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Informática e tecnologia, por Rafael Rigues
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Manutenção (terminada)

Rafael Rigues | March 31, 2008

Este blog está temporariamente em manutenção, para um upgrade para o novo Wordpress 2.5. Não estranhem se as coisas ficarem meio fora do lugar por um tempo. Se tudo der certo, retornamos à programação normal em breve.

UPDATE: Tudo pronto, mais rápido do que imaginava. Parece que escapei ileso desta vez.

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Hackintosh

Rafael Rigues | March 30, 2008

Nota: Post atualizado em 15/04/08 às 01:37, com informações sobre monitoramento de baterias.

Projeto de fim-de-semana: instalar o Mac OS X 10.5.1 (Leopard) no notebook da minha namorada, um Positivo Mobile W98. Ela é ilustradora/designer/artista em geral, então se dá muito melhor com Macs do que com um PC com Windows. Eu já havia tentado fazer algo parecido um tempo atrás quando comprei meu notebook, mas não deu certo e acabei desistindo. Entretanto, máquina nova, sistema operacional novo e ela pediu com jeitinho… então vamos lá.

O sistema operacional instalado foi a versão “Kalyway” do Leopard, baixada via BitTorrent. A instalação ocorreu sem problemas. Usando um CD do Ubuntu, particionei o HD em duas partes: uma com o Windows XP SP2, que já estava instalado, e uma segunda partição de 40 GB para o Mac OS X, formatada como FAT32. Depois bastou colocar o CD do Leopard no drive, formatar a segunda partição como HFS+ usando o Utilitário de Disco (Disk Utility) e prosseguir com a instalação normalmente.

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Finalmente, TVs de bolso!

Rafael Rigues | March 26, 2008

Quando estive em Seoul, em Outubro de 2006, uma das primeiras coisas que me impressionaram foi a abundância do que eles chamam de “DMB Players”. Basicamente, são media players portáteis com uma tela maior (geralmente 3 ou 3.5 polegadas widescreen) e capacidade de sintonizar o sinal móvel do sistema de TV Digital sul-coreano, o DMB. Além dos DMB Players, a tecnologia também está embutida em celulares, MP3 Players e câmeras digitais, mas as “TVzinhas de Bolso” foram o que mais me chamou a atenção, provavelmente pelo impacto de ver algo que se parece com uma TV (que geralmente é um objeto imóvel em um canto da sala), mas que cabia na palma da mão.

Celular Anycall (Samsung) com receptor DMB DMB Player dedicado. Também um modelo da Samsung Até os UMPCs (este é um Samsung Q1) tem sintonizador DMB

Com a estréia do nosso sistema de TV Digital, a mobilidade foi uma das muitas novidades prometidas. Nos primeiros meses, estávamos limitados a sintonizadores 1Seg (nosso padrão móvel) no formato de pendrives. Há algumas semanas começaram a aparecer os primeiros telefones celulares (da Semp Toshiba e da Samsung), e hoje tive o prazer de colocar as mãos em um dos primeiros “SBTVD Players” que vi por aqui. É a apropriadamente chamada Pocket TV, da até então desconhecida TELE System.

Pocket TV, a “nossa” TV de bolso

O review completo está lá no iG, mas vou aproveitar para adicionar algumas coisas. O fator “que bonitinha! eu quero!” não pode ser subestimado: todo mundo na redação do iG queria ver a TVZinha de bolso, e a reação de espanto foi muito similar à minha lá em Seoul. A recepção é muito boa e gravar os programas em um cartão SD é uma grande sacada (pense em um videocassete de bolso), embora os outros recursos (MP3, exibição de fotos) sejam meio secundários: eles existem, funcionam a contento, mas dá pra melhorar. O preço é passável (R$ 899 com cartão de 1 GB). Mas a dúvida é se vai pegar aqui no Brasil. Será que o brasileiro vai aderir às telinhas portáteis dedicadas ou vai preferir esperar o preço dos celulares com TV integrada cair para entrar na onda? A julgar pela quantidade de fones da Motorola e Sony-Ericsson que tenho visto nos ônibus e metrô, aposto na segunda opção.

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Oops! Deu pau!

Rafael Rigues |

Já faz um tempinho que os trens do metrô de SP tem monitores LCD dentro dos vagões, com um sistema de TV interna que mostra notícias, curiosidades sobre a cidade, programação cultural e, claro, propaganda. Na maioria das vezes ele funciona, mas problemas não são incomuns. Já vi monitores “solarizados”, que perdiam o sinal automaticamente, com backlight pifado, imagem distorcida e por aí vai. Não sei se a culpa é dos monitores (LG, pelo logo “Flatron F-Engine” que aparece quando saem do ar) comuns, que não aguentam o “tranco” de trabalhar em um local quente e cheio de vibração como um trem do metrô, ou se o serviço de implantação foi mal-feito mesmo. Não vou discutir isso aqui.

Mas hoje, voltando pra casa, vi isso:

Oops! O player deu pau!

Um pau de software (a mensagem dizia: “Player - Erro não especificado”) tirou do ar todos os monitores do vagão e, pior, do trem. Considerando que isso ocorreu na hora do “rush” e que o sistema é mantido com o lucro de anúncios, fico imaginando quanto prejuízo as “ad impressions” perdidas representam para a companhia que opera o sistema.

PS: dessa vez a culpa não é do Windows. Pela mensagem, o erro é do player usado para reproduzir a programação do canal.

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O pendrive brigão

Rafael Rigues | March 25, 2008

Durante alguns dias enfrentei um problema curioso no micro do trabalho, um desktop Dell rodando o Windows XP SP2. Ele simplesmente se recusava a montar o pendrive que mantenho junto com as chaves de casa, um modelo de 2 GB da Samsung. Não era problema do drive: ele funcionava perfeitamente em outros micros, tanto em casa quanto na empresa. Meu micro “sabia” que o drive havia sido plugado ao computador (o ícone de dispositivo USB aparecia na bandeja do sistema na barra de tarefas, e um balão informava que um novo hardware foi encontrado), mas ele simplesmente não aparecia como um disco em “Meu Computador” ou qualquer outro canto do sistema.

Imaginei mil causas para o problema. A princípio minha conta de usuário não tinha privilégios de administrador, portanto achei que poderia ser alguma forma de controle de acesso. Entretanto, mesmo depois de ser “promovido” a admin o problema persistia. Desconfiei do anti-vírus (um produto da McAfee), mas mesmo com ele desabilitado, nada de drive. Suspeitei até de mal-contato ou portas USB frontais desligadas, e tentei outras sem sucesso. Até que uma busca no Google entregou a causa do problema: um conflito.

No Windows, cada “unidade de disco” é identificada por uma letra. Não importa se são HDs reais dentro da máquina, partições, drives de rede, de disquete, gravadores de CD ou leitores de cartão. Cada “drive” tem um nome. Teoricamente, ao ser plugado o pendrive deveria assumir a identidade da primeira “unidade” disponível e funcionar na boa. Mas por algum motivo ele insistia em se identificar como F:, e meu micro já tinha um drive F:, uma unidade de rede. Em vez de avisar do conflito e sugerir uma solução (e ei, havia outras unidades disponíveis), o Windows simplesmente desabilitava o pendrive, porque o drive de rede chegou primeiro.

Gerenciamento do Computador

A solução foi forçar, manualmente, o pendrive a se identificar com outro nome. Se precisar fazer o mesmo, plugue seu “pendrive brigão” no micro e clique com o botão direito no ícone “Meu Computador” no Desktop. No menu que surgir, clique em Gerenciar. Na janela “Gerenciamento do Computador”, clique em Armazenamento/Gerenciamento de disco e na lista de drives clique com o botão direito do mouse no pendrive e selecione a opção “Alterar letra de unidade e caminho”. Na janelinha que aparece clique em Alterar e indique o novo “nome” para seu pendrive. Clique em OK e pronto, ele deve voltar a aparecer como uma unidade de disco válida. Agora, o Windows não podia automatizar tudo isso? Mas pra que facilitar, né?

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Exposição Star Wars

Rafael Rigues | March 18, 2008

Passeio (um dos muitos) do fim de semana: uma visita à “Exposição Star Wars” no Ibirapuera, aqui em SP, com namorada e amigos. A entrada é salgada (R$ 30 adultos, R$ 15 crianças) mas vale a pena, especialmente para os fãs da saga. Entretanto já aviso que os fãs hardcore, aqueles que sabem até o nome de solteiro da mãe de cada envolvido na produção, vão se decepcionar, já que pra eles não há “novidade” suficiente.

Pontos altos: as roupas de Boba Fett, Chewbacca, Han Solo, Leia (do Episódio V) e Anakin (Episódios I, II e III), além de uma incrível maquete de um Imperial Star Destroyer e modelos em tamanho real de naves usadas nos Episódios VI (uma Speeder Bike), II (um Airspeeder) e III (o caça de Anakin na batalha de Coruscant).

Omissões imperdoáveis: nada, a não ser um storyboard, da Estrela da Morte, nem do Imperador Palpatine/Darth Sidious (fora o sabre de luz). Parece que ambos os “personagens” sequer fazem parte da história.

Coloquei uma galeria com 60 imagens no Flickr. Clique na amostra abaixo para visitar.

Exposição Star Wars Brasil

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Sobre o MacBook Air

Rafael Rigues | March 10, 2008

Duas notícias rapidinhas (e estranhas) sobre o MacBook Air que ouvi nesta semana.

» Um programador norte-americano chamado Michael Nygard foi barrado pela segurança e acabou perdendo seu vôo em um aeroporto (não identificado) nos EUA. O motivo? Um MacBook Air. Aparentemente a funcionária responsável pela máquina de Raios-X desconfiou da imagem do MacBook e chamou outro funcionário da segurança para investigar. Intrigados com o fato de que a máquina “não tem drive” e nem “portas na traseira”, além de ser fina demais, se recusavam a acreditar que era um notebook. Foi preciso um outro funcionário, mais jovem e “antenado” com o mundo da tecnologia, para explicar as coisas. Ainda assim, Michael só foi liberado depois de ligar o micro e rodar um programa. Até lá, o vôo já tinha saído faz tempo.

» Stephen Levy, responsável pelo caderno de tecnologia da revista norte-americana Newsweek, perdeu o MacBook Air que a Apple lhe emprestou para um review. Como, exatamente, ele ainda não sabe, mas recapitulando os fatos ele acredita que sua esposa jogou a máquina fora, junto com uma pilha de jornais velhos que estavam sobre a mesma mesa (ela nega). Do notebook sobrou apenas um carregador e uma conta de US$ 1.800, que vai ser paga pela revista. Nas palavras do próprio Stephen:

Por mais humilhante que possa ser, deixe-me repetir: o MacBook Air é tão fino que foi jogado fora junto com os jornais. [...] Este foi o primeiro MacBook Air a ser descartado por engano. Mas, aposto, não vai ser o último.

Sei mais ou menos como ele se sente. Há alguns anos, quando eu ainda era um universitário, minha mãe apareceu com uma pilha de papéis recolhidos do meu quarto, avisando que ia jogar tudo fora. Nem olhei direito e disse “tudo bem”. Daí ela resolve se certificar: “Vou jogar esse cartão de banco velho também, pode?”. Perai, cartão de banco? Não tenho cartão de banco velho… olhei e pulei da cadeira. Era o modem PCMCIA (56K, ainda por cima) que usava em meu notebook. Escapou por pouco, muito pouco!

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Java no iPhone? Não tão cedo

Rafael Rigues |

Um dia depois da Apple lançar o kit de desenvolvimento (SDK) oficial para o iPhone, o vice-presidente de marketing de Java da Sun Microsystems, Eric Klein, disse que a empresa tem planos de criar uma versão de sua máquina virtual Java ME (Java Micro Edition) para o Smartphone da Apple.

A declaração é significativa: com uma máquina virtual Java, desenvolvedores poderiam contornar as restrições no desenvolvimento e distribuição de software impostas pela Apple, criar o tipo de aplicativos que quiserem e fazer a distribuição por conta própria, ficando com 100% dos lucros. Para a Apple, é uma má notícia.

Entretanto, parece que a Sun não leu com cuidado as letrinhas miúdas nos termos da licença da SDK. Um trecho diz:

“Um aplicativo não pode instalar ou rodar outro código executável por quaisquer meios, incluindo mas não limitado ao uso de uma arquitetura de plug-ins, chamadas a outros frameworks, outras APIs ou similares”.

Infelizmente, para a Sun, uma máquina virtual Java viola a primeira (rodar código executável), terceira (chamada a outros frameworks) e quarta (chamada a outras APIs) regras. Ou seja, mesmo que a empresa crie o software, a Apple pode se recusar a distribuí-la alegando violação dos termos da licença da SDK, que diz claramente que para ser distribuído via App Store…

“… um aplicativo precisa seguir o guia de interface humana e qualquer outra documentação fornecida pela Apple”.

Ou seja: a não ser que haja um acordo entre as duas empresas, uma máquina virtual Java para o iPhone não deve aparecer tão cedo. Em termos de qualidade do software, talvez seja uma boa idéia: isso força os desenvolvedores a tirar proveito das ferramentas, APIs e frameworks fornecidos pela Apple, o que resulta em aplicativos mais otimizados e que tiram melhor proveito do hardware.

Java ou não, os desenvolvedores parecem animados: a Gameloft, conhecida por seus vários jogos para celulares e outros aparelhos portáteis, comentou que pretende lançar 15 jogos para o iPhone até o fim do ano. John Carmack comentou em um post no Slashdot que a id Software também está interessada. E na demo durante a apresentação de Jobs, empresas sérias como Salesforce.com e Epocrates demonstraram seus softwares para o mercado corporativo e médico. Vem coisa boa por aí.

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Moda LED

Rafael Rigues | March 9, 2008

Passeando com a namorada e uma amiga pelo Mercado Mundo Mix em São Paulo neste fim de semana, vejo passar um grupo de pessoas vestidas com camisetas pretas. Até aí tudo bem, se não fosse o detalhe: no peito, um pequeno painel de LEDs com mensagems em “scroll”. Não demorou muito e encontrei o stand da Bright Ideas, responsável pela novidade.

Tem modelos para todos os gostos: camisetas tradicionais, regatas, baby-look, bolsas e até coletes para cachorro. Os painéis tem resolução de 21×7 pontos nas cores vermelha, amarela, branca, azul ou verde e podem armazenar até seis mensagens com 255 caracteres cada, programáveis através de botões na parte traseira. A alimentação é feita com duas baterias “botão” modelo CR2032. Não são tão “cool” quanto as camisetas com VU-Meter ou detector de Wi-Fi da ThinkGeek, mas ainda assim são muito legais. Pena que o preço seja BASTANTE salgado: R$ 100 cada, argh! Continue lendo para ver as fotos.

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HP Pavilion m9160br: um Media Center com Blu-ray

Rafael Rigues | March 4, 2008

A HP apresentou hoje à imprensa o HP Pavilion m9160br, um PC Media Center topo de linha para quem quer o máximo em multimídia e pode pagar por isso. A máquina segue a mesma linha do Pavilion m8060br que analisei no ano passado ainda na PC Magazine, mas com várias melhorias quanto ao hardware. A principal delas é um processador Intel Core 2 Quad Q6600 acompanhado por 2 GB de RAM, expansíveis a até 4 GB.

O disco rígido principal tem 500 GB, e ainda há um “slot” frontal para um segundo disco (incluso com a máquina) removível de 160 GB que a HP chama de PMD, ou Personal Media Drive. Enquanto o modelo antigo tinha duas unidades óticas, um leitor de DVD e um gravador de DVD Dual-Layer com LightScribe, este tem apenas uma, mas é “a” unidade ótica: além de gravar (e regravar) praticamente todo tipo de CDs e DVDs, ela também lê discos Blu-ray e HD-DVD. A HP faz questão de frisar que é a primeira máquina com reprodutor de Blu-ray no mercado nacional. Curiosamente, fora uma logo no press kit, não havia nenhuma menção ao HD-DVD. Já saiu de moda.

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