Archive for the 'Hardware' Category

O “netbook da Apple”

Desde que os netbooks começaram a fazer sucesso, correm rumores de que a Apple irá lançar “em breve” um modelo para concorrer neste mercado. Faz sentido: com ASUS, MSI, Acer, HP, Dell, Lenovo e muitas outras empresas lucrando com estas máquinas, nada mais natural que a Apple também queira uma fatia deste suculento bolo.

Sem querer me gabar mas… eu já vi o netbook da Apple. Na verdade, estou usando um para escrever este artigo. O netbook da Apple tem um processador Intel Atom e 1 GB de RAM. Tem um LCD de ótima qualidade e um disco SSD, embora pequeno, no lugar dos espaçosos HDs da maioria dos concorrentes. Tem Wi-Fi e Bluetooth, claro, mas também tem modem 3G embutido.

Leopard "de bolso"

O netbook da Apple roda o OS X com desempenho muito superior a uma máquina equivalente com o Windows XP. Dá boot em 20 segundos, não reclama de múltiplos programas abertos e roda o Leopard com todos os efeitos visuais dos desktops grandes, sem frescuras de sistema “Home Basic” ou, pior, “Starter”. Ele dorme em um segundo, acorda em outro. A bateria, com Wi-Fi e em uso típico, aguenta três horas e 20 minutos, em média. E ele é bonitinho, com cantos arredondos, branco por fora e prata/preto por dentro.

Só tem um probleminha: este netbook “da Apple” não é exatamente da Apple. O netbook da Apple… é feito pela Dell!
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Dell Inspiron Mini 910: Primeiras impressões

Recebi ontem meu Dell Inspirion Mini 910 (também conhecido como Dell Mini 9), o netbook da Dell. Depois de um ano com um EeePC 701, era hora de pular para a “nova geração” de netbooks, equipados com mais RAM, telas maiores e melhores, discos SSD mais espaçosos e, mais importante, processadores Atom, que representam tanto um ganho em desempenho quanto no consumo de bateria. Isto não é um review, e sim um apanhado de “impressões iniciais” sobre a máquina. Perguntas são bem-vindas, é só deixar um comentário.

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O Game & Watch voltou!

"Minigame" da Nintendo que fez sucesso na década de 80 volta às lojas

Se você é um gamer “das antigas”, provavelmente se lembra do primeiro “console” portátil da Nintendo. Console não, consoles, porque o “Game & Watch” vinha em vários modelos, um para cada jogo. Como diz o nome, era um “dois em um”: jogo e relógio com despertador. Os títulos iam de games simples como Ball (onde um malabarista não podia deixar a bola cair) a versões de bolso de arcades como Donkey Kong.

Foram várias séries do console, cada uma com uma característica diferente: telas largas (Widescreen), transparentes (Crystal Screen), com duas telas (Multiscreen, que serviram de inspiração pro Nintendo DS), com telas coloridas (SuperColor) e muito mais. Em 9 anos no mercado, entre 1980 e 1989, a Nintendo lançou cerca de 70 modelos diferentes. A produção só parou com o lançamento do Gameboy, também em 1989. Mas chega de lição de história. O que importa é que o Game & Watch voltou!.

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Apple prepara o próximo salto


NVIDIA 9400M e 9600M GT

NVIDIA 9400M e 9600M GT

O anúncio dos novos MacBook e MacBook Pro hoje, pela Apple (veja matéria no iG e papo com a Apple no blog do canal de tecnologia) deixou bem claro que a empresa está preparando o caminho para uma das tecnologias que farão sua estréia no Mac OS X 10.6 “Snow Leopard”: é a OpenCL, ou Open Computing Language.

 

O conceito é basicamente o mesmo de iniciativas com a CUDA (Compute Unified Device Architecture), da NVIDIA, ou mais genericamente a idéia de GPGPU (General Purpose GPU). Ou seja, usar o processador de vídeo, que nada mais é que uma máquina projetada para moer números a uma velocidade espantosa, para acelerar tarefas que nada tem a ver com texturas e polígonos, mas também são processos numericamente intensivos, como criptografia, codificação de áudio e vídeo e afins.

O probleminha é que para colocar o conceito em prática é necessário ter uma GPU que preencha certos requisitos, coisa que o chipset de vídeo integrado da Intel usado na geração “atual” de MacBooks não preenche, e disponível apenas em máquinas mais sofisticadas, como os iMac, MacBook Pro e Mac Pro, equipados com GPUs da NVIDIA. Não dava pra Apple lançar um recurso tão importante como o OpenCL e deixar de fora o que é, nas palavras do próprio Steve Jobs, “o Mac mais vendido de todos os tempos” (o MacBook branquinho/pretinho).

Agora dá: os novos MacBook são equipados com uma GPU GeForce 9400M, que deve ter poder suficiente para rodar o OpenCL (detalhes ainda são escassos, a NVIDIA só vai falar sobre o novo chip em um conference amanhã). E como se não fosse suficiente, os MacBook Pro tem duas GPUs, uma GeForce 9400M e uma GeForce 9600M GT (completa com 512 MB de memória dedicada). Imagino se dá pra usar as duas ao mesmo tempo, e que coisas legais dá pra fazer com uns… 172 GFLOPs de poder de cálculo (52 GFLOP da 9400, 120 GFLOP da 9600).

Esperem ver, no próximo ano, o Snow Leopard e novos aplicativos usando e abusando das GPUs para fazer verdadeiros absurdos com multimídia: iTunes convertendo CDs para MP3 a velocidades alucinantes, iMovie fazendo encoding direto na GPU, criptografia de disco “pesada” on-the-fly, e muito mais. Coisas de deixar os outros sistemas operacionais do pedaço (oi Windows!) comendo poeira.

A única máquina da Apple que ainda não tem uma GPU “de respeito” é o Mac Mini. Mas pra esse podemos contar com um update em janeiro, durante a MacWorld. E desta vez eu vou estar lá, sentadinho, fazendo um “liveblog” direto do evento e pronto pra gritar “Bingo!” quando o slide aparecer no telão :P

UPDATE 15/10 às 14:30: A NVIDIA divulgou em seu site mais informações sobre as novas GPUs. Como imaginei, a 9400M é sim compatível com CUDA (portanto, provavelmente compatível com OpenCL) e também tem suporte a PhysX (aceleração de cálculos de física nos jogos), PureVideo HD (decodificação acelerada de vídeo em alta definição), pode trabalhar com SLI e suporta a tecnologia “GeForce Boost“, quando uma GPU onboard (a 9400M, por exemplo) chama uma GPU discreta (a 9600M GT, por exemplo) para “dar uma força” no processamento.

Este último item é interessante porque, segundo os sites TUAW e Engadget, para “trocar de GPU” nos novos MacBook Pro é necessário encerrar sua sessão atual (logout) e fazer login novamente, contrariando a lógica “on demand” do GeForce Boost. Ainda não se sabe se isso é necessário por limitação do hardware/arquitetura, ou se é algo relacionado ao sistema operacional (e portanto “consertável” com um novo driver ou atualização do OS).

“MacBook Micro”, agora em vídeo

Atendendo a pedidos, segue o videozinho mostrando o Mobo White 1050 rodando o Mac OS X 10.5.5. Toda a sequência de boot, do momento em que o micro é ligado até o desktop aparecer, ocorre em tempo real, sem cortes. Para ilustrar o desempenho mostro navegação na web (Safari), reprodução de vídeo em tela cheia (Quicktime) e Spaces e os “widgets” do Dashboard, com efeitos de transição.

Antes que perguntem: a música é “New Soul”, da Yael Naim (a mesma usada no comercial do MacBook Air). O vídeo é a abertura do episódio 20 de Macross Frontier. A edição foi feita em um MacMini, com o excelente iMovie, da Apple.

O Mobo e o Pinguim

Quando brinquei com a primeira versão do Mobo, há cerca de cinco meses, confesso que fiquei um pouco desapontado pela pouca compatibilidade com o Linux, o que acabou me levando a comprar um Eee PC 701 (apesar da menor autonomia da bateria). Wi-Fi e leitores de cartão não funcionavam, vídeo estava restrito ao modo VESA, som tinha problemas com a saída de fones de ouvido, etc.

Ou seja, daria um trabalho considerável deixar o pinguim “redondo” na maquininha, e a compatibilidade total não era garantida. Pra piorar, os 2 GB de flash interna eram um pouco apertados: um Ubuntu completo ocupa 2.5 GB. Claro, sempre dá pra remover pacotes e forçar o sistema em uma dieta, mas é mais trabalho.

Fico feliz em dizer que, com os novos Mobo White baseado no processador Atom, a situação é bem diferente. Colocar a versão mais recente (8.04.1) do Ubuntu no Mobo White 1050 foi moleza, e os poucos ajustes que precisei fazer manualmente tomaram só alguns minutos. No final das contas, o resultado foi um sistema com bom desempenho e bom suporte a hardware.

Começando pelas boas notícias, o vídeo foi configurado corretamente já no instalador do Ubuntu, com resolução correta (1024 x 600) e aceleração. A instalação em si levou cerca de 15 minutos, sem nenhum problema. Logo no primeiro boot, vi que o Compiz estava habilitado e teclado, mouse (trackapad) e som corretamente configurados. O medidor de bateria no painel estava funcionando corretamente, assim como o recurso de sleep.

A opção “hibernate” (hibernação) também estava lá, mas não funcionou a contento. Na primeira tentativa, a máquina hibernou e não voltou mais, nem pressionando o botão de power. Tive que retirar e recolocar a bateria para ressuscitá-la. Assim que ela acordou, tentei um segundo sleep consecutivo, quando tomei um kernel panic. 

A princípio, a interface Wi-Fi não funciona. Mas o Wiki de usuários do Wind tem instruções para habilitá-la, compilando manualmente os drivers. As instruções são fáceis de seguir, e funcionaram de primeira. Em cerca de 15 minutos (contando o tempo para baixar e compilar os drivers) o Mobo estava conectado à minha rede Wireless. A única desvantagem deste método é que cada atualização do kernel vai te deixar temporariamente sem Wi-Fi, até você recompilar os drivers. Futuras versões do Ubuntu, como a Intrepid Ibex (8.10), devem resolver o problema.

Por fim, o leitor de cartões (que costuma dar dor de cabeça no Linux) funcionou de primeira sem ajuste manual. E dizem que a Webcam funciona, mas não consegui testar: o atalho para habilitá-la (Fn + F6) não funcionou, e ela não foi encontrada por programas como o Cheese ou Skype.

Se você procura um ultraportátil para rodar Linux, o Mobo White é uma boa pedida. O desempenho é bom (a máquina é bem mais “esperta” que um Eee PC 701, por exemplo) e a compatibilidade também. A Positivo vai comercializar uma versão exclusiva com Linux, chamada Mobo White 1000 (mas com hardware mais fraco: HD de 80 GB e 512 MB de RAM), mas mesmo se você comprar os modelos mais caros com Windows, não deve ter problemas.

Mobo White 1050 + OS X = “MacBook Micro”

OK, estou oficialmente impressionado. Terminados os testes com o Windows no Positivo Mobo White 1050, e enquanto baixava a ISO do Ubuntu 8.04, resolvi brincar com a distribuição do Mac OS X Leopard customizada para o MSI Wind, conhecida como “MSI Wind OSX”. Dizia a lenda que o Mac OS X rodava muito bem no micrinho, e resolvi conferir com meus próprios olhos.

E não é que roda? E bem pra caramba, diga-se de passagem. A instalação não poderia ter sido mais fácil: coloquei o DVD em um drive externo, dei boot pelo DVD, particionei o HD (apagando a partição com o Windows) e pronto. Sem customização de drivers, nem jogo de adivinhação com o versões do kernel. 25 minutos depois… eu tinha um Mac OS X Leopard rodando de forma bem decente no Mobo.

Video, som, USB, leitor de cartões, ethernet, medidor de nivel de bateria, tudo funcionou bem (com alguns detalhezinhos) logo de primeira. A Webcam funciona (você precisa ativá-la antes com Fn + F6), mas o PhotoBooth só mostra uma tela verde com um pouco de ruído de imagem. Segundo dizem, um update para o 10.5.5 resolve o problema. O som interno funciona, mas a saida de fone de ouvido e entrada de microfones estão mudos (um driver novo já está sendo desenvolvido). Wi-Fi não funciona, mas a Realtek já prometeu um driver para breve. A máquina “dorme” (sleep), mas não hiberna (hibernate).

E o desempenho? Impressionante, muito melhor do que eu imaginava e superior ao desempenho do Windows XP SP3 na mesma máquina. O micro abriu e redimensionou seis imagens de 7 MP cada (a galeria abaixo) sem reclamar. Vídeo em H.264 ou DiVX (com resolução de 704×396) toca em tela cheia sem soluços, bem como vídeos do YouTube. Claro, não é um micro pra fazer autoração de DVDs, mas pra uso diário, está ótimo.

Será interessante medir o desempenho da bateria sob o novo sistema: com 71% de carga, o Leopard reporta 3:15 de autonomia restante. Extrapolando, uma bateria carregada deveria dar 04:40 de autonomia, mais ou menos o que consegui no Windows (04:50, em teste ontem).

Vou brincar mais um pouco com a máquina e atualizarei este post com os resultados. Como sempre, os comentários estão abertos para perguntas. Fiquem agora com uma galeria de fotos da instalação, e um screenshot final do sistema rodando. Até mais!

ATUALIZAÇÃO, 04/10/08 às 02:00 AM

Brinquei mais um pouco, seguem os resultados.

  • A atualização do sistema para o OS X 10.5.5 é possível e fácil, basta seguir as instruções.
  • A webcam, embora ainda não funcione no Photobooth, funciona bem no iChat.
  • A interface ethernet “morre” quando o sistema volta do sleep, mas a solução é fácil.
  • Tempo de boot: do início da carga do sistema operacional (logo após o “boot manager”) até o desktop completo em… vinte e sete segundos. Sim, segundos, você leu direito. Sim, eu medi direito, duas vezes. Isso numa máquina com um Intel Atom de 1.6 GHz e 1 GB de RAM. Meu queixo ainda está no chão.
  • Colocar o sistema para “dormir” (e acordar em seguida) é extremamente rápido, coisa de dois segundos. Windows e Linux, aprendam.

Hands-on com o Mobo White

POST ATUALIZADO em 06/10 às 14:36 (corrigida informação sobre o chipset de vídeo)

Chegou às minhas mãos o Mobo White 1050, um dos modelos na nova linha de subnotebooks da Positivo Informática. Ainda não tive tempo de fazer testes, mas já posso passar para vocês algumas impressões iniciais.

  • Não há dúvidas, ele é o MSI Wind. E isso é bom.
  • O nome diz “Mobo White” mas ele não é branco. Na verdade, a cor é um “branco pérola”, bonito. O teclado é branquinho mesmo, e minha preocupação é que, com o tempo, amarele ou pegue sujeira facilmente.
  • Alguns dados do hardware: Processador Intel Atom N270 de 1.6 GHz, 1 GB de RAM, HD de 120 GB Seagate Mobilemax (STM9120817AS), interface wireless RTL8187SE, interface ethernet RTL8102E (essa é nova pra mim), som Realtek HD Audio, vídeo on-board Intel 945 Intel GMA 950 e monitor LCD de 10 polegadas a 1024 x 600 pixels. Além disso, tem três portas USB, webcam e leitor de cartões SD. Nada de modem. Peso total: 1.3 Kg.
  • Dos 120 GB de espaço em disco, 3.72 GB são ocupados pelo sistema operacional (Windows XP SP3) mais o BrOffice.org 2.4 e Acrobat Reader. Segundo a Positivo, a bateria tem autonomia de seis horas. Com carga de 100%, o Windows reporta 5 horas de autonomia. Ainda não usei o Mobo por tempo suficiente para saber qual dos dois está certo.
    UPDATE às 18:32 de 30/09/08: acabo de terminar um teste em “uso real”: máquina rodando com navegador web, cliente de IM e editor de textos, fazendo minhas tarefas diárias. Nessas condições, a autonomia de bateria foi de três horas e trinta e um minutos. BEM longe do prometido pelo fabricante e pelo próprio sistema operacional. Vou fazer novos testes pra confirmar os números.
    UPDATE às 12:17 de 05/10/08: esqueci de mencionar um novo teste de bateria feito na noite de sexta. Novamente em “uso real”, a bateria chegou às
    quatro horas e cinquenta minutos. Mais próximo do que o Windows reportava, e próximo o suficiente da afirmação do fabricante para eu me considerar satisfeito. Meu Eee PC, que mal chega às duas horas e meia, está envergonhado num canto da mesa.
  • A bateria que acompanha a máquina é uma bateria estendida, maior que a bateria comum e que levanta a traseira do micro na mesa. Ela vem com seus próprios pézinhos de borracha para estabilizar a máquina, e a deixa em um ângulo confortável para digitação.
  • Falando no teclado, as teclas são bem maiores que as do Mobo original ou do EeePC, e no geral ele é bastante confortável para digitar. A única coisa estranha é a posição da tecla com os caracteres /, ? e °. Em vez de ficar ao lado do Shift da direita, como em um teclado ABNT2 comum, ela fica na última fileira, entre a tecla “menu” e a seta à esquerda (vide foto).
  • A máquina veio acompanhada de uma bolsinha de couro sintético para transporte, que pode acomodar o notebook e alguns CDs/documentação, mas não tem espaço para o adaptador de energia (que é do tamanho do de um notebook normal).
  • Está rodando há três horas, e incrivelmente frio. Mas estou rodando só o Windows, IM e um navegador. Nada de calor nem no teclado, nem na saída de ventilção do lado esquerdo. A máquina é bastante silenciosa.
  • Não recebi (ainda) o CD de restauração do sistema, portanto nada de testes com o Linux por enquanto. Mas já descobri que o Wiki dos usuários do MSI Wind tem instruções completas para instalação do Ubuntu 8.04. Claro, também quero experimentar outros sistemas se tiver tempo.

Alguém tem perguntas?

Novo brinquedo: iPod Nano 4G

iPod nano 4G (à esquerda) posa ao lado de seu ancestral

Comprei meu primeiro iPod, um nano da segunda geração, poucos dias após o lançamento oficial, em uma viagem a Seoul em 2006. Ele me serviu como um fiel companheiro em viagens pelo mundo afora durante quase dois anos, sem reclamar.

Detestei o design da terceira geração (o “nano gorducho”), mas fiquei doido quando Jobs subiu ao palco na semana passada e anunciou a nova geração do iPod nano: volta ao design compridinho, interface inspirada no iPhone, tela maior, vídeos, acelerômetro (pra Cover Flow e outros truques), Genius playlists… foi demais pro meu coração Macmaníaco: encomendei um com um colega que estava nos EUA, e o “brinquedo” chegou hoje. Na foto ao lado o novato posa, orgulhoso, ao lado de seu “ancestral”, que já está se sentindo inferiorizado.

O resumão, em uma palavra? Fantástico. Detalhes (muitos detalhes) e mais fotos no meu review lá no iG.

Novos Mobo!

Lembram-se de que eu cogitei, na semana passada, que veríamos um novo Mobo no evento da Positivo hoje? Pois é, eu errei… pra menos. A empresa anunciou não um, mas seis modelos de ultraportáteis, em uma linha dividida.

Dois modelos tem tela de 8.9 polegadas, mesmo design da geração anterior e processador Via C-7M de 1.2 GHz (nada de Nano por aqui, infelizmente). Os outros quatro modelos, muito mais interessantes, tem telas de 10 polegadas com resolução de 1024 x 600 pixels, 1 GB de RAM e 120 ou 160 GB de espaço no disco rígido, com processador Intel Atom N270 de 1.6 GHz. São branquinhos, e se o design parece familiar é porque você já viu antes: eles são a versão nacional do MSI Wind (informação diretamente da boca de um executivo da Positivo).

A boa notícia: desta vez há uma com versão Linux. A má: como sempre, o pinguim ficou com palito mais curto: o Mobo White 1000 tem o mesmo monitor e processador dos outros modelos, mas apenas 512 MB de RAM e HD de 80 GB. É claramente um modelo “entry level”, que deve ser mais barato (o preço ainda não foi divulgado). Entretanto, como o hardware base é o mesmo, nada impede o usuário de comprar um modelo mais caro (como o top Mobo White 1070, que tem 1 GB de RAM e HD de 160 GB por R$ 1.599) e colocar nele sua distribuição Linux favorita.

As máquinas devem chegar às lojas na segunda quinzena de outubro. Mais informações, incluindo preços, em breve. Por enquanto fiquem com a foto abaixo, e uma pequena galeria no Flickr.

UPDATE (22/09/2008): a Positivo informática me informou os preços de dois modelos dos novos Mobo. O Mobo M970 (tela de 9″, processador Via C-7M de 1.2 GHz, HD de 60 GB, 512 MB de RAM) sai por R$ 1.199 (Um belo “upgrade” por R$ 200 a mais que o Mobo original). Já o novo Mobo White 1070 (tela de 10″, processador Intel Atom N270 de 1.6 GHz, HD de 160 GB e 1 GB de RAM) sai por R$ 1.599. Ambos saem de fábrica com o Windows XP Home Edition.