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	<title>BADCOFFEE &#187; Áudio</title>
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	<description>Informática e tecnologia, por Rafael Rigues</description>
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		<title>O media center evoluiu!</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 22:03:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No meu post sobre o Media Center, reconheci que o hardware que utilizei estava aquém do ideal. Havia pouco espaço em disco (250 GB), o processador não era capaz de decodificar vídeos em HD e faltava um controle remoto. E logo no primeiro comentário aparece o RicBit, nerd lendário e grão-fudeba, e sem querer dá [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No meu post sobre o <a href="http://rigues.badcoffee.info/2010/03/01/um-media-center-feito-em-casa/">Media Center</a>, reconheci que o hardware que utilizei estava aquém do ideal. Havia pouco espaço em disco (250 GB), o processador não era capaz de decodificar vídeos em HD e faltava um controle remoto.</p>
<p>E logo <a href="http://rigues.badcoffee.info/2010/03/01/um-media-center-feito-em-casa/#comment-1669">no primeiro comentário</a> aparece o RicBit, nerd lendário e grão-fudeba, e sem querer dá uma de Miyamoto, virando a mesa com o comentário: &#8220;eu uso um Mac Mini como Media Center&#8221;. Sim, o Mac Mini é uma solução muito melhor. Pra começo de conversa é menor, consome menos energia e faz menos barulho que o Atom Dual que estava usando. Além disso, o processador Intel Core 2 Duo reproduz vídeos em HD na boa, e ele já vem com um controle remoto.</p>
<p>Pra completar, meu Mac Mini tem um HD de 500 GB à disposição, e os 250 GB do Atom estavam começando a ficar apertados. Então porque não usei o Mac Mini como Media Center? Simples, ele era meu desktop até ontem.</p>
<p>Era, daí a &#8220;virada de mesa&#8221;. Reconhecendo as vantagens, fiz uma troca geral na sala. O Mac Mini foi devidamente &#8220;faxinado&#8221;, seu HD de 500 GB esvaziado (era, pouco, usado para backups) e ele foi parar no rack. O <a href="http://www.xbmc.org">software de Media Center</a> é exatamente o mesmo do Atom, com as mesmíssimas configurações. Até o cliente BitTorrent rodando em segundo plano é o mesmo (Transmission).</p>
<p>Só mudei o sistema operacional: meu &#8220;Media Center 2.0&#8243; agora roda o Snow Leopard, em vez do Ubuntu. Um bônus: o XBMC para Mac já tem suporte nativo ao Apple Remote (o controle remoto que acompanha todos os Macs desktop) e com isso ficou mais cômodo interagir com a máquina. Valeu RicBit!</p>
<p>E o Atom Dual? Mudou de emprego (pela terceira vez em duas semanas) e veio pra minha mesa como meu desktop. Rodando Ubuntu, claro. Dá conta do recado sem problemas, passei o dia inteiro trabalhando nele e rodando os programas de costume (navegador, IM, e-mail, MP3 Player, editor de imagens) sem reclamações. Só não gosto muito do barulho da ventoinha da fonte, mas nisso se dá um jeito <img src='http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Um &#8220;media center&#8221; feito em casa</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 00:54:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Montar um "media center", um PC ligado à TV centralizando todas as suas músicas, vídeos e filmes e controlado por uma interface atraente é fácil. Veja como fiz o meu com Linux e o XBMC]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como todo bom nerd com anos de internet nas costas, tenho espalhados pela casa vários gigabytes em filmes, séries e músicas, distribuídos em HDs externos, desktops, notebooks, CDs e DVDs. Minha esposa não é diferente. E embora ter uma coleção enorme de mídia sempre à disposição seja algo interessante, a organização estava deixando a desejar.</p>
<p>Um problema comum era nunca saber exatamente onde estava o arquivo que queríamos assistir. Outro era a duplicidade de conteúdo. E pior ainda era a questão de <em>onde</em> assistir: nossa TV é capaz de reproduzir arquivos MP3, H.264 e DiVX via USB, mas há restrições quanto ao codec exato, resolução, etc. Vira e mexe passávamos pela experiência frustrante de plugar um HD externo nela, escolher o arquivo e ver a temida mensagem &#8220;Formato Inválido!&#8221;. Até um de nós voltar para o PC, tentar uma conversão e esperar ela terminar, a vontade de ver um filme passou.</p>
<p>O PC é uma plataforma muito mais flexível nesse quesito: players como o <a href="http://www.videolan.org">VLC</a>, <a href="http://mpc-hc.sourceforge.net/">Media Player Classic</a> e <a href="http://www.mplayerhq.hu">MPlayer</a> tocam praticamente qualquer coisa que você quiser. O problema é que assistir a um filme ou seriado na tela de 15&#8243; de um notebook ou sentado em frente ao desktop não tem graça, ainda mais quando há uma TV LCD de 32 polegadas dando sopa na sala.</p>
<p>Foi aí que olhei para o rack, notei a caixa do &#8220;<a href="http://rigues.badcoffee.info/2010/02/03/maquina-de-arcade-gambiarra-i/">Gambiarra I</a>&#8221; e veio o estalo: opa, ele é um PC e está ligado à TV. E toca filmes. Hmmm&#8230; porque não transformá-lo em um Media Center? Munido de algumas xícaras de café, hardware que eu já tinha por aqui e algumas buscas no Google, foi o que fiz.</p>
<p><span id="more-777"></span></p>
<p><strong>O hardware</strong></p>
<p>Para meu projeto, aproveitei o hardware que comprei originalmente para o <a href="http://rigues.badcoffee.info/2010/01/13/projeto-de-ferias-maquina-de-arcade/">Arcade</a>: placa-mãe Pegatron com processador Atom 330 Dual-core, 1 GB de RAM e um HD de 250 GB. Adicionei um <a href="http://www.pixxo.com.br/pages/gabinetes/ht-8102-e04s.html">gabinete</a> Mini-ITX bonitinho (afinal, a máquina vai ficar na sala), um adaptador Wi-Fi USB, mouse e teclado sem fios e pronto!</p>
<p>Entretanto, de cara dá pra notar que esta configuração está longe do ideal. O processador Atom é fraco demais para decodificar vídeo em alta-definição (mesmo 720p), 250 GB é pouco para quem tem uma coleção razoável de mídia (como descobri meia hora depois de ligar a máquina) e não há saída de som 5.1, nem conexão HDMI o micro e a TV: o som é 2.0 (não tenho caixas de som) e o vídeo usa a entrada VGA da TV. Mas já dá para brincar.</p>
<p>Se você quiser levar a idéia de media center a sério, vai precisar de algo mais poderoso. Recomendo um processador Intel Core 2 Duo e uma GPU nVidia para ajudar na reprodução de vídeo. Quem se preocupa com consumo de energia e tamanho pode optar por uma placa-mãe baseada na plataforma Ion, da nVidia (Atom + GeForce 8400M), que também dá conta do recado, embora seja difícil de encontrar por aqui.</p>
<p>1 TB de espaço em disco é o ideal, além de um drive óptico para a reprodução de DVDs. Para controlar seu Media Center, o legal é usar um controle remoto. Há vários modelos compostos por receptor IR USB + controle (como <a href="http://www.dealextreme.com/details.dx/sku.14380">este aqui</a> no DealExtreme), embora eu ainda não tenha testado nenhum deles: aqui em casa no braço do sofá sempre tem, além de um gato dorminhoco, um mouse sem fio.</p>
<p>O sistema operacional da máquina é o <a href="http://www.ubuntu.com">Ubuntu Netbook Remix</a>. É uma instalação padrão: não me dei ao trabalho de remover nenhum componente do sistema operacional, que vai ocupar cerca de 2.5 GB de espaço no HD. É possível usar sua distribuição Linux favorita ou até mesmo o Windows, já que os softwares de Media Center mais interessantes que encontrei são multiplataforma.</p>
<p><strong>Boxee: o media center social<br />
</strong></p>
<p><a href="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/BoxeeHomeScreen1.png" rel="lightbox[777]"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-782" title="Tela inicial do Boxee" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/BoxeeHomeScreen1-150x150.png" alt="" width="150" height="150" /></a>O primeiro que experimentei foi o <a href="http://www.boxee.tv">Boxee</a>, que é gratuito e roda no Windows, Linux, Macs e até na Apple TV, o &#8220;media center&#8221; da Apple. A instalação é muito simples (basta baixar e instalar o pacote no site oficial), e a configuração também: basta indicar onde estão seus vídeos e músicas e o programa começa a indexar tudo automaticamente.</p>
<p>Um dos destaques do Boxee é seu aspecto &#8220;social&#8221;. Ao instalar o programa, você cria um usuário e automaticamente se registra em uma espécie de rede social. É possível recomendar programas para outros usuários e receber recomendações. Também há o que os desenvolvedores chamam de &#8220;apps&#8221;, que integram serviços web (como o Flickr, vídeos da Wired ou o podcast do Engadget) com seu Media Center.</p>
<p>O Boxee também usa sua conexão à internet para obter metadados sobre seus arquivos e organizar automaticamente sua coleção. Acesse a categoria &#8220;Movies&#8221;, por exemplo, e você vai ver que seus filmes ganharam automaticamente uma capinha do DVD, nota, sinopse e ficha completa (gênero, ano, elenco, etc). O mesmo acontece com séries. Ele faz isso consultando o site IMDB.com (um dos principais sites sobre cinema na rede), com base em informações já existentes como o nome do arquivo (processo que explico isso mais adiante).</p>
<p>Infelizmente, é justamente nesse processo de &#8220;catalogação&#8221; de seus arquivos que o Boxee derrapa. Ele se recusou a reconhecer vários filmes em minha coleção, ao mesmo tempo em que identificava erroneamente outros. Chegou a ser engraçado: ele confundiu <em>Quantum of Solace</em> com <em>Kung Fu Panda</em>, e <em>Anjos &amp; Demônios</em> com <em>O Virgem de 40 anos</em>. E quando removi <em>Anjos &amp; Demônios</em> da coleção, ele insistiu: desta vez ele dizia que <em>Hocus Pocus</em> era <em>O Virgem de 40 anos</em>.</p>
<p>Além disso, a busca automática por novos arquivos se mostrou falha: frequentemente fui forçado a pedir uma nova varredura da pasta com vídeos, e os resultados só apareciam na lista após eu reiniciar o programa. Por fim vários dos arquivos que estavam em minha coleção, mesmo nomeados de acordo com a convenção recomendada pelos desenvolvedores, não apareceram nas listas de filmes ou séries. Hora de um Plano B.</p>
<p><strong>XBMC: belo e flexível<br />
</strong></p>
<p><a href="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/screenshot001.jpg" rel="lightbox[777]"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-783" title="Detalhes de um filme no XBMC" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/screenshot001-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>O <a href="http://www.xbmc.org">XBMC</a> (XBox Media Center) começou como um Media Center para o primeiro XBox, mas com o tempo se tornou um software multiplataforma: roda em Windows, Linux, Macs, Apple TV e até como um &#8220;Live CD&#8221; com uma distribuição Linux minimalista. Também é gratuito. O Boxee, na verdade, é baseado no XBMC (o que fica evidente ao configurar os dois) com alguns extras (como os componentes de midia social e &#8220;apps&#8221;).</p>
<p>A instalação no Ubuntu 9.10 foi bastante simples, bastou digitar os quatro comandos listados no <a href="http://wiki.xbmc.org/?title=HOW-TO_install_XBMC_for_Linux_on_Ubuntu_with_a_minimal_installation_step-by-step">Wiki oficial</a>. Depois, fiz uma pequena modificação: habilitei o login automático no sistema e adicionei o XBMC à inicialização do Netbook Remix. Assim, quando ligo o micro o Media Center entra automaticamente.</p>
<p>Também configurei um cliente BitTorrent (Transmission) para iniciar automaticamente, minimizado, junto com o XBMC e ativei sua interface web. Desta forma posso adicionar arquivos à fila de downloads a partir de qualquer micro da casa, eles caem automaticamente na pasta de Videos e já ficam disponíveis no XBMC.</p>
<p>Dentro do XBMC, adicionei minha pasta de vídeos como uma &#8220;media source&#8221; (<em>Videos -&gt; Add Source</em>) e a mágica começou: sozinho, o programa começou a baixar informações completas sobre todos os filmes. Além de vídeos, também é possível adicionar links para &#8220;video podcasts&#8221;. Não é meio óbvio, mas é fácil: vá em <em>Videos -&gt; Add Source</em> e em vez de apontar para uma pasta digite a URL do Feed, com o prefixo rss:// em vez de http:// (algo como rss://www.nomedosite.com/feeds/feed.xml). Os episódios aparecerão no menu Videos, organizados pelo nome do feed, junto com o restante do conteúdo de sua biblioteca.</p>
<p>Uma diferença em relação ao Boxee: o XBMC usa diferentes fontes de informação para filmes e séries, e você pode escolher qual delas será a padrão. Não houve filmes identificados de forma errada, e praticamente tudo o que estava na minha pasta apareceu nas listagens. Além das capinhas para cada filme o XBMC baixa sinopse, ficha técnica, informações completas sobre o elenco (com direito a fotos dos atores) e &#8220;fanart&#8221;, que ele usa como &#8220;papel de parede&#8221; quando você passa o cursor do mouse sobre o nome do filme na biblioteca.</p>
<p>Este é outro ponto forte do XBMC, a personalização. O tema padrão (<a href="http://xbmc.org/skins/confluence/">Confluence</a>) já é bastante atranete, mas dá para deixar seu Media Center ainda mais impressionante usando outros temas como <a href="http://www.aeonproject.com/gallery.html">Aeon</a> ou o <a href="http://www.teamrazorfish.co.uk/gallery.html">MediaStream</a>. Além disso, há plugins e scripts que podem ser usados para ampliar a capacidade do programa. Coisas como download automático de legendas, exibição de notícias e tudo mais.</p>
<div id="attachment_784" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/aeon_multiplextv.jpg" rel="lightbox[777]"><img class="size-medium wp-image-784" title="Detalhes de uma série na skin &quot;Aeon&quot; do XBMC" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/aeon_multiplextv-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /></a><p class="wp-caption-text">Detalhes de uma série na skin &quot;Aeon&quot; do XBMC</p></div>
<p><strong>Dando nomes ao bois</strong></p>
<p>Para baixar automaticamente informações sobre filmes e séries, tanto o XBMC quanto o Boxee usam o nome do arquivo como ponto de partida para a busca. Ou seja, se um arquivo tiver o nome xyzblabla321.avi nenhum deles vai saber do que se trata, e o arquivo não vai aparecer na biblioteca.</p>
<p>Felizmente, os nomes não precisam ser coisa do outro mundo. Por exemplo, se o arquivo se chama &#8220;Star.Trek.(2009).avi&#8221; ambos os programas vão saber que o nome do filme é Star Trek e que o ano de produção é 2009, e com isso conseguirão encontrar o restante das informações online.</p>
<p>Mesma coisa para séries: The.Big.Bang.Theory.S01E04.avi é o quarto episódio (E04) da primeira temporada (S01) de &#8220;The Big Bang Theory&#8221;. A partir daí fica fácil para os programas determinar o nome do episódio, sinopse, elenco, data original de exibição e afins.</p>
<p>O site do Boxee tem uma <a href="http://forum.boxee.tv/showthread.php?t=5214">página</a> explicando a convenção de nomes utilizada, e o XBMC funciona da mesma forma. Felizmente, a maioria dos filmes e séries baixados da internet já vem com os nomes no formato correto, então o usuário (eu e você) não precisa se preocupar com isso.</p>
<p><strong>Corta!</strong></p>
<p>No geral, levei um fim de semana para montar meu Media Center (contando com experiências com múltiplos softwares, tempo para pesquisas na internet, para copiar arquivos espalhados em HDs e DVDs, etc), com um custo razoável: cerca de R$ 700 pelo hardware, e absolutamente zero pelo software. Quem tiver disposição para bater pernas e pesquisar pode gastar ainda menos.</p>
<p>O benefício é claro quando você está em casa num dia chuvoso e bate aquela vontade de ver um filme: ter toda a coleção em um só lugar, impecavelmente organizada, e ainda poder assistir na maior tela da casa, confortavelmente deitado no sofá, é sensacional. E ainda ganhei pontos com a esposa <img src='http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Novo brinquedo: iPod Nano 4G</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Sep 2008 05:30:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Comprei meu primeiro iPod, um nano da segunda geração, poucos dias após o lançamento oficial, em uma viagem a Seoul em 2006. Ele me serviu como um fiel companheiro em viagens pelo mundo afora durante quase dois anos, sem reclamar. Detestei o design da terceira geração (o &#8220;nano gorducho&#8221;), mas fiquei doido quando Jobs subiu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2008/09/novo_nano.jpg" rel="lightbox[420]"><img class="size-medium wp-image-421" style="margin: 10px;" title="O velho e o novo" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2008/09/novo_nano-225x300.jpg" border="0" alt="iPod nano 4G (à esquerda) posa ao lado de seu ancestral" hspace="5" vspace="5" width="225" height="300" align="right" /></a></p>
<p>Comprei meu primeiro iPod, um nano da segunda geração, poucos dias após o lançamento oficial, em uma viagem a Seoul em 2006. Ele me serviu como um fiel companheiro em viagens pelo mundo afora durante quase dois anos, sem reclamar.</p>
<p>Detestei o design da terceira geração (o &#8220;nano gorducho&#8221;), mas fiquei doido quando Jobs subiu ao palco na semana passada e anunciou a nova geração do iPod nano: volta ao design compridinho, interface inspirada no iPhone, tela maior, vídeos, acelerômetro (pra Cover Flow e outros truques), Genius playlists&#8230; foi demais pro meu coração Macmaníaco: encomendei um com um colega que estava nos EUA, e o &#8220;brinquedo&#8221; chegou hoje. Na foto ao lado o novato posa, orgulhoso, ao lado de seu &#8220;ancestral&#8221;, que já está se sentindo inferiorizado.</p>
<p>O resumão, em uma palavra? <em>Fantástico</em>. Detalhes (muitos detalhes) e mais fotos no meu <a href="http://tecnologia.ig.com.br/noticia/2008/09/24/ipod_nano_chega_a_quarta_geracao_1935530.html">review lá no iG</a>.</p>
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		<title>Panic! at the Kernel</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Apr 2008 04:51:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há alguns dias postei uma foto de uma mensagem de erro em um dos painéis LCD que servem como &#8220;entretenimento de bordo&#8221; no metrô de SP. Era um erro do Player (rodando sobre Windows), que interrompeu a programação. Mas não são só os trens do metrô que tem os tais painéis: várias linhas de ônibus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há alguns dias <a href="http://rigues.badcoffee.info/2008/03/26/oops-deu-pau/">postei</a> uma foto de uma mensagem de erro em um dos painéis LCD que servem como &#8220;entretenimento de bordo&#8221; no metrô de SP. Era um erro do Player (rodando sobre Windows), que interrompeu a programação. Mas não são só os trens do metrô que tem os tais painéis: várias linhas de ônibus também os tem, exibindo uma programação mais ou menos no mesmo estilo, mas um pouco mais &#8220;variada&#8221;.</p>
<p>Há pelo menos três emissoras, BusTV, TVO (TV Ônibus) e BusMidia, que exibe conteúdo do canal aberto MixTV. TVO e BusMidia parecem não ter som (TVO faz propaganda disso, apregoando o respeito ao usuário), o que torna a experiência um pouco estranha, especialmente quando cismam de passar uma entrevista, comercial não formatado para o &#8220;veículo&#8221; (literalmente) ou videoclipe.</p>
<p>Voltando do trabalho para casa na última sexta, pego o ônibus de costume, olho para o painel LCD e o que vejo? Um Kernel Panic! Sim, o sistema de entretenimento da BusMidia roda sobre Linux. </p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2008/04/p1020216.jpg" rel="lightbox[325]"><img class="aligncenter size-medium wp-image-326" title="p1020216" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2008/04/p1020216-300x225.jpg" alt="Kernel Panic em uma das TVs da BusMidia" width="300" height="225" /></a></p>
<p>A mensagem não deixou muito clara para mim a causa do problema, mas pelo jeito ela é bem persistente: peguei um ônibus da mesma linha para trabalhar (plantão) no domingo à tarde, e a mesma mensagem estava na tela, no mesmo ponto. Será que tentaram rebootar para ver se resolve? <img src='http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>O inusitado mundo da pirataria</title>
		<link>http://rigues.badcoffee.info/2008/03/03/o-inusitado-mundo-da-pirataria/</link>
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		<pubDate>Tue, 04 Mar 2008 01:58:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Viajo muito, principalmente de ônibus, ao ponto de que posso sem muito exagero considerar o Terminal Rodoviário do Tietê, em São Paulo, como minha segunda casa. E sempre que passo por lá, tenho um ritual: dar uma olhada nas lojinhas de eletrônicos no primeiro piso. Elas podem ser consideradas uma verdadeira vitrine do mercado de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Viajo muito, principalmente de ônibus, ao ponto de que posso sem muito exagero considerar o Terminal Rodoviário do Tietê, em São Paulo, como minha segunda casa. E sempre que passo por lá, tenho um ritual: dar uma olhada nas lojinhas de eletrônicos no primeiro piso.</p>
<p>Elas podem ser consideradas uma verdadeira vitrine do mercado de entretenimento portátil nos últimos 20 anos. Lá você encontra de tudo,  dos radinhos AM/FM mais simples aos &#8220;MP5&#8243; mais &#8220;sofisticados&#8221;, passando por walkmans, discmans, MP3, MP4 e afins. Tudo, claro, de procedência duvidosa e qualidade mais ainda. Para dar mais &#8220;credibilidade&#8221; ao produto, os fabricantes emprestam logos e marcas a torto e a direito. Nem a Apple tem tantos modelos de iPod quanto a Sony. Pelo menos não no Tietê.</p>
<p>Tudo vem da China (surpresa!) e para driblar a má-fama que ronda os produtos produzidos neste país, a solução é esconder o nome. Alguns dizem &#8220;Made in P.R.C.&#8221; (People&#8217;s Republic of China), outros omitem qualquer menção ao país de origem na embalagem. A mais nova moda é dar uma de Apple<small><sup>[1]</sup></small>, e assumir que o produto foi feito na China, mas &#8220;projetado&#8221; no Japão, ou que foi &#8220;feito com tecnologia japonesa&#8221;.</p>
<p>Infelizmente alguns fabricantes escorregam na hora do disfarce e acabam deixando o rabo de fora. Andando por lá na última sexta, tropecei em uma embalagem que dizia: <strong>BK ORIGINAL / WITH JAPAL TECHNOLOGY</strong>. Japal? Quem diria, não sabia que uma <a href="http://www.glosk.com/EC/Japal/-1374960/index_pt.htm">cidadezinha no Equador</a> era um polo tecnológico de nível mundial. Vivendo e aprendendo!</p>
<p><small><strong>[1]</strong> A traseira dos iPods diz: &#8220;Designed by Apple in California. Made in China&#8221;</small></p>
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		<title>Multi-tarefa? Que multi-tarefa? &#8211; Parte II</title>
		<link>http://rigues.badcoffee.info/2007/08/26/multi-tarefa-que-multi-tarefa-parte-ii/</link>
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		<pubDate>Sun, 26 Aug 2007 23:59:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em Junho, um usuário do fórum de discussão sobre hardware 2CPU postou uma mensagem relatando algo interessante: ele notou que, sempre que há uma música em MP3 tocando, o desempenho de transferências de arquivo na rede local em sua máquina com o Windows Vista caía significativamente. E &#8220;quanto é significativamente?&#8221;, vocês me perguntam: bem, cerca [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em Junho, um usuário do fórum de discussão sobre hardware 2CPU postou uma <a href="http://forums.2cpu.com/showthread.php?t=83112">mensagem</a> relatando algo interessante: ele notou que, sempre que há uma música em MP3 tocando, o desempenho de transferências de arquivo na rede local em sua máquina com o Windows Vista caía significativamente. E &#8220;quanto é significativamente?&#8221;, vocês me perguntam: bem, cerca de 90%. E não só com a música tocando. Mesmo com ela pausada, o desempenho continua baixo. Basta fechar o player para tudo voltar ao normal.</p>
<p>Um blogueiro da ZDNet resolveu investigar a história e <a href="http://blogs.zdnet.com/hardware/?p=702">encontrou</a> o <a href="http://blogs.zdnet.com/hardware/?p=709">mesmo problema</a>, embora &#8220;um pouco menos grave&#8221;. Queda de 50% no desempenho das transferências em rede, sempre que um programa reprodutor de música (ou vídeo) estava aberto. E não importa o programa: Windows Media Player 11, iTunes, Real Player, Windows Media Center, Nero ShowTime&#8230; em todos o mesmo comportamento se manifesta. Ou seja, é um &#8220;bug&#8221; no Windows, não no player. O problema não existe no Windows XP, e não está relacionado a sobrecarga do processador.</p>
<p>A <a href="http://blogs.zdnet.com/hardware/?p=724">resposta da Microsoft</a> diz que parte do que acontece é &#8220;comportamento esperado&#8221;, parte não é.  Usuários com placas Gigabit Ethernet estão tendo uma degradação maior do que deveria, e a empresa estaria de olho no problema. Teoricamente, a queda no desempenho de rede seria para evitar problemas durante a reprodução de áudio, como ruídos e estalos.</p>
<p>Hmmm&#8230; não cola. O XP não tem esse problema, e não me lembro de ruídos e estalos durante transferências de rede.  Outros sistemas operacionais, como o Linux e Mac OS X também não tem problema nenhum em assobiar e chupar cana ao mesmo tempo. E com os requisitos de hardware do Vista, uma queda de desempenho dessas é ainda menos aceitável.</p>
<p>O principal suspeito é o sistema de DRM <a href="http://arstechnica.com/articles/culture/aacs-tentacles.ars">utilizado extensivamente</a> em todo o Windows Vista. O que levanta a questão: o que mas está sendo sacrificado em nome do bem-estar das gravadoras e estúdios de cinema?</p>
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		<title>Consertando um XBox 360 com&#8230; uma toalha!</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Aug 2007 14:15:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Embora a Microsoft não admita em público, um dos maiores problemas sofridos pelos proprietários do Xbox 360 é o super-aquecimento. Mesmo em climas mais frios o console tem a tendência de &#8220;cozinhar&#8221; em banho maria, e um belo dia acaba morrendo, mostrando as &#8220;três luzes da morte&#8221; ao redor do botão de força quando é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Embora a Microsoft não admita em público, um dos maiores problemas sofridos pelos proprietários do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Xbox_360">Xbox 360</a> é o super-aquecimento. Mesmo em climas mais frios o console tem a tendência de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Xbox_360_technical_problems#Overheating">&#8220;cozinhar&#8221; em banho maria</a>, e um belo dia acaba morrendo, mostrando as &#8220;<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Xbox_360_technical_problems#General_hardware_failure">três luzes da morte</a>&#8221; ao redor do botão de força quando é ligado.</p>
<p>E aí, pelo menos nos EUA, começa a Romaria: liga para a assistência, pede embalagem, empacota console, manda para a assistência, espera, recebe de volta&#8230; Aqui no Brasil, onde muitos consoles entram pelo mercado &#8220;informal&#8221;, as três luzes geralmente significam dinheiro jogado fora. Geralmente a resposta de uma &#8220;assistência&#8221; é &#8220;não tem conserto&#8221;. Ou quando tem é caro demais. Tenho vários amigos com um Xbox 360, e já vi quatro consoles morrerem com os mesmos sintomas. Um deles, aliás, morreu duas vezes, a segunda logo depois de voltar da assistência.</p>
<p>A Microsoft está silenciosamente corrigindo o problema: primeiro, começou a instalar <a href="http://news.teamxbox.com/xbox/13691/Xbox-360-Pictures-of-the-New-GPU-Heatsink/">heatsinks maiores</a> dentro dos consoles (tato novos quanto reparados), para diminuir a temperatura. Depois, estendeu a garantia para <a href="http://crunchgear.com/2007/07/05/xbox-360s-get-extended-warranty-for-failures/">três anos</a>. E, em breve, começará a usar <a href="http://www.gamespot.com/news/6148098.html">novas CPUs</a> feitas com processo de 65 nm, geram menos calor. Mas só teremos certeza se isso resolve o problema daqui a pelo menos seis meses, quanto as modificações chegarem ao mercado em escala.</p>
<p>Até lá, um grupo de gamers engenhosos no site <a href="http://www.cheapassgamer.com/archives/xbox-360-towel-trick-vs-cheapyd.php">Cheap Ass Gamer</a> desenvolveu uma solução temporária para o problema das três luzes que deixaria Douglas Adams (ou McGyver) muito orgulhoso: toalhas. Sim, daquelas de banho. A idéia é enrolar bem o console defeituoso, ligado, em várias toalhas, causando um super-aquecimento. Depois de 25 minutos na sauna, tire as toalhas, desligue o console e deixe-o assim até esfriar. Ligue e&#8230; tcharam! em muitos casos, ele volta à vida, e vai continuar funcionando por uns três ou quatro dias, segundo o site (você pode repetir a operação se ele der defeito de novo). Ainda não entendi qual o efeito da sauna, mas talvez ela consiga amolecer a solda (que tem ponto de fusão mais baixo que a normal) e restabelecer alguma conexão rompida (especula-se que essa seja, aliás, uma das causas das três luzes).</p>
<p>É como diz <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Guide_%28character%29">o guia</a>: &#8220;Uma toalha é um dos objetos mais incrivelmente úteis para um mochileiro interestelar&#8221;</p>
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		<title>iLife chega à versão 2008 recheado de novos recursos</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Aug 2007 06:12:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Steve Jobs não falou só de Macs no evento de hoje. O iLife, conjunto de aplicativos da Apple para sua vida digital, também ganhou nova versão. O iLife 08 traz mudanças significativas em todos os seus componentes, que o tornam um upgrade mais do que recomendado para quem usa versões antigas (como eu, que ainda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2007/08/ilife08box.jpg" title="iLife 08 - Cortesia da Apple" alt="iLife 08 - Cortesia da Apple" align="right" border="0" height="193" hspace="5" vspace="5" width="200" />Steve Jobs não falou só de Macs no evento de hoje. O iLife, conjunto de aplicativos da Apple para sua vida digital, também ganhou nova versão. O <a href="http://www.apple.com/ilife/">iLife 08</a> traz mudanças significativas em todos os seus componentes, que o tornam um upgrade mais do que recomendado para quem usa versões antigas (como eu, que ainda estou no iLife 05).</p>
<p><span id="more-221"></span></p>
<p>No <a href="http://www.apple.com/ilife/iphoto">iPhoto</a>, a principal mudança é a capacidade de organizar as imagens em “eventos”. A idéia, que faz sentido, é que é muito provável que todas as fotos tiradas em um determinado período (por exemplo, o mesmo dia) pertençam a um mesmo evento (um passeio, uma viagem, um casamento), e portanto fazem parte de um mesmo grupo. Tendo isto em mente, o iPhoto automaticamente divide as imagens em eventos ao importar. Cada evento tem uma “imagem ícone” específica, e juntar dois eventos é tão fácil quanto arrastar o ícone de um para cima do outro. Para dividir um evento em dois basta selecionar o “ponto de corte” e clicar em um botão. É uma versão aprimorada do velho truque índio de agrupar as imagens em álbuns em versões antigas do iPhoto, mas com uma interface e usabilidade muito melhores.</p>
<p align="center"> <img src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2007/08/iphoto08.jpg" title="iPhoto 08 - Cortesia da Apple" alt="iPhoto 08 - Cortesia da Apple" border="0" height="246" hspace="5" vspace="5" width="400" /></p>
<p>Se você tem .Mac, vai adorar as novas “<a href="http://www.apple.com/ilife/iphoto/#webgallery">Web Galleries</a>”: são praticamente um <a href="http://www.flickr.com">Flickr</a> pessoal, e permitem mostrar suas fotos de viagem para todo o mundo com vários modos de visualização, inclusive um muito similar ao <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Coverflow">CoverFlow</a>. Além disso os visitantes também podem contribuir imagens para sua galeria: você pode permitir que eles façam o upload de imagens, tanto via web como por e-mail. Até quem tem um <a href="http://www.apple.com/iphone">iPhone</a> pode entrar na brincadeira.</p>
<p>O editor de sites <a href="http://www.apple.com/ilife/iweb/">iWeb</a> também aprendeu alguns novos truques: agora ele é capaz de publicar suas páginas em seu servidor pessoal em vez do .Mac (antes isso só era possível com um truquezinho). Um recurso chamado “Web Widgets” permite inserir fácil e rapidamente pequenos “objetos” da Web, como mapas do <a href="http://maps.google.com">Google</a>, vídeos do <a href="http://www.youtube.com">YouTube</a>, Badges do Flickr e afins em suas páginas. Além disso, finalmente é possível trocar de tema depois que você cria um site: na versão anterior, se você mudasse de idéia teria de recomeçar do zero.</p>
<p>Pretendo dar uma olhadinha no novo iWeb assim que possível e ver se melhorou em alguns itens desde a última versão: entre os <a href="http://blogdorigues.wordpress.com/?s=iweb">problemas</a> que encontrei estavam a mania de usar imagens em alta resolução mesmo para thumbnails minúsculos na página, a insistência em converter até mesmo fotos para PNG (o que resulta em arquivos muito maiores do que em JPEG, com diferença mínima de qualidade) e problemas com fontes e acentuação.</p>
<p>No <a href="http://www.apple.com/ilife/garageband/">GarageBand</a>, a mudança mais interessante é o <a href="http://www.apple.com/ilife/garageband/#magic">Magic GarageBand</a>. Funciona de forma bem simples: escolha um ritmo (Jazz, Pop, Rock e por aí vai) e posicione os instrumentos no “palco” da forma como quiser. O GarageBand cria automaticamente uma melodia base para você, que pode ser exportada para o editor e modificada como quiser. É uma ótima novidade para quem sempre quis “brincar” de música mas nunca teve criatividade para criar nem a mais simples das batidas. Além disso, há seis novos <a href="http://www.apple.com/ilife/garageband/jampacks/">Jam Packs</a> com loops e instrumentos para adicionar às suas músicas, entre eles World Music, Orquestra Sinfônica, Ritmos e Vozes, com solistas e coros em vários estilos.</p>
<p>Mas de todos os aplicativos do iLife, o que mais mudou foi o <a href="http://www.apple.com/ilife/imovie/">iMovie</a>. Ele não ganhou uma nova versão: ele é um aplicativo completamente novo. Segundo Steve Jobs, um dos “mais brilhantes engenheiros de vídeo” da Apple foi passar férias no Caribe e voltou com horas de vídeos de mergulho em alta definição. Ele pretendia condensar tudo em um vídeo de 5 minutos para mostrar aos amigos, e não queria gastar mais do que meia hora no processo. O engenheiro descobriu que não conseguiria fazer isso com o iMovie, nem com o Final Cut (a ferramenta de edição profissional de vídeo da Apple), nem com outros programas aos quais tinha acesso, então resolveu inventar algo para resolver o problema.  O resultado ficou tão bom que a Apple decidiu basear a próxima versão do iMovie no trabalho do engenheiro, e assim nasceu o iMovie 08.</p>
<p align="center"><img src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2007/08/imovie08.jpg" title="iMovie 08 - Cortesia da Apple" alt="iMovie 08 - Cortesia da Apple" border="0" height="244" hspace="5" vspace="5" width="400" /></p>
<p>A primeira mudança notável é a interface totalmente diferente, com um visual muito mais profissional. Em termos de recursos, um dos mais significativos é o fato de que o iMovie deixou de ser apenas um software de edição de vídeo para ser também um software de <a href="http://www.apple.com/ilife/imovie/#library">organização</a> de vídeo, como o iPhoto. Isso é excelente: até mesmo eu, que tenho uma câmera digital low-end, sinto falta de uma solução para organizar decentemente os clipezinhos que faço durante minhas viagens.</p>
<p>Mas no final das contas, o que mais importa são os recursos que aceleram a produção de um clipe. Por exemplo, o “<a href="http://www.apple.com/ilife/imovie/#playing">skimming</a>” permite encontrar rapidamente qualquer ponto em um vídeo: apenas arraste o cursor do mouse sobre a amostra do clipe para ver trechos dele. Quanto mais rápido você arrasta, mais rápidos trechos se sucedem. Encontrou um ponto que interessa? Clique o botão do mouse e continue arrastando até onde quiser. Quando soltar o botão, você vai ter um “recorte” do clipe pronto para ser usado em sua montagem.</p>
<p>Há novas transições e efeitos, além de renderização em tempo real (já presente no iMovie 06) usando o poder de processamento a placa de vídeo para acelerar o processo. E há uma opção para exportar vídeo diretamente para o YouTube! Isso é algo muito importante: antigamente era necessário exportar seu projeto (sempre em DV) para Quicktime, e depois converter com um software externo para o formato do YouTube. Além de demorado, o processo de codificação e recodificação da imagem resultava em perda de qualidade. Agora apenas um clique resolve todo o processo.</p>
<p>O novo iLife 08 já está disponível na loja online da Apple por US$ 79. Um “pacote família”, com licenças para cinco Macs na mesma casa, custa US$ 99. O programa também será incluso gratuitamente em todos os novos Macs comprados a partir de hoje.</p>
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		<title>E a senha é&#8230;</title>
		<link>http://rigues.badcoffee.info/2007/07/04/e-a-senha-e/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Jul 2007 20:53:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um amigo me perguntou, e acho que a dica pode ser útil para os leitores, então aí vai: você comprou aquele headset Bluetooth &#8220;legal&#8221; pra usar com o micro ou o celular. Mandou parear os aparelhos e&#8230; aparece uma janelinha pedindo uma senha. Senha? Bom, deve estar no manual. Epa, não está, e agora?? Não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um amigo me perguntou, e acho que a dica pode ser útil para os leitores, então aí vai: você comprou aquele headset Bluetooth &#8220;legal&#8221; pra usar com o micro ou o celular. Mandou parear os aparelhos e&#8230; aparece uma janelinha pedindo uma senha. Senha? Bom, deve estar no manual. Epa, não está, e agora??</p>
<p>Não se desespere. Os fabricantes mandam os aparelhos pro mercado usando senhas padrão, que o usuário muda depois se quiser. Primeiro, tente <em>0000</em>. Se não funcionar, tente <em>1111</em> (comum em aparelhos da Nokia) ou <em>1234</em>.  Uma delas resolve o problema.</p>
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		<title>O iPhone está entre nós!</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Jun 2007 02:17:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por volta das 18:00 de hoje (29/06/07), horário de Brasília, o iPhone começou a ser vendido nos EUA, começando na costa leste, em Nova Iorque. Filas com centenas de pessoas se formaram em frente às lojas da Apple desde a madrugada, e até mesmo o prefeito de Philadelphia e Steve Wozniak (video), co-fundador da Apple, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por volta das 18:00 de hoje (29/06/07), horário de Brasília, o iPhone começou a ser vendido nos EUA, começando na costa leste, em Nova Iorque. Filas com centenas de pessoas se formaram em frente às lojas da Apple desde a madrugada, e até mesmo o <a href="http://www.tuaw.com/2007/06/29/even-mayors-have-to-wait-in-line-for-the-iphone/">prefeito de Philadelphia</a> e <a href="http://www.macnn.com/articles/07/06/29/woz.first.at.valley.fair/">Steve Wozniak</a> (<a href="http://www.engadget.com/2007/06/29/video-interview-with-steve-wozniak/">video</a>), co-fundador da Apple, encararam a espera. Pessoas aproveitaram o tempo para blogar, <a href="http://www.engadget.com/2007/06/29/iphone-multi-city-lineblog/">direto da fila</a>, por horas a fio. Em alguns shoppings, lojas de fast-food e restaurantes distribuiram <a href="http://iphoneandme.blogspot.com/2007/06/415-its-almost-here.html">comida</a> aos que esperavam e a Apple distribuiu <a href="http://www.macrumors.com/iphone/2007/06/29/the-iphone-wait/">água mineral</a> grátis a todo mundo nas filas em frente às suas lojas. Um gesto simples, que não custou praticamente nada à empresa e que caiu muito bem com os consumidores.</p>
<p>Para ter uma idéia melhor do &#8220;hype&#8221; cercando a ocasião, considerem o seguinte: hoje a polícia inglesa encontrou e desativou dois carros bomba armados no centro de londres, evitando o que seria um ataque terrorista &#8220;sem precedentes&#8221;. E adivinhem qual a foto de capa no site do New York Times? O iPhone. Olhem a prova:</p>
<p style="text-align: center"><img src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2007/06/iphone_nytimes.jpg" alt="iPhone e o NYTimes" /></p>
<p>Não demorou muito para aparecer no Flickr um set com fotos do &#8220;<a href="http://flickr.com/photos/miarka/sets/72157600556481743/">desempacotamento</a>&#8221; e <a href="http://www.engadget.com/photos/iphone-activation-and-sync/">ativação</a> do iPhone. E também já há um grupo para fotos <a href="http://www.flickr.com/groups/takenwithiphone">tiradas</a> com o iPhone. E, mais rápido do que eu imaginava, até já <a href="http://stream.ifixit.com/">abriram</a> o coitado. Quanto tempo será que leva até os primeiros &#8220;hacks&#8221; aparecerem? Imagino que não muito, fiquem <a href="http://www.tuaw.com/category/iphone/">de olho</a>.</p>
]]></content:encoded>
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