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	<title>BADCOFFEE &#187; Linux</title>
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	<description>Informática e tecnologia, por Rafael Rigues</description>
	<lastBuildDate>Fri, 27 Jan 2012 15:16:51 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Transformando o Atrix em um “Netbook”</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jan 2012 19:42:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Hack]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[Telefonia]]></category>

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		<description><![CDATA[Veja como "desbloquear" o ambiente WebTop do Atrix e instalar qualquer programa Linux que desejar, incluindo o Gimp e o Firefox. É fácil!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vou à CES 2012 no próximo final de semana, e preciso de um “computador” para trabalhar remotamente e enviar textos, imagens e vídeos para a redação. No ano passado fiz isso com o iPad mas nesse ano pensei em levar um Motorola Atrix + Lapdock.</p>
<p>O problema, por incrível que pareça, é que é difícil conseguir uma conexão confiável à Internet numa das maiores feiras de tecnologia do mundo. As redes de telefonia celular ficam congestionadas, o Wi-Fi da sala de imprensa idem, e não há Wi-Fi nos pavilhões. Tenho que estar preparado para trabalhar o máximo possível “offline”.</p>
<p>Aí é que está o problema: sem uma conexão à internet a Lapdock do Atrix é um peso de papel. O único aplicativo que roda no modo Webtop (com o aparelho plugado à Lapdock) é o Firefox, e embora online eu consiga editar textos (com o <a href="http://docs.google.com">Google Docs</a>) e imagens (com o <a href="http://www.picnik.com">Picnik</a>), offline o máximo que dá pra fazer é usar o teclado no <a href="https://market.android.com/details?id=com.qo.android.am3&amp;feature=search_result#?t=W251bGwsMSwxLDEsImNvbS5xby5hbmRyb2lkLmFtMyJd">Quick Office</a>. Preciso de mais que isso.</p>
<p>Por isso aproveitei o fim de ano para um projetinho divertido: transformar o Atrix com Lapdock em algo mais parecido com um “netbook”, com as ferramentas necessárias para me ser útil mesmo quando estou offline. Isso é fácil de fazer e você sequer precisa de ROMs customizadas: bastam alguns minutos e um cartão microSD. O resultado é um “netbook” Ubuntu, onde você pode instalar e rodar o que quiser.</p>
<p><strong>Como fazer</strong></p>
<p>Não vou dar o passo-a-passo aqui porque já fizeram isso por mim, preciso apenas apontar vocês na direção certa. Comecem instalado o <a href="http://forum.xda-developers.com/showthread.php?t=1119555">webtop2sd</a>, um aplicativo que vai transferir o ambiente WebTop da memória interna para um cartão microSD, dando espaço extra para mais aplicativos e desfazendo as “amarras” que impedem modificações. Eu usei um cartão microSD de 8 GB, particionado em 2 GB para o webTop (o original tem apenas 800 MB) e pouco mais de 5 GB para uso geral (minhas músicas e vídeos, no caso).</p>
<p>Depois de rodar o webtop2sd (atenção: ele particiona o cartão para você, e com isso você vai perder tudo o que estava nele. Tenha backup) reinicie seu Atrix, plugue ele na Lapdock e você verá que existem três novos ícones na &#8220;dock&#8221; no rodapé da tela: são eles o AWN Manager, para customização da dock e do gerenciador de janelas, o WebTop Configurator, que fará os ajustes finais no WebTop e o LXTerminal, um emulador de terminal (que ainda não vai funcionar). Rode o WebTop Configurator e responda <strong>Yes</strong> às duas perguntas. Pode fechar o programa.</p>
<p><strong>DICA:</strong><em> se você clica nos novos ícones e nada acontece, pode ser que tenha ocorrido algum problema na instalação do WebTop2SD. Aconteceu comigo. Desfaça as modificações usando a opção Uninstall na aba Execute do webtop2sd, formate o cartão e recomece o processo do zero.</em></p>
<p>Agora precisamos instalar o LXTerminal no WebTop (a Dock só tem o ícone, o programa não está instalado). Usando o aplicativo &#8220;Tela do Celular&#8221; (o telefoninho no canto esquerdo da Dock) abra o Android Market, instale e rode o &#8220;Android Terminal Emulator&#8221; (grátis no Market). Abra o Firefox no WebTop e <a href="https://launchpad.net/ubuntu/jaunty/armel/lxterminal/0.1.3-2">baixe o pacote do LXTerminal</a>. Volte ao Android Terminal Emulator no app Tela do Celular e digite os comandos abaixo:</p>
<pre>su
/usr/bin/sudo -H -u adas bash
cd /mnt/sdcard/download/
sudo /usr/bin/dpkg -i --root=/osh lxterminal_0.1.3-2_armel.deb</pre>
<p>O WebTop é uma versão modificada do Ubuntu (Jaunty), e antes de poder instalar programas nele precisamos adicionar alguns repositórios e corrigir problemas com dependências. Felizmente existe um script que faz tudo isso automaticamente para você, é o WebTopScripts. Usando o Firefox do WebTop, baixe a versão 1.4 (linkada <a href="http://forum.xda-developers.com/showpost.php?p=16129207&amp;postcount=1">no rodapé deste post</a>) e rode apenas o primeiro bloco de comandos, que reproduzo abaixo. Você vai precisar estar conectado à internet:</p>
<pre>cp /mnt/sdcard/download/webtopscripts-1.4.tar ~/
cd ~
sudo tar -xvf ~/webtopscripts-1.4.tar
sudo chmod -R 777 WebTopScripts
bash WebTopScripts/setup.sh</pre>
<p>Responda <strong>Yes</strong> à todas as perguntas (basta teclar Enter). Depois de várias delas, o script deve encerrar com uma mensagem de erro: é que ele tenta atualizar uma biblioteca do sistema (a <em>libc6-dev</em>) e não consegue, então teremos de resolver isso manualmente. Basta seguir as instruções <a href="http://forum.xda-developers.com/showpost.php?p=20494551&amp;postcount=1">nesta página</a>.</p>
<p>Depois de tudo isso eu rodei um</p>
<pre>sudo apt-get upgrade</pre>
<p>para atualizar o sistema e pronto! Um WebTop &#8220;desbloqueado&#8221; onde posso instalar e rodar quase qualquer programa Linux que eu quiser. A forma mais fácil de fazer isso é usando o Synaptic: instale com:</p>
<pre>sudo apt-get install synaptic</pre>
<p>rode digitando:</p>
<pre>synaptic</pre>
<p>no terminal e pronto: é só procurar os programas pelo nome e escolher o que instalar.</p>
<p>Instalei no meu &#8220;WebTop&#8221; modificado o LXTerminal (emulador de terminal), GEdit (um &#8220;Bloco de Notas&#8221;, nào preciso de um editor de textos completo), o Gimp (para editar imagens), o Geeqie (visualizador de imagens, para eu não ter de usar o Firefox só pra isso), o eVince (visualizador de PDFs) e o File Roller para criar/abrir arquivos compactados.</p>
<p>Mas dá pra ir além: se quiser um pacote Office você pode usar o AbiWord (mais leve, porém com menos recursos) ou até mesmo o OpenOffice completo (versão 3.0). Infelizmente o visual deles fica meio estranho com o tema preto padrão que a Motorola colocou no sistema.</p>
<p align="center"><a href="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/Captura_de_tela.png" rel="lightbox[965]"><img class="size-medium wp-image-966" title="Webtop Modificado" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/Captura_de_tela-300x168.png" alt="" width="300" height="168" /></a><br />
<strong>Atrix no modo WebTop, rodando o Gimp 2.6 e o LXTerminal</strong></p>
<p>A <a href="http://sites.google.com/site/ubuntu4us/artigos/android/motorola-atrix-webtop">página sobre o Atrix</a> no site Ubuntu 4US foi essencial durante minhas experiências, e tem um monte de informações sobre este e outros hacks no aparelho, de como fazer root a instruções de como instalar o Google Chrome. Vale a pena dar uma olhada.</p>
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		<title>WebOS no PC? Pra que?</title>
		<link>http://rigues.badcoffee.info/2011/02/09/webos-no-pc-pra-que/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Feb 2011 00:19:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
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		<category><![CDATA[desktop]]></category>
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		<category><![CDATA[sistema operacional]]></category>
		<category><![CDATA[webos]]></category>

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		<description><![CDATA[A HP anunciou que pretende levar o sistema operacional WebOS para os PCs, só não disse como. Eu tenho algumas idéias: basta olhar para onde a empresa já usa o Linux.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Além de <a href="http://pcworld.uol.com.br/noticias/2011/02/09/hp-anuncia-novos-smartphones-com-o-webos">novos smartphones</a> e <a href="http://pcworld.uol.com.br/noticias/2011/02/09/hp-anuncia-o-touchpad-seu-tablet-com-webos">um tablet</a>, a HP anunciou hoje meio que <em>en passant</em> sua intenção de levar o sistema operacional WebOS para os PCs. A empresa não deu mais detalhes, datas nem esclareceu os planos, apenas mencionou o fato para deixar o mundo da tecnologia com a pulga atrás da orelha. E aí vem a pergunta: WebOS no PC? Pra que? Bom, eu tenho algumas idéias de como a HP pode aproveitar o sistema:</p>
<p><strong>Substituto do Linux:</strong> Alguns modelos de netbooks (a série Mini) da HP vem com Linux pré-instalado. A função básica de um netbook é navegar na web, enviar e receber e-mails e tocar vídeos em streaming (YouTube), e o WebOS faz tudo isso muito bem. E com a vantagem que os &#8220;apps&#8221; (especialmente jogos) criados para os smartphones e tablets também rodariam no netbook. E como a HP controla o desenvolvimento do sistema, poderia inovar muito mais rapidamente do que usando um produto desenvolvido externamente.</p>
<p><strong>Instant-On:</strong> Este recurso já está presente em alguns notebooks da HP. É basicamente um sistema operacional simplificado (novamente baseado em Linux) que carrega em segundos e oferece ao usuário acesso rápido à web, e-mails e música sem ter que esperar que o Windows carregue. O WebOS poderia facilmente ser adaptado para esse papel.</p>
<p><strong>Nos desktops Touchsmart:</strong> A HP tem uma linha de PCs desktop com tela sensível ao toque. Quer par melhor do que um sistema operacional projetado para telas sensíveis ao toque? O WebOS poderia ser usado como substituto do Windows em um modelo de baixo custo (uma decisão ousada, sem dúvida) ou lado-a-lado em um modelo mais sofisticado (como um Instant-On mais completo).</p>
<p><em>Em tempo:</em> não é a primeira vez que o WebOS roda em um PC. Em maio do ano passado um usuário do fórum PreCentral <a href="http://www.geek.com.br/posts/13026-webos-sistema-operacional-para-celulares-da-palm-hp-ja-roda-em-pcs">descobriu</a> que a imagem do WebOS usada no kit de desenvolvimento (SDK) oficial já era compilada para a arquitetura x86. Bastou copiar o sistema para o HD, dar boot e&#8230; WebOS rodando em um notebook. Curiosamente, da Dell.</p>
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		<title>Cinco sistemas operacionais para seu netbook</title>
		<link>http://rigues.badcoffee.info/2010/03/21/cinco-sistemas-operacionais-para-seu-netbook/</link>
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		<pubDate>Sun, 21 Mar 2010 18:25:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ama seu netbook, mas odeia o Windows que veio com ele? Conheça cinco sistemas operacionais gratuitos feitos para você tirar o máximo de seu portátil]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/Modo_Red.jpg" rel="lightbox[800]"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-815" style="margin: 5px;" title="Positivo Mobile Mobo Red" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/Modo_Red-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Se eu tivesse que apontar qual a contribuição mais importante dos netbooks para o mundo da informática, diria que foi a diversificação do mercado de sistemas operacionais. Teoricamente eles são &#8220;PCs&#8221; como quaisquer outros, e rodam o mesmo software, mas características de hardware como o tamanho das telas, recursos de rede, tamanho das baterias, poder de processamento e espaço em disco disponível forçaram os desenvolvedores a fazer uma série de ajustes aos seus produtos.</p>
<p>O resultado foi uma explosão de sistemas operacionais  para todos os gostos. A maioria dos netbooks vem com Windows de fábrica (XP ou 7, ultimamente), mas ele pode não ser a melhor opção para todos os usuários. Confira abaixo cinco sistemas operacionais &#8220;alternativos&#8221; que você pode usar para tirar o máximo de seu portátil. E o melhor, a maioria deles é gratuita!</p>
<p><span id="more-800"></span></p>
<p><strong><a href="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/UNR_9.10.png" rel="lightbox[800]"><img class="size-thumbnail wp-image-809 alignright" style="margin: 5px;" title="UNR_9.10" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/UNR_9.10-150x150.png" alt="" width="150" height="150" /></a>Ubuntu Netbook Remix -</strong> Versão para netbooks da distribuição Linux mais popular na atualidade, o <a href="http://www.canonical.com/projects/ubuntu/unr">Ubuntu Netbook Remix</a> roda os mesmos programas, e tem os mesmos recursos, que a versão desktop. As diferenças são otimizações para o hardware típico dos portáteis (para reduzir o tempo de boot e consumo de memória, por exemplo), e uma nova interface gráfica otimizada para as telas de &#8220;baixa resolução&#8221; (1024 x 600 pixels) geralmente usadas.</p>
<p>Assim como o Ubuntu &#8220;de mesa&#8221; o Netbook Remix é gratuito, e pode ser baixado no site oficial. O arquivo tem 600 MB e deve ser &#8220;expandido&#8221; para um pendrive de pelo menos 1 GB ou gravado em um CD-ROM (se você tiver um drive externo para fazer a instalação). Depois de instalado, o sistema ocupa pouco mais de 2 GB de espaço em disco, ou seja, cabe em praticamente qualquer netbook do mercado (com exceção dos MOBO da primeira geração).</p>
<p>Usuários do Ubuntu tem à disposição uma imensa variedade de software gratuito (vejam o ícone Ubuntu Software Center na seção Favoritos do menu inicial), e uma série de utilitários tornam fácil realizar tarefas como se conectar a redes Wi-Fi ou 3G ou compartilhar arquivos (ou a conexão à internet) com um celular via Bluetooth.</p>
<p><strong><a href="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/jolicloud.png" rel="lightbox[800]"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-807" style="margin: 5px;" title="jolicloud" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/jolicloud-150x150.png" alt="" width="150" height="150" /></a>Jolicloud -</strong> O <a href="http://www.jolicloud.com/">Jolicloud</a> pode ser descrito como uma interessante mistura do Ubuntu Netbook Remix (do qual empresta alguns componentes) com o conceito de &#8220;Cloud Computing&#8221;, que cai como uma luva em um aparelho &#8220;sempre conectado&#8221; como um bom netbook.</p>
<p>A idéia é simples: um sistema operacional otimizado para os netbooks (tempo de boot reduzido, extenso suporte a hardware) e com integração a redes sociais e os aplicativos &#8220;web 2.0&#8243; que você mais utiliza. É uma espécie de &#8220;melhor dos dois mundos&#8221;: não importa se você quer continuar usando aplicativos locais (e o Jolicloud tem tudo o que uma boa distribuição Linux tem) ou mergulhar de cabeça no mundo da web, o Jolicloud tem algo para você.</p>
<p>O sistema é especialmente atraente para quem tem netbooks baseados em hardware &#8220;manhoso&#8221; como o chipset de vídeo <a href="http://building.jolicloud.com/2009/11/17/the-quest-for-implementing-support-for-the-gma500-chipset/">Intel GMA500</a> ou os novos processadores Atom baseados na arquitetura Poulsbo. Distribuições Linux comuns rodariam com problemas (ou simplesmente não rodariam) nestas máquinas, mas o Jolicloud as recebe de braços abertos. O objetivo da primeira versão do Jolicloud é <a href="http://www.jolicloud.com/blog/2010/03/04/announcing-the-final-jolicloud-robby-release/">rodar em </a><strong><em><a href="http://www.jolicloud.com/blog/2010/03/04/announcing-the-final-jolicloud-robby-release/">todos</a></em><span style="font-weight: normal;"><a href="http://www.jolicloud.com/blog/2010/03/04/announcing-the-final-jolicloud-robby-release/"> os netbooks atualmente do mercado</a>, do mais humilde <a href="http://rigues.badcoffee.info/2008/05/08/mobo-na-mao/">Mobo</a> com processador VIA C-7 e 2 GB de espaço em disco aos novíssimos modelos com processadores Atom de baixo consumo e aceleradoras para reprodução de vídeo em alta-definição.</span></strong></p>
<p>O Jolicloud ainda está em desenvolvimento, e até pouco tempo atrás só era acessível a &#8220;beta testers&#8221; convidados. Atualmente há uma versão pública (embora ainda beta) disponível para download em duas versões: a Express pode ser instalada junto com o Windows em regime de dual-boot e a ISO, que é recomendada para quem quer colocar o Jolicloud como o único sistema na máquina. Ambas são gratuitas.</p>
<p><strong><a href="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/Android.jpg" rel="lightbox[800]"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-805" style="margin: 5px;" title="Android" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/Android-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Android -</strong> O primeiro sistema operacional criado pelo Google foi feito pensando em smartphones, mas como ele é Open Source nada impede que um desenvolvedor o adapte ao hardware que quiser, seja a máquina em questão uma <a href="http://armdevices.net/2010/01/17/touch-revolution-demonstrates-android-washing-machine-android-micro-oven-tablets-and-more/">lavadora</a> ou um netbook.</p>
<p>O projeto <a href="http://www.android-x86.org/">Android X86</a>, por exemplo, trabalha em uma versão do Android para dispositivos baseados em processadores Intel x86, o que inclui a maioria dos netbooks no mercado (equipados com um processador Intel Atom). A versão atual, 1.6, roda praticamente &#8220;perfeita&#8221; em um ASUS EeePC 701 (o primeiro netbook), e segundo o site oficial vários outros netbooks são total ou parcialmente compatíveis.</p>
<p>Feita para smartphones touchscreen, a interface do Android causa um pouco de estranheza em um netbook controlado com um mouse ou trackpad, mas é possível se acostumar rapidamente. O usuário vai precisar rever alguns conceitos: aplicativos sempre rodam em tela cheia, e não é necessário &#8220;fechar&#8221; os programas, por exemplo.</p>
<p>Em compensação o Android em um netbook é um foguete. Mesmo um EeePC 701, com seu processador Celeron rodando a 900 MHz, é muito mais rápido que os processadores ARM de 500 MHz usados na grande maioria dos smartphones atuais. O navegador abre em um segundo,  monta as páginas com velocidade impressionante, e no geral tudo reage instantâneamente.</p>
<p>Infelizmente, como a versão do Android para netbooks não é &#8220;aprovada&#8221; pelo Google, não há acesso ao Android Market, a loja de aplicativos que é uma das grandes atrações deste sistema. Há uma loja alternativa, mas número de opções é bem menor. Ainda assim, vale a pena dar uma olhada no Android X86.</p>
<p><strong><a href="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/ChromeOS.jpg" rel="lightbox[800]"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-806" style="margin: 5px;" title="ChromeOS" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/ChromeOS-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Chrome OS -</strong> O novo sistema operacional do Google feito sob medida para netbooks ainda não está pronto (isto só vai acontecer no final do ano, segundo a empresa), mas já é possível ter um gostinho do que vem por aí. Como? Graças a &#8220;hackers&#8221; como o Hexxeh, que de posse do código-fonte do Chrome OS (livremente disponível sob a licença GPL) criam versões experimentais do sistema, prontas para rodar na maioria dos netbooks já no mercado.</p>
<p>A versão mais recente, batizada de <a href="http://chromeos.hexxeh.net/">Flow</a>, pode ser baixada gratuitamente no site do desenvolvedor. É um arquivo de cerca de 300 MB que deve ser &#8220;expandido&#8221; em um pendrive de 2 GB (veja as instruções). Depois, basta dar boot no netbook usando este pendrive para rodar o Chrome OS.</p>
<p>O sistema ainda está em desenvolvimento e o suporte a hardware é incompleto (ou seja, partes de seu micro podem não funcionar), mas dá pra brincar. Por enquanto o Chrome OS não é mais que uma sessão do navegador Google Chrome em tela cheia, com alguns extras como um medidor de bateria, gerenciador de conexões Wi-Fi e atalhos para aplicativos na web. Mas se tudo de que você precisa é de uma conexão e um navegador, pode ser o suficiente.</p>
<p><strong><a href="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/mini9_leopard.jpg" rel="lightbox[800]"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-810" style="margin: 5px;" title="mini9_leopard" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/mini9_leopard-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Mac OS X -</strong> Transformar um netbook com processador Intel Atom em um &#8220;Hackintosh&#8221; rodando o Mac OS X não é difícil: eu mesmo fiz isto quando comprei meu Dell Mini 9, e <a href="http://rigues.badcoffee.info/2009/04/12/o-netbook-da-apple/">relatei a experiência</a> aqui no blog.</p>
<p>Apesar das aparências o processador Intel Atom aguenta bem o sistema da Apple, e a dupla se sai muito bem nas tarefas do dia-a-dia. O ideal é usar um netbook com pelo menos 1 GB de RAM e bastante espaço em disco: os 16 GB de meu Dell Mini 9 são o mínimo recomendado. Aventureiros podem procurar instruções em sites como o OSX86Project.</p>
<p>Ficam alguns avisos: instalar uma cópia pirata do OS X em seu netbook é tecnicamente ilegal, já que mesmo uma cópia original viola a licença de uso do sistema operacional, que especifica que ele só pode ser instalado em hardware da Apple. Prossiga por sua própria conta e risco.</p>
<p>Além disso, é necessário cuidado para nunca instalar atualizações de sistema antes de verificar nos fóruns o impacto que elas terão sobre a estabilidade da máquina: um &#8220;hackintosh&#8221; é hardware não aprovado pela Apple, e ela não vai se esforçar para fazer ele rodar redondinho em máquinas que não lhe trazem lucro. Pelo contrário&#8230;</p>
<p><strong><a href="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/moblin1.png" rel="lightbox[800]"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-811" style="margin: 5px;" title="moblin" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/moblin1-150x150.png" alt="" width="150" height="150" /></a>&#8220;Bonus Round!&#8221;, Moblin -</strong> O <a href="http://moblin.org/">Moblin</a> nasceu de um esforço da Intel para desenvolver um sistema operacional otimizado para portáteis baseados em seus processadores Atom, e depois foi deixado sob a tutela da Linux Foundation. É baseado em Linux, mas tem algumas características que o tornam único.</p>
<p>Uma delas é o tempo de boot: você nunca viu um netbook &#8220;dar boot&#8221; tão rápido. No meu Dell Mini 9 são <strong><em>10 segundos</em></strong>, descontando o tempo da BIOS. Compare com os quase 30 do Ubuntu Netbook Remix. Outra é uma nova interface gráfica, que abandona o conceito de &#8220;desktop&#8221; dos sistemas operacionais comuns em favor de uma série de painéis dedicados a atividades específicas, como redes sociais ou navegação na internet. O suporte a hardware é bastante completo: até o modem 3G de meu Dell Mini 9 foi reconhecido, mas tive de instalar os <a href="http://slaine.org/_slaine/Dell_Mini_9.html">drivers para Wi-Fi</a> manualmente (eles não são inclusos no sistema por questão de licenciamento).</p>
<p>Intel e Nokia anunciaram recentemente a fusão de seus sistemas operacionais Maemo e Moblin para a criação de um novo sistema batizado de <a href="http://moblin.org/community/blogs/imad/2010/welcome-meego">MeeGo</a>, então o futuro do Moblin, como existe na versão atual (2.1) é incerto. Mas se você tem um netbook e quer experimentar algo rápido e inovador, não deve deixar de dar uma olhada no Moblin.</p>
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		<title>Máquina de Arcade: Gambiarra I</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 04:22:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Segundo passo nos meus planos de dominação mundial, ops, construção de minha própria máquina de arcade: transplantar os componentes para um &#8220;gabinete&#8221; temporário para que eu possa deixá-la montada em um canto e facilitar os testes. Afinal de contas limpar a mesa da cozinha, pegar a placa, a fonte, o HD, ligar tudo, catar o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo passo nos meus planos de <span style="text-decoration: line-through;">dominação mundial</span>, ops, construção de minha própria máquina de arcade: transplantar os componentes para um &#8220;gabinete&#8221; temporário para que eu possa deixá-la montada em um canto e facilitar os testes. Afinal de contas limpar a mesa da cozinha, pegar a placa, a fonte, o HD, ligar tudo, catar o monitor do Gabriel, etc e tal não é produtivo.</p>
<p><em>O plano:</em> dar um pulo em uma loja de materiais para arte, comprar placas de MDF (um tipo de compensado, mais resistente) e montar um caixote para abrigar os componentes. Mas minha preguiça, combinada ao mau-tempo constante em São Paulo nos últimos meses, interferiu e resolvi não sair de casa.</p>
<p><em>Plano B:</em> seguir o conselho do Leandro Pereira, que disse no Twitter: &#8220;monta dentro da caixa&#8221;. Faz sentido, a placa-mãe veio dentro de uma caixa de papelão razoavelmente resistente e do tamanho certinho. Não caberia a fonte, mas ela é bem protegida e pode ficar externa, nem o HD, mas para testes iniciais um pendrive de 16 GB dá e sobra. Então mãos à obra!</p>
<p><span id="more-765"></span></p>
<p>Umas duas horas, alguns furos e cortes e um pouco de cola quente depois nascia o <strong>Gambiarra I</strong>. Acho que quebrei TODAS as &#8220;boas-práticas&#8221; estabelecidas para montagem de PCs nessa máquina, mas ela funciona e cumpre seu propósito. A placa-mãe está parafusada a espaçadores de latão presos ao fundo da caixa. O espelho com os conectores é encaixado em um corte na traseira, e outro na frente dá espaço para um botão de força e um LED.</p>
<p>Liguei o micro na TV de 32&#8243; da sala e instalei o Ubuntu em um pendrive para um teste rápido. Por enquanto, tudo OK. Só preciso melhorar a ventilação da &#8220;caixa&#8221;: o clock do processador é automaticamente reduzido com o aumento da temperatura, e vi Street Fighter Alpha 3 cair de 60 FPS sólidos (com a tampa aberta, por isso os pregadores nas fotos) para 43 com ela fechada. Nada que mais alguns cortes nos lugares certos não resolvam.</p>
<p>Por enquanto meu arcade é um PC numa caixa de papelão ligada à TV. O próximo passo é definir um sistema operacional e front-end, e iniciar o projeto dos controles. Espero ter essa parte pronta até o final das minhas férias, no início de março. Até lá, já posso ir jogando Street Fighter &#8220;na telona&#8221;. O problema é me acostumar com as 32 polegadas e voltar pra um CRT de 17 depois&#8230;</p>

<a href='http://rigues.badcoffee.info/2010/02/03/maquina-de-arcade-gambiarra-i/p1070259/' title='P1070259'><img width="150" height="150" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2010/02/P1070259-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="P1070259" title="P1070259" /></a>
<a href='http://rigues.badcoffee.info/2010/02/03/maquina-de-arcade-gambiarra-i/p1070260/' title='P1070260'><img width="150" height="150" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2010/02/P1070260-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="P1070260" title="P1070260" /></a>
<a href='http://rigues.badcoffee.info/2010/02/03/maquina-de-arcade-gambiarra-i/p1070262/' title='P1070262'><img width="150" height="150" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2010/02/P1070262-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="P1070262" title="P1070262" /></a>
<a href='http://rigues.badcoffee.info/2010/02/03/maquina-de-arcade-gambiarra-i/p1070263/' title='P1070263'><img width="150" height="150" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2010/02/P1070263-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="P1070263" title="P1070263" /></a>
<a href='http://rigues.badcoffee.info/2010/02/03/maquina-de-arcade-gambiarra-i/p1070265/' title='P1070265'><img width="150" height="150" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2010/02/P1070265-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="P1070265" title="P1070265" /></a>

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		<title>Máquina de Arcade: Está viva!!</title>
		<link>http://rigues.badcoffee.info/2010/01/19/maquina-de-arcade-esta-viva/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 17:13:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As peças para o gabinete chegaram na segunda pela manhã, e corri para casa no final do expediente para poder brincar pelo menos um pouco com elas. Montei tudo, espalhado mesmo, sobre a mesa da cozinha aproveitando um teclado e mouse velhos que achei em um canto e o monitor LCD do micro do Gabriel. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As peças para o gabinete chegaram na segunda pela manhã, e corri para casa no final do expediente para poder brincar pelo menos um pouco com elas. Montei tudo, espalhado mesmo, sobre a mesa da cozinha aproveitando um teclado e mouse velhos que achei em um canto e o monitor LCD do micro do Gabriel. Para ver se funcionava, tasquei um pendrive com o Ubuntu 9.10. E não é que funcionou de primeira?</p>
<p>Gostei do desempenho do Atom 330 no geral: a máquina é silenciosa e &#8220;esperta&#8221;, responde rapidinho sem te deixar esperando. Infelizmente, os testes com o SDLMame desapontaram: o desempenho em um Atom dual-core não foi muito superior ao em um Atom single-core (no meu Dell Mini 9): Neo*Geo roda a 100% com frameskip zero, mas Out Run chega a só 60% da velocidade (e som sempre ruim).</p>
<p><span id="more-751"></span> O problema aqui é o MAME, que não é otimizado para tirar proveito de múltiplos cores. Até existe uma opção para multithreading, mas ela faz pouca diferença. Na verdade, o MAME não é otimizado <em>no geral</em>: a abordagem dos desenvolvedores é valorizar a precisão sobre o desempenho, com o objetivo de emular o hardware original da forma mais exata possível, não importa o &#8220;custo&#8221;. Se há duas formas de fazer uma coisa, uma precisa e a outra 200% mais rápida, os desenvolvedores vão optar pela precisão.</p>
<p>Mas voltando ao meu arcade, a solução é diversificar: estou pensando em deixar o MAME para os jogos mais antigos (Galaga, Bosconian, Pac-Man, New Rally-X) e usar o Final Burn Alpha para os mais recentes e pesados (jogos de System 16 como Out Run, Neo-Geo, Capcom CPS-1 e CPS-2). O problema é que a versão Linux do Final Burn Alpha parece estar abandonada: não há binários pré-compilados para nenhuma distribuição e a versão mais recente do código-fonte que encontrei data de 2007 e vem acompanhada de avisos como &#8220;é velho, é instável, é beta, mesmo se compilar não vale a pena&#8221;. Existe uma versão Linux/SDL recente, que foi portada para o Dingoo, mas não sei se seria trivial levar ela de volta ao PC. Na pior das hipóteses, a solução é basear o arcade em Windows. Pelo menos emuladores não faltam.</p>
<p>O próximo passo é achar um gabinete para a placa, de modo que eu possa deixar todo o hardware montado sem medo de um gato resolver dormir em cima dele. Pretendo fazer um gabinete &#8220;interino&#8221; em MDF para abrigar a placa, HD e fonte. Com isso posso deixar ele no rack da sala e usar a TV de 32&#8243; como monitor. Depois de definir o software o próximo passo é construir os controles (inicialmente como &#8220;joysticks arcade&#8221;) e por fim criar um gabinete para abrigar tudo. Isso vai acabar dando mais trabalho do que imaginei.  Por enquanto, fiquem com algumas fotos da minha mesa da cozinha ontem à noite. As laranjas não fizeram parte da máquina.</p>

<a href='http://rigues.badcoffee.info/2010/01/19/maquina-de-arcade-esta-viva/p1060956/' title='Projeto Arcade'><img width="150" height="150" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2010/01/P1060956-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Todos os componentes espalhados" title="Projeto Arcade" /></a>
<a href='http://rigues.badcoffee.info/2010/01/19/maquina-de-arcade-esta-viva/p1060957/' title='Projeto Arcade'><img width="150" height="150" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2010/01/P1060957-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Close da placa-mãe." title="Projeto Arcade" /></a>
<a href='http://rigues.badcoffee.info/2010/01/19/maquina-de-arcade-esta-viva/p1060958/' title='Projeto Arcade'><img width="150" height="150" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2010/01/P1060958-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="A fonte é quase do tamanho da placa-mãe" title="Projeto Arcade" /></a>

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		<title>Máquina de Arcade: Testando software</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 15:25:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As coisas não saíram exatamente como o esperado, e as peças para a máquina de arcade não chegaram na sexta-feira. Com isso, os testes que eu tinha planejado para o fim de semana com o hardware &#8220;real&#8221; foram por água abaixo. Mas nem tudo foi perdido. Aproveitei a manhã de sábado para visitar algumas lojas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As coisas não saíram exatamente como o esperado, e as peças para a máquina de arcade não chegaram na sexta-feira. Com isso, os testes que eu tinha planejado para o fim de semana com o hardware &#8220;real&#8221; foram por água abaixo. Mas nem tudo foi perdido.</p>
<p>Aproveitei a manhã de sábado para visitar algumas lojas na vizinhança de casa em busca de chapas de MDF para um gabinete improvisado, mas não tive sorte. E a preguiça me impediu de me aventurar mais do que alguns quarteirões além de casa, portanto a ida à Leroy Merlin mais próxima ficou para depois.</p>
<p><span id="more-745"></span></p>
<p>Mas instalei uma versão recente do MAME (<a href="http://rbelmont.mameworld.info/?page_id=163">SDLMame</a>) em meu netbook (um Dell Mini 9 com Atom de 1.6 GHz e 1 GB de RAM) para alguns testes de desempenho. Afinal, a placa que escolhi para usar no gabinete é bem similar: mesma quantidade de RAM, mesmo chipset de vídeo (GMA 950) e mesmo clock, mas dual-core. O que rodar no netbook vai rodar melhor no gabinete.</p>
<p>De início, um susto: o desempenho era horrível e não consegui som no emulador, que insistia em congelar sempre que eu tentava sair dele (e dá-lhe <em>kill -9</em>!). Out Run (um dos jogos que pretendo emular) rodava a segundos por quadro em vez de quadros por segundo, e mesmo os jogos de Neo-Geo (como Metal Slug) estavam &#8220;injogáveis&#8221;. Tinha algo muito errado na história.</p>
<p>No fim, fuçando pela internet descobri que o problema é com o sistema de som usado nas versões mais recentes do Ubuntu, o PulseAudio. Para resolver o problema basta instalar um pacote extra, como mostrado <a href="http://forum.arcadecontrols.com/index.php?topic=97884.0">neste fórum</a>. Problema resolvido! Metal Slug agora roda perfeitamente, e Out Run chega a 43 FPS em média, sem frameskip (mas com som meio engasgado). Espero que chegue a 60 FPS na máquina dual-core.</p>
<p>Os componentes que encomendei chegaram nesta segunda-feira de manhã. Hora de liberar um espaço em casa para montar tudo e começar testes com o hardware &#8220;real&#8221;. Notaram que ainda não tenho planos para o gabinete, nem idéia de que monitor usar? Pois é, adotei uma abordagem &#8220;de dentro pra fora&#8221; e estou decidindo aos poucos.</p>
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		<title>Projeto de férias: máquina de arcade</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 04:25:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se tudo sair como planejado (e isso é raro) entro em férias em pouco mais de duas semanas, pela primeira vez desde&#8230; caramba, desde 2001. É, eu sou louco mesmo, mas isso não vem ao caso (será?). O que importa é que preciso de um projeto para me manter ocupado durante este período. Já tentei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2010/01/bartop.jpg" rel="lightbox[735]"><img class="size-thumbnail wp-image-736 alignright" style="border: 0pt none; margin: 5px;" title="Gabinete &quot;Bartop&quot;" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2010/01/bartop-150x150.jpg" alt="Gabinete &quot;Bartop&quot;" width="150" height="150" /></a>Se tudo sair como planejado (e isso é raro) entro em férias em pouco mais de duas semanas, pela primeira vez desde&#8230; caramba, desde 2001. É, eu sou louco mesmo, mas isso não vem ao caso (será?).</p>
<p>O que importa é que preciso de um projeto para me manter ocupado durante este período. Já tentei &#8220;projetos de verão&#8221; antes, mas a maioria foi por água abaixo por falta de tempo, e pela primeira vez este fator não vai estar contra mim. Então decidi tocar uma idéia que tenho na cabeça há MUITO tempo: montar minha própria máquina de arcade (ou, como chamavam na minha terra, &#8220;fliperama&#8221;). Não, não é essa da foto.</p>
<p><span id="more-735"></span></p>
<p>Cresci jogando estas máquinas. Meu jogo favorito até hoje é <a href="http://www.klov.com/game_detail.php?game_id=8855">New Rally-X</a>, mas nunca vou me esquecer da sensação de entrar num arcade e ouvir os sons de <a href="http://www.klov.com/game_detail.php?game_id=7881">Galaga</a> e <a href="http://www.klov.com/game_detail.php?game_id=7333">Choplifter</a>, torcer pelos amigos que jogavam <a href="http://www.klov.com/game_detail.php?game_id=10513">Yie Ar Kung-Fu</a> e me embasbacar com um gabinete &#8220;sit down&#8221; de <a href="http://www.klov.com/game_detail.php?game_id=8938">Out Run</a>. Ah, os bons tempos&#8230; qualquer PC furreba hoje em dia emula estes jogos com um pé nas costas (até meu Dingoo faz isto), mas a forma física da máquina é como um ícone daquela era. É uma forma de me conectar às sensações de um tempo que não volta mais (tá, vou parar, isso tá ficando filosófico demais).</p>
<p>Bom, mão na massa então. O primeiro passo é definir um <em>objetivo</em> (máquina de arcade) e <em>como alcançá-lo</em> (emulando os originais em um PC). O segundo é especificar o hardware do PC. Não é difícil: como disse, qualquer PC moderno emula os clássicos e mais alguns consoles domésticos de brinde, então não é preciso um micro super-poderoso. Acabei optando por uma solução de baixo custo e desempenho adequado.</p>
<p>A placa-mãe é uma <strong>IPXLP-MB</strong> da Gigabyte/PCWare, com um processador <strong>Intel Atom 330</strong> dual-core rodando a 1.6 GHz. É uma placa-mãe completamente integrada, com vídeo, som, rede e tudo o mais on-board, e custou cerca de R$ 300. A ela juntei <strong>1 GB de RAM DDR2</strong>, um <strong>HD SATA de 250 GB</strong> e uma <strong>fonte ATX</strong> genérica de 250 W reais.</p>
<p>O total ficou em um pouco menos de R$ 600. Poderia ter encontrado mais barato batendo perna na Sta. Ifigênia, mas preferi fazer tudo online, do conforto de minha cadeira, e usar a manhã de sábado que gastaria de loja em loja testando os componentes.</p>
<p>Eu exagerei na fonte (mas não achei uma ATX de potência menor) e no tamanho do HD (mas um de 160 GB é <em>mais caro</em>): um arcade doméstico pode facilmente rodar a partir de um cartão Compact Flash de 16 GB. Se você tiver um HD de 40 ou 80 GB sobrando no fundo do armário, melhor ainda (<em>free parts!</em>). Mas espaço em disco nunca é demais.</p>
<p>Ainda não achei um gabinete mini ITX com preço decente para abrigar tudo isso. Teoricamente eu não preciso de um gabinete, já que vou fazer um. Mas eu realmente gostaria de ter um lugar quentinho e seguro para abrigar a placa até lá. Posso perfeitamente montá-la em uma peça de MDF para os testes, mas tenho criança e gatos em casa, e ambos são curiosos. Melhor evitar acidentes.</p>
<p>Próximo passo: montar os componentes, definir um sistema operacional e fazer testes do software: emulador (<a href="http://mamedev.org/">MAME</a>), frontend e os jogos em si para ver como é o desempenho. Aqui fica a dúvida: Windows ou Linux? O natural seria usar o Linux, mas há um frontend <em>fantástico</em> para o Windows chamado <a href="http://hyperspin-fe.com/">Hyperspin</a> que me deixou de queixo caído. Infelizmente o desempenho dele em um Atom 270 single-core de 1.6 GHz deixou a desejar. Vamos ver como fica com a placa nova.</p>
<p>Não percam nos próximos posts a conclusão desta emocionante saga. Será que o Rigues vai conseguir, uma vez na vida, concluir um projeto? Ou vai desistir no meio do caminho e transformar o Atom em um servidor de arquivos pra casa? Respostas em breve.</p>
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		<title>Brincando com o Chrome OS</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 00:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estou digitando este post em um belo netbook rodando o Chrome OS, o novo sistema operacional para ultraportáteis desenvolvido pelo Google. Não, não consegui nenhum protótipo ultra-secreto vindo de Taiwan. O netbook é meu próprio Dell Mini 9, e o sistema é um &#8220;build&#8221; criado a partir do código-fonte oficial do sistema pelo hacker Hexxeh, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-medium wp-image-717" title="Chromium OS" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/12/chromiumcherry-241x300.jpg" alt="Chromium OS" width="193" height="240" />Estou digitando este post em um belo netbook rodando o Chrome OS, o novo sistema operacional para ultraportáteis desenvolvido pelo Google. Não, não consegui nenhum protótipo ultra-secreto vindo de Taiwan. O netbook é meu próprio Dell Mini 9, e o sistema é um &#8220;build&#8221; criado a partir do código-fonte oficial do sistema pelo hacker Hexxeh, batizado de <a href="http://chromeos.hexxeh.net/">Chromium OS Cherry</a>.</p>
<p>Você também pode experimentar: graças à magia do Open Source o sistema roda na maioria dos netbooks com processador Intel Atom e vídeo Intel, e tudo de que você precisa é de um pendrive de 1 GB. Se você tem um netbook ou notebook Dell (Mini 9, Mini 10v e Latitude 2010) é ainda mais fácil: a própria Dell oferece imagens do Chrome OS feitas <a href="http://en.community.dell.com/blogs/direct2dell/archive/2009/12/03/more-from-doug-on-the-chromium-os-and-dell-netbooks.aspx">sob medida</a> (mas sem suporte) para suas máquinas.</p>
<p>Mas chega de blá, blá, blá. &#8220;<em>E aí, como é o Chrome OS?</em>&#8220;, você me pergunta. Seguem minhas impressões:</p>
<p>O boot é rápido, cerca de 15 segundos, bem como ações como abrir uma nova aba e carregar sites. Vídeo em flash como no YouTube roda tão bem quanto no Firefox sob o Ubuntu. Neste ponto, não tenho nada a reclamar. Estou com seis abas abertas: uma delas com um aplicativo Web 2.0 (GMail), outra com um Flash Player fazendo streaming de áudio (minha rádio favorita) e até agora não tive problemas.</p>
<p>O suporte a hardware, para um sistema que na prática ainda é um &#8220;pré-alpha&#8221;, é bastante satisfatório. Vídeo e som funcionaram de primeira, mas a sensibilidade do trackpad veio baixa demais por padrão. Nada que um ajuste no painel de opções não resolvesse.</p>
<p>A autonomia de bateria <em>parece</em> ser bem menor que em sistemas como o Ubuntu Netbook Remix. Vi ela levar um tombo <strong>feio</strong> de 82% para 26% em pouco mais de meia hora. Observando o medidor, a carga cai <strong>1% por minuto. <span style="font-weight: normal;">Ainda não sei se isso é erro do applet de medição ou consumo excessivo mesmo. Se for consumo, é provavelmente devido a um sistema de gerenciamento de energia não configurado. Isso merece ser investigado, fiquem de olho por aqui.</span></strong></p>
<p>Não há um meio fácil de definir o layout do teclado como ABNT2, ou seja, nada de acentuação (vejam a solução mais adiante). A interface Wi-Fi funciona bem, mas como é uma Broadcom é necessário esperar cinco minutos até ela ser capaz de &#8220;enxergar&#8221; as redes disponíveis.</p>
<p>O sistema em si é incrivelmente simples. Em relação a uma cópia do Google Chrome em um PC qualquer as únicas diferenças são três ícones no canto superior direito da tela (bateria, Wi-Fi e opções) e o logo do Chrome no canto superior esquerdo, que dá acesso a uma página com atalhos para aplicativos web, sem nenhuma possibilidade de modificação. Se você já viu o Google Chrome, viu 90% do que o Chrome OS tem a oferecer <strong><em>no momento</em><span style="font-weight: normal;">.</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-weight: normal;">Friso o &#8220;no momento&#8221;, porque a versão final do Chrome OS, que só chega ao mercado daqui a um ano e rodará em máquinas feitas sob medida, com certeza será diferente e muito mais interessante. Eu, que acredito firmemente na idéia de &#8220;viver na web&#8221; proposta pelo Google, aguardo ansioso.</span></strong></p>
<p><span style="font-weight: normal;"><strong>UPDATE: </strong>A solução para a acentuação em teclados ABNT2 apareceu fácil quando descobri como acessar um terminal. Tecle <em>Ctrl + Alt + T</em> e digite o comando:</span></p>
<pre><span style="font-weight: normal;"><span style="font-weight: bold; font-style: normal;">setxkbmap</span> -model <span style="font-weight: bold; font-style: normal;">abnt2</span> -layout br -variant <span style="font-weight: bold; font-style: normal;">abnt2</span></span></pre>
<p>Problema resolvido. Outro truque: <em>Shift + Esc </em>abre um gerenciador de tarefas, e digitar <em>about:memory</em> na barra de tarefas do navegador mostra o consumo de memória em detalhes.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Ubuntu 9.04 Netbook Remix no Eee PC 701</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Mar 2009 02:10:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[701]]></category>
		<category><![CDATA[eee]]></category>
		<category><![CDATA[jaunty]]></category>
		<category><![CDATA[netbook]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Comentário rápido: quando vi que saiu o primeiro beta do Ubuntu 9.04 (codinome Jaunty Jackalope), corri para dar uma &#8220;olhadinha&#8221;. Baixei a ISO do LiveCD/instalação, passei pra um pendrive usando o UNetbootin e instalei no meu companheiro de aventuras: um Eee PC 701 com 512 MB de RAM. Me decepcionei com o desempenho. A interface [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Comentário rápido: quando vi que saiu o primeiro beta do <a href="http://www.ubuntu.com/testing/jaunty/beta">Ubuntu 9.04</a> (codinome <em>Jaunty Jackalope</em>), corri para dar uma &#8220;olhadinha&#8221;. Baixei a ISO do LiveCD/instalação, passei pra um pendrive usando o <a href="http://unetbootin.sourceforge.net/">UNetbootin</a> e instalei no meu companheiro de aventuras: um Eee PC 701 com 512 MB de RAM.</p>
<p>Me decepcionei com o desempenho. A interface <em>Netbook Remix</em> é absurdamente lenta: são necessários quase dois segundos para ela reagir e fazer o &#8220;mouseover&#8221; dos itens nas listas laterais. Abrir o Firefox demora notavelmente mais do que no Ubuntu 8.10 usando o desktop padrão. Acabei desinstalando e colocando o Ubuntu 8.10 de volta no lugar.</p>
<p>Entendo que a versão Netbook Remix é otimizada para netbooks com telas de 10 polegadas e processadores Atom, mas podiam fazer um trabalho para garantir que ela rodasse pelo menos de forma &#8220;usável&#8221; no Eee PC 701, máquina que iniciou a onda dos netbooks e ainda é bastante popular por aí. Acho que é hora de trocar de máquina.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O Mobo e o Pinguim</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Oct 2008 20:27:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hardware]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando brinquei com a primeira versão do Mobo, há cerca de cinco meses, confesso que fiquei um pouco desapontado pela pouca compatibilidade com o Linux, o que acabou me levando a comprar um Eee PC 701 (apesar da menor autonomia da bateria). Wi-Fi e leitores de cartão não funcionavam, vídeo estava restrito ao modo VESA, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando brinquei com a <a href="http://rigues.badcoffee.info/2008/05/11/linux-no-positivo-mobile-mobo/">primeira versão do Mobo</a>, há cerca de cinco meses, confesso que fiquei um pouco desapontado pela pouca compatibilidade com o Linux, o que acabou me levando a comprar um Eee PC 701 (apesar da menor autonomia da bateria). Wi-Fi e leitores de cartão não funcionavam, vídeo estava restrito ao modo VESA, som tinha problemas com a saída de fones de ouvido, etc.</p>
<p>Ou seja, daria um trabalho considerável deixar o pinguim &#8220;redondo&#8221; na maquininha, e a compatibilidade total não era garantida. Pra piorar, os 2 GB de flash interna eram um pouco apertados: um Ubuntu completo ocupa 2.5 GB. Claro, sempre dá pra remover pacotes e forçar o sistema em uma dieta, mas é mais trabalho.</p>
<p>Fico feliz em dizer que, com os novos Mobo White baseado no processador Atom, a situação é bem diferente. Colocar a versão mais recente (8.04.1) do Ubuntu no Mobo White 1050 foi moleza, e os poucos ajustes que precisei fazer manualmente tomaram só alguns minutos. No final das contas, o resultado foi um sistema com bom desempenho e bom suporte a hardware.</p>
<p>Começando pelas boas notícias, o vídeo foi configurado corretamente já no instalador do Ubuntu, com resolução correta (1024 x 600) e aceleração. A instalação em si levou cerca de 15 minutos, sem nenhum problema. Logo no primeiro boot, vi que o Compiz estava habilitado e teclado, mouse (trackapad) e som corretamente configurados. O medidor de bateria no painel estava funcionando corretamente, assim como o recurso de sleep.</p>
<p>A opção &#8220;hibernate&#8221; (hibernação) também estava lá, mas não funcionou a contento. Na primeira tentativa, a máquina hibernou e não voltou mais, nem pressionando o botão de power. Tive que retirar e recolocar a bateria para ressuscitá-la. Assim que ela acordou, tentei um segundo sleep consecutivo, quando tomei um kernel panic. </p>
<p>A princípio, a interface Wi-Fi não funciona. Mas o Wiki de usuários do Wind tem <a href="http://wiki.msiwind.net/index.php/Ubuntu_8.04_Hardy_Heron#Option_2:_Compiling_Drivers_for_the_Supplied_Wireless_Card">instruções para habilitá-la</a>, compilando manualmente os drivers. As instruções são fáceis de seguir, e funcionaram de primeira. Em cerca de 15 minutos (contando o tempo para baixar e compilar os drivers) o Mobo estava conectado à minha rede Wireless. A única desvantagem deste método é que cada atualização do kernel vai te deixar temporariamente sem Wi-Fi, até você recompilar os drivers. Futuras versões do Ubuntu, como a Intrepid Ibex (8.10), devem resolver o problema.</p>
<p>Por fim, o leitor de cartões (que costuma dar dor de cabeça no Linux) funcionou de primeira sem ajuste manual. E dizem que a Webcam funciona, mas não consegui testar: o atalho para habilitá-la (Fn + F6) não funcionou, e ela não foi encontrada por programas como o Cheese ou Skype.</p>
<p>Se você procura um ultraportátil para rodar Linux, o Mobo White é uma boa pedida. O desempenho é bom (a máquina é bem mais &#8220;esperta&#8221; que um Eee PC 701, por exemplo) e a compatibilidade também. A Positivo vai comercializar uma versão exclusiva com Linux, chamada Mobo White 1000 (mas com hardware mais fraco: HD de 80 GB e 512 MB de RAM), mas mesmo se você comprar os modelos mais caros com Windows, não deve ter problemas.</p>
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