo de um novo aparelho que deve chegar ao mercado no ano que vem. Grande novidade, a Nokia lança celulares o tempo todo. O que tem de especial nesse? Bem, não sei quanto a você, mas pra mim é uma cópia descarada do iPhone:

Quando questionado sobre a semelhança com o produto da Apple, Anssi Vanjoki, vice-presidente executivo e gerente geral para multimídia da Nokia, disse “Se há algo bom no mundo, nós copiamos com orgulho”. Bem, pelo menos admitem, palmas para eles. Agora fiquei curioso para saber como o clone se compara ao original, se bem que a primeira tentativa, digamos, inspirada no iPhone não se saiu muito bem em termos de implementação.

E que a guerra dos clones comece!

Sony traz Blu-ray player ao Brasil

Blu-ray vs HD-DVDA Sony decidiu se juntar à LG, Samsung, Panasonic e Philips e está lançando no Brasil o BDP-S1E, um player Blu-ray que já está disponível há algum tempo no mercado europeu.

O aparelho é capaz de reproduzir imagens em Full HD (1080p) e também toca discos DVD-Video, DVD+R/-R/-RW/+RW, CD-R/RW, arquivos MP3 e imagens em JPEG. Também faz “upscaling” de discos DVD para as resoluções 720p/1080i/1080p, o que permite que você assista aos filmes de sua coleção já existente em uma TV de alta definição com mais qualidade do que teria ligando diretamente um DVD Player comum.

Outras funções são a Bravia Theatre Sync, para operação conjunta da TV (Bravia, claro) e do player com um único controle remoto, 24p True Cinema, para exibir a imagem a 24 quadros por segundo, como no cinema e x.v Color e Cinema Tuned Picture, para reforçar a precisão das cores e ajustar a imagem de acordo com as características de iluminação do ambiente. O BDP-S1E tem saídas de vídeo via HDMI, Vídeo Componente, Vídeo Composto e S-Vídeo, e saídas de áudio HDMI, Óptica Digital, Digital Coaxial, Analógica para 5.1 canais e Analógica estéreo para áudio. O aparelho já está à venda na loja online da Sony, a Sony Style, pelo “preço-padrão para alta definição” de R$ 3.999.

Blu-ray Sony BDP-S1E

Se estivesse procurando um player de alta definição, eu esperaria mais um pouco. A LG já tem um modelo híbrido no mercado, o BH100 (“apenas” R$ 4799), que toca Blu-Ray e HD-DVD, mas tem algumas limitações neste último formato (como a falta de interatividade). Entretanto, a Samsung está prometendo para o fim do ano um outro player híbrido, chamado BD-UP5000, que terá compatibilidade total com ambos os formatos. Assim como os drives “Super Multi” acabaram com a guerra entre DVD-R e DVD+R, player híbridos vão colocar a escolha nas mãos do consumidor: compre os filmes que mais gosta, no formato que tiver mais conteúdo pelo melhor preço.

Quem sabe na próxima geração as empresas não aprendem a unir esforços e apoiar um único formato? Ah, esqueci. Não vai haver “próxima geração”. Acredito piamente que o disco óptico, como forma de entretenimento doméstico, está com os dias contatos, e será substituído em breve por sistemas digitais de distribuição de conteúdo. Como a iTunes Store, mas em escala maior. Contanto que não repitam o fiasco do finado DIVX (o player, não o formato de vídeo), estou nessa.

Multi-tarefa? Que multi-tarefa? – Parte II

Em Junho, um usuário do fórum de discussão sobre hardware 2CPU postou uma mensagem relatando algo interessante: ele notou que, sempre que há uma música em MP3 tocando, o desempenho de transferências de arquivo na rede local em sua máquina com o Windows Vista caía significativamente. E “quanto é significativamente?”, vocês me perguntam: bem, cerca de 90%. E não só com a música tocando. Mesmo com ela pausada, o desempenho continua baixo. Basta fechar o player para tudo voltar ao normal.

Um blogueiro da ZDNet resolveu investigar a história e encontrou o mesmo problema, embora “um pouco menos grave”. Queda de 50% no desempenho das transferências em rede, sempre que um programa reprodutor de música (ou vídeo) estava aberto. E não importa o programa: Windows Media Player 11, iTunes, Real Player, Windows Media Center, Nero ShowTime… em todos o mesmo comportamento se manifesta. Ou seja, é um “bug” no Windows, não no player. O problema não existe no Windows XP, e não está relacionado a sobrecarga do processador.

A resposta da Microsoft diz que parte do que acontece é “comportamento esperado”, parte não é.  Usuários com placas Gigabit Ethernet estão tendo uma degradação maior do que deveria, e a empresa estaria de olho no problema. Teoricamente, a queda no desempenho de rede seria para evitar problemas durante a reprodução de áudio, como ruídos e estalos.

Hmmm… não cola. O XP não tem esse problema, e não me lembro de ruídos e estalos durante transferências de rede.  Outros sistemas operacionais, como o Linux e Mac OS X também não tem problema nenhum em assobiar e chupar cana ao mesmo tempo. E com os requisitos de hardware do Vista, uma queda de desempenho dessas é ainda menos aceitável.

O principal suspeito é o sistema de DRM utilizado extensivamente em todo o Windows Vista. O que levanta a questão: o que mas está sendo sacrificado em nome do bem-estar das gravadoras e estúdios de cinema?

Multi-tarefa? Que multi-tarefa?

Estou tentando salvar um arquivo de um CD com problema sérios de leitura. Antes de jogar o disco fora, tenho como costume tentar a cópia nos vários micros da casa. Notei, por exemplo, que o disco que dá erros de leitura em um drive às vezes é lido sem problemas pelo drive que o gravou[1].

Como o disco foi gravado no notebook, ele é a primeira cobaia. O sistema operacional é um Windows XP SP2, e a máquina tem um Celeron de 1,4 GHz e 512 MB de RAM. Começo a cópia, o Windows atinge a parte com erros de leitura e… para. O sistema inteiro simplesmente para, enquanto o drive fica tentanto inúmeros “retries” consecutivos para extrair os dados do CD.

OK, toca pro Mac Mini. PowerPC G4 de 1,25 GHz, também com 512 MB de RAM, rodando o Mac OS X 10.4.10. A cópia começa, o sistema atinge a parte com erros de leitura e… olhe só! O desempenho do sistema continua intacto. A única coisa que para é o processo de cópia em si, sem afetar nenhum outro programa. Alguns minutos depois o Finder desiste e exibe uma mensagem que basicamente diz: “Desculpe, não consegui ler seu CD”.

E depois tem gente que não consegue entender porque gosto do Mac OS X.

PS: Não fiz o teste no Linux. O pinguim tirou férias aqui de casa (do notebook, pra ser mais preciso) até pelo menos a próxima versão, ou até aprender a brincar direito com o meu hardware. Hardware, aliás, que funcionava perfeitamente, até algum espertinho resolver reescrever um driver de rede do zero e tirar o antigo de circulação, deixando os usuários órfãos (e ilhados) até a nova versão ficar pronta.

[1] Isso me lembra os primeiros floppies da Shugart, na década de 70. Problemas com alinhamento das cabeças de leitura e gravação causavam a desconfortável situação em que muitas vezes era impossível ler um disco gravado em um drive “A” em outro “B” idêntico.

Sites novos no pedaço

A turma da PC Magazine estreeou site novo hoje e decidiu, meio que às pressas, que meu blog e o do amigo Henrique Martin não são mais necessários. Sem aviso, as URLs antigas (pcmag.com.br/henrique e pcmag.com.br/rigues) foram desativadas. No meu caso o problema foi menos grave, já que este blog aqui no endereço novo está no ar há pelo menos um mês e perdi apenas um redirecionador (e os hits que vinham com ele). Mas no caso do Henrique a coisa é mais grave, já que tiraram a “casa” dele na Internet.

Mas não temam. Uma migração já estava sendo arquitetada e é com prazer que divulgo a nova URL do blog do Henrique Martin: ele é colega de servidor no http://henrique.badcoffee.info. Todo o conteúdo do velho blog na PCMag está lá, salvo alguns comentários recentes, e ele promete continuar postando com todo seu humor e conhecimento do mercado impressões e comentários sobre o mundo da tecnologia. Avisem os amigos!

E por falar na antiga casa… o novo site da PCMag tem espaço para vídeos. A idéia é legal, mas povo, só uma dica: chamar material de divulgação e vídeo chupinhado de outro site (sem crédito) de review não pega bem, nada bem… ainda mais em inglês.

“Video Reviews” no novo site da PCMag

O iPhone (chinês) está entre nós

Lembram-se de que mencionei há alguns meses que os chineses tinham colocado no mercado um clone do iPhone antes mesmo do lançamento do produto oficial? Encontrei até mesmo um vídeo produzido pelo site NewLaunches.com com um “mini review” do aparelho. Pois bem, o iPhone chinês já desembarcou em Terra Brazilis.

No Mercado Livre ele pode ser encontrado por R$ 999, e a julgar pelas fotos é o mesmo modelo chinês mencionado nos posts acima. Mas o detalhe principal é o nome do produto: depois de inventarem o “MP4″ e o “MP5″, os chineses agora criaram o “MP6″. Será que isso vai parar algum dia?

HP amplia linha de notebooks para o mercado empresarial

HP Compaq Business Notebook 2710pEm um evento para a imprensa realizado hoje em São Paulo, a HP mostrou uma série de produtos voltados ao mercado empresarial, entre eles um Smartphone, um PDA com GPS e seis novos modelos de notebooks, com configurações e características variadas.

Os notebooks vão de Tablet PCs conversíveis com telas de 12,1 polegadas (HP Compaq Business Notebook 2710p) a workstations portáteis (HP Compaq Business Notebook 8510w) com processadores Core 2 Duo T7300 e até 4 GB de RAM. Ainda assim há características comuns entre todos os modelos: processadores Intel dual-core (Core Duo ou Core 2 Duo), pelo menos 1 GB de RAM, disco rígido de 100 GB ou mais, gravador de DVD (Single-Layer ou Super Multi Dual-Layer), baterias com recurso de carga rápida (90% da capacidade em 90 minutos) e, algo incomum em máquinas corporativas, monitores widescreen. Todos vem com o Windows Vista Business, e em alguns modelos também há opção de Windows XP Professional e Windows Vista Home Premium.

As máquinas foram desenvolvidas seguindo o tema de Segurança, Facilidade de Uso e Durabilidade. Para atender a este último quesito elas tem partes do gabinete em magnésio (especialmente as dobradiças entre o chassi e o monitor), acabamento HP Durafinish e teclado com tecnologia HP Durakeys, que visam deixar a máquina sempre com aparência de nova. Quanto à facilidade de uso, um dos destaques é o sistema Quicklook (não, não é o da Apple), que permite que o usuário consulte sua agenda e lista de contatos, armazenados no notebook, sem precisar carregar o sistema operacional. É uma variante do Quickplay, já usado nos notebooks domésticos da HP e que permite ouvir músicas e assistir DVDs imediatamente, sem precisar esperar pelo Windows.

Por fim, falando em segurança, todos os modelos tem um módulo de segurança (o famoso TPM) embutido, e alguns contam com leitor de impressões digitais, para autenticação biométrica. Também há opção para leitor de smartcards e um filtro de privacidade, que impede que as pessoas que estão ao seu lado consigam ver o que está no seu monitor. As ferramentas de segurança HP ProtectTools completam o pacote, com opção de criptografia de todo o disco rígido.

Os preços dos novos notebooks variam de R$ 2.399 (HP 530) a R$ 9.199 (HP Compaq Business Notebook 8510w ). A HP também comercializa uma vasta gama de acessórios, que incluem mouses, maletas, bases de expansão (docking stations), bases ajustáveis e baterias de longa duração.

Companheiro de viagem: HP iPAQ rx5710

HP iPAQ rx5710Outro produto anunciado hoje pela HP foi um PDA com recursos de navegação GPS, o iPAQ rx5710 Travel Companion (companheiro de viagem). Ele é irmão maior do iPAQ rx4240 (que analisei na edição 23 da PCMag, página 26), e irmão menor do meu iPAQ rx5915, analisado pela PCMag gringa.

Se não fosse pelo GPS, o rx5710 seria um PocketPC bastante comum: ele mede 11,7 x 7,3 x 16,5 cm e pesa cerca de 190 gramas. Tem processador de 400 MHz, 64 MB de RAM, 512 MB de Flash ROM, tela QVGA (320×240) de 3.5 polegadas sensível ao toque, expansão de memória com cartões SD e Bluetooth 2.0. O sistema operacional é o Windows Mobile 5.0

O destaque mesmo é o rádio GPS (com chipset SiRFstar III, um dos melhores do mercado), que permite ao usuário saber rapidamente sua posição em qualquer lugar do mundo. Combinado a software adequado, o iPAQ rx5710 pode ser um auxílio para o motorista (ele vem com kit de montagem para carro, inclusive), ou uma boa ferramenta para quem gosta de correr ou se aventurar nos fins de semana, marcando caminho, distância percorrida, ritmo de caminhada e mais.

Nos EUA os PDAs com GPS da série rx vem com o software TomTom 6. Infelizmente o TomTom não tem mapas para o Brasil, e a unidade que estava no evento não tinha software de localização instalado. A HP não soube me informar qual software será usado por aqui, mas talvez seja uma solução da Maplink. Também existe uma versão do Google Maps para PocketPC, mas o problema é que ele depende de uma conexão Wi-Fi para download dos dados. Algo que, infelizmente, o rx5710 não tem.

O HP iPAQ rx5710 Travel Companion já está disponível nas revendas da HP, com preço sugerido de R$ 1.499

iPAQ 510, o smartphone da HP

HP iPAQ 510Desde os tempos da finada Compaq, o nome iPAQ é sinônimo de PDA com Windows Mobile, ou seja, o que hoje é popularmente conhecido como PocketPC. Mas ao contrário do que o nome pode dar a entender, o HP iPAQ 510 é um smartphone, o primeiro produto da HP para o mercado de telefonia celular.

O aparelho, que pesa 102 gramas e mede 4,8 x 1,6 x 1 cm, é um celular GSM quad-band com suporte à transmissão de dados via EDGE e interfaces Wi-Fi (802.11b/g) e Bluetooth. Tem 64 MB de RAM, 128 MB de Flash ROM (expansível com cartões MicroSD) e tela LCD de 2 polegadas, com resolução de 176x200pixels e capaz de exibir 65 mil cores. A autonomia de bateria, segundo a HP, é de até 6.5 horas de conversação e 11 dias em standby, e o sistema operacional é o novo Windows Mobile 6.0.

Em termos de recursos, o iPAQ 510 é bastante interessante. Além daquelas coisas comuns que qualquer smartphone sabe fazer, como telefonar, baixar e-mails, visualizar documentos e navegar na internet, tirar fotos com a câmera digital de 1.3 megapixels e tocar MP3, ele tem recursos como comando e síntese de voz: dê uma ordem e ele obedece (“tocar música”, “consultar agenda”), ou lê para você, em voz alta (e com sotaque engraçado) suas mensagens.

Também é possível usá-lo como um telefone VoIP em redes SIP padrão (nada de Skype, mas dá para usar o Gizmo e uma tonelada de soluções corporativas que existem no mercado). Ah, e ele também funciona como modem GPRS para seu notebook, para aqueles momentos em que você precisa acessar a internet e não há um mísero hotspot por perto. E para quem se preocupa com segurança, uma ferramenta possibilita a remoção remota de dados importantes caso o aparelho seja perdido.

O HP iPAQ 510 já está à venda, com preço sugerido de R$ 1.199.

Dell lança linha de PCs para a pequena empresa

Logo DellA Dell organizou hoje uma coletiva para apresentar sua linha Vostro (significa “vosso”, em Latim) de notebooks e desktops. São máquinas com processadores Intel ou AMD e configurações flexíveis, projetados para atender às necessidades de TI de pequenas empresas, aquelas com em média 25 funcionários. Trata-se de um mercado que, segundo estimativas, deve dobrar de tamanho nos próximos três anos. Mais que hardware, a linha Vostro é, nas palavras de Sidnei Shibata, Gerente de Marketing de Produtos da Dell, “Um ecossistema que também inclui suporte e serviços“.

De acordo com dados da empresa, mais de 85% das pequenas empresas não tem uma equipe dedicada para cuidar de sua estrutura de TI, e 55% delas sentem dificuldade em gerenciá-la usando ferramentas desenvolvidas para companhias de maior porte. Serviços como a garantia on-site de um ano (expansível a até quatro anos), o atendimento remoto via Dell Connect e atendimento preferencial via suporte Gold trazem à pequena empresa os mesmos serviços já oferecidos às grandes.

A Dell também procurou reduzir ao mínimo a quantidade de software pré-instalado nas máquinas, para garantir que elas possam ser colocadas em produção o mais rápido possível. Entre os programas inclusos está o Dell Suport Center, um software que lembra em conceito a suíte ThinkVantage da Lenovo e concentra ferramentas para auxiliar na manutenção da máquina, de uma desfragmentação de disco a criação de backups e restauração do sistema ao estado original de fábrica.

Também há o Dell Network Assistant (DNA), que automatiza, otimiza e repara conexões de rede. E no fim do ano a Dell espera oferecer um serviço chamado Datasafe Online Backup que dará 10 GB de espaço, por máquina, para backup de informações críticas de sua empresa em um Datacenter da Dell. A idéia é oferecer o primeiro ano de uso gratuito, e cobrar assinatura por períodos subsequentes. É uma idéia muito interessante: muitas empresas não fazem backup por não ter estrutura para armazenamento dos dados ou conhecimento dos softwares necessários. Uma solução rápida e prática pode ter bastante apelo junto ao mercado.

Estão no mercado a partir de hoje o Desktop Vostro 200, com processadores Intel (De Celeron a Core 2 Duo) e o notebook Vostro 1000 (com processador AMD). Em setembro chegam mais três notebooks: Vostro 1400, 1500 e 1700, todos com processadores Intel Core 2 (os modelos 1500 e 1700 são Santa Rosa) e telas de 14, 15 e 17 polegadas, respectivamente.

Dell Vostro 200

Dell Vostro 1000

Os preços variam de acordo com a configuração, mas um Vostro 200n, com um Celeron D420, 512 MB de RAM, 2 HDs de 80 GB, leitor de DVD e sem monitor nem sistema operacional sai hoje por R$ 1.192 no site da Dell. Já um notebook Vostro 1000 com um AMD Mobile Sempron 3500 de 1.8 GHz, 512 MB de RAM, 60 GB de HD, drive combo e LCD de 15,4 polegadas sai por R$ 3.576. Interessante notar que o Vostro 200 tem como opção os novos processadores Pentium Dual Core da Intel, sobre os quais o amigo Mario Nagano comentou algumas semanas atrás.

Por fim, durante o evento foi mencionado que as máquinas da linha Vostro serão oferecidas com três opções de sistema operacional (que podem não estar disponíveis em todos os modelos): Windows XP, Windows Vista e… FreeDOS. Epa, e o Linux? Segundo executivos, a Dell ainda está “analisando” a possibilidade de trazer configurações movidas a pinguim para o mercado nacional. Se elas vierem, será possível repetir aqui o sucesso dos EUA?