Zenfone 2: o que vem na caixa?

Zen2_RedTrês da tarde desta terça-feira, toca o interfone. Era um motoboy com um novo brinquedo: o aguardado Zenfone 2. O aparelho só será lançado no Brasil no dia 20 de Agosto, mas a ASUS já está ocupada enviando unidades para a imprensa especializada no país todo, para que os jornalistas tenham bastante tempo para conhecer o produto. Que tal darmos uma olhadinha no que veio na caixa?

O Zenfone 2 que recebi é o ZE551ML, o modelo topo de linha, com os já famosos 4 GB de RAM, processador Intel Atom Quad-Core (Z3580) de 64 Bits a 2,3 GHz, 32 GB de memória interna, uma tela Full HD de 5.5″, câmera de 13 MP e suporte a 4G. Tem tudo o que se espera de um smartphone moderno, até NFC! :P.

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Motorola anuncia novo Moto G e duas versões do Moto X

Moto G 2015A Motorola anunciou nesta terça-feira, num evento realizado simultâneamente em São Paulo, Nova Iorque e Londres, três novos smartphones. O Moto G chega à terceira geração mais poderoso e com um visual mais elegante, sem perder o preço “intermediário”. Já o Moto X se dividiu em dois: um modelo mais poderoso e com mais opções de personalização, chamado Moto X Style, e outro um pouco mais simples, mas com uma bateria significativamente maior, o Moto X Play.

Junto com os aparelhos também entra em operação no Brasil o Moto Maker, serviço da Motorola que permite que o consumidor “monte” seu próprio aparelho, escolhendo opções de design e hardware a seu gosto.

Todos os aparelhos tem quatro coisas em comum: são 4G, Dual SIM, tem um slot para cartões micro SD e rodam a mais recente versão do sistema operacional Android, a 5.1.1, “limpinha” como é costume da Motorola nos últimos anos, o que agrada muita gente. As poucas customizações (como alguns apps da Motorola e a interface da câmera) são úteis e não incomodam de forma alguma.

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[VENDA] iMac Core 2 Duo de 20″

Pessoal, estou vendendo um iMac Alumínio Core 2 Duo com LCD de 20″ (ficha completa aqui), série “Early 2007”. Tem um processador Intel Core 2 Duo (Dual Core) de 2.0 GHz, 4 GB de RAM, 250 GB de HD, tela com resolução de 1680 x 1050 pixels.

Apesar da “idade”, é uma máquina perfeitamente usável no dia-a-dia, era meu Desktop até dezembro de 2014. O único “defeito” é um arranhão na parte de alumínio, à esquerda da maçã.
Vai com o OS X 10.9 “Mavericks” instalado. Para rodar versões do OS X superiores à 10.6.2 ele precisa de um “truque” de software (trocar algumas extensões do kernel), mas com isto feito é sólido como uma rocha, e a correção já vai aplicada. Não testei, e por isso não garanto, o funcionamento com o OS X 10.10 “Yosemite”.

Preço: R$ 1.000 à vista, não aceito cheques, não parcelo e não “reservo”, entrega após confirmação do pagamento. Preço inclui apenas a máquina e cabo de força, sem teclado ou mouse. Dado o tamanho e peso, bem como a natureza delicada do equipamento, no momento só estou considerando ofertas de compradores de SP que possam retirar a máquina pessoalmente no Largo do Cambuci.

Interessou? Clique aqui e me mande uma mensagem. Quem chegar primeiro leva.
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Projeto Mimas: recortando e colando

Depois de configurar o software e determinar a posição dos componentes dentro da carcaça do Mega Drive, chegou a hora do próximo passo no projeto do meu console: fixar tudo lá dentro. Como já disse, a idéia era aproveitar ao máximo as portas já existentes na carcaça (duas na frente para os joysticks, duas na traseira para o conector de força e a saída A/V) e evitar cortes extras.

Para posicionar meus cabos na altura correta das portas originais, me inspirei na própria SEGA: os conectores originais são fixados à placa-mãe do console, que é parafusada a postes na carcaça. Os meus foram fixados a “prateleiras” feitas com pedaços de acrílico (recortado de estojos para CD), parafusadas aos mesmos postes.

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Projeto Mimas: a hora do hardware

Já contei em um outro post sobre a minha idéia de criar um “console” capaz de emular meus sistemas favoritos, usando como base o versátil Raspberry Pi, e até compartilhei um pouco sobre a configuração do software. Também falei sobre a minha “visão” para o resultado final: um aparelho que tenha a aparência e comportamento de um videogame. Por isso minha idéia de colocar o hardware dentro da carcaça de um Mega Drive 2 Japonês, o modelo mais bonito (na minha opinião) de meu console favorito.

Pois na semana passada comprei um Mega Drive 2 Japonês no Mercado Livre para tocar a segunda fase do projeto. Infelizmente “ao vivo” ele estava em pior estado do que aparentava nas fotos, com vários riscos bem visíveis na carcaça. Mas por enquanto irá servir, considerem esta a versão “Mark Zero” do hardware.

JpegA “vítima”. Guardei a placa original (segundo o vendedor funciona), pode ser útil um dia.

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Seu Nintendo DS não liga? Troque o fusível!

Mais uma peça de “sucata” caiu em minhas mãos recentemente: um Nintendo DS (o modelo original, prata, conhecido como “DS Phat”) que simplesmente se recusava a ligar ou carregar a bateria. Depois de verificar que tanto o carregador quanto a bateria estavam OK, restava abrir o console para identificar o problema. Como não vi nenhum dano óbvio apelei para “São Google”, onde encontrei em poucos cliques a possível causa para o problema: um fusível aberto.

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Projeto Mimas: do arcade para o (micro) console

Pouco mais de quatro anos atrás, durante um raro período de férias, decidi tocar um projeto: criar minha própria máquina de arcade, recheada com os meus jogos favoritos. Comprei o hardware e fiz algumas experiências, mas no final de contas acabei mudando de idéia no meio do caminho, e o que seria um arcade virou um Media Center que, após algumas iterações e upgrades de hardware, está em uso até hoje.

Minha primeira experiência com o Arcade

Mas a idéia do “arcade” não morreu: na verdade ela vem “fermentando” ao longo dos anos, e por restrições de orçamento e espaço se transformou em um console. E nesse tempo avanços no hardware e software tornaram possível fazer algo do jeito que sonhei: uma máquina com o tamanho e o comportamento de um videogame. Nada de intermináveis listas de ROMs que tem que ser navegadas com teclado, quero uma interface organizada (de preferência automaticamente) e bonita, controlada apenas com um gamepad, em uma máquina que não destoe dos outros componentes do meu rack e, melhor, não soe como um helicóptero decolando quando ligada.

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[REVIEW] Xperia C é bonitinho, mas tem memória curta

Um tempo atrás eu recebi para review um Xperia C, um smartphone 3G Dual-SIM da Sony, mas acabei não falando muito sobre ele. A princípio ele parece um smartphone interessante: tem um design bonito, que de frente lembra o Xperia Z1 embora seja todo feito de plástico, e uma tela de 5 polegadas (com resolução de 540 x 960 pixels) que tem boa qualidade de imagem.

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O processador quad-core de 1,2 GHz (MediaTek MT6589) acompanhado por 1 GB de RAM tem desempenho bom o bastante para as tarefas do dia-a-dia, embora em benchmarks como o AnTuTu o Xperia C tenha sido cerca de 20% mais lento do que concorrentes como o Moto G.

O sistema operacional, o Android 4.2.2, não é a versão mais recente, mas ao mesmo tempo não é antigo o bastante para causar incômodos. E a autonomia de bateria, como é “de praxe” nos aparelhos recentes da Sony, agradou bastante: sob uso típico com apenas um SIM Card cheguei ao fim de quase 13 horas de uso com 56% de bateria restantes.

A câmera traseira tem um sensor de 8 MP e flash, o que a princípio deveria ser um ponto de destaque. Mas fiquei desapontado com a qualidade das fotos: são mais escuras do que deveriam e tem bastante ruído, o que leva à perda de detalhes. A câmera frontal (com resolução VGA) não se sai melhor: as imagens tem cores não naturais, perdem detalhes e exibem um forte efeito de “pintura a óleo”.

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Carregadores piratas são uma armadilha mortal

Sheryl Anne Aldeguer, uma enfermeira de 28 anos, morreu nesta semana na Austrália após ser eletrocutada pelo carregador pirata de seu iPhone: o acessório falhou e permitiu que 240 volts passassem pelo corpo dela. Infelizmente ela não foi a primeira vítima: em julho passado o caso da aeromoça chinesa Ma Ailun, de 23 anos, chamou a atenção da imprensa internacional após ela ter sido eletrocutada ao atender uma chamada em um iPhone 5 ligado a um carregador pirata. E em novembro passado foi a vez de um homem de 28 anos na Tailândia. Adivinhem como ele estava carregando o smartphone?.

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Crédito: Ken Shirriff

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[REVIEW] Controle de 6 botões para o Mega Drive

Quem tem consoles antigos sabe como é difícil encontrar controles em boas condições, ainda mais por um preço decente. Felizmente quem curte o Mega Drive tem uma boa opção nestes controles de 6 botões que encontrei no DealExtreme, por indicação do amigo FRS.

São quase idênticos ao Six Button Control Pad / 6 Button Arcade Pad original: o formato é o mesmo (provavelmente o molde foi copiado) e as diferenças mais óbvias são cosméticas: todos os botões são pretos (no original X, Y, Z e Start são cinza), não há o logo da SEGA e a palavra START é moldada no plástico acima do botão, em vez de impressa em branco abaixo dele.

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