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	<title>BADCOFFEE &#187; Review</title>
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	<description>Informática e tecnologia, por Rafael Rigues</description>
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		<title>Arquivos perdidos da CES 2009: Mana Potion</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 03:01:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Game]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>
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		<description><![CDATA[Tenho uma confissão a fazer: durante a cobertura da MacWorld e CES 2009 eu fiz nada menos que 72 vídeos, e só uma dúzia deles chegou a ir ao ar. É fácil entender o motivo: a correria é imensa, banda larga boa o suficiente para upload de vídeos está, por incrível que pareça, disponível apenas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho uma confissão a fazer: durante a cobertura da MacWorld e CES 2009 eu fiz nada menos que 72 vídeos, e só uma dúzia deles chegou a ir ao ar. É fácil entender o motivo: a correria é imensa, banda larga boa o suficiente para upload de vídeos está, por incrível que pareça, disponível apenas na sala de imprensa e há coisas demais para uma pessoa só administrar. O resultado é que acabei subindo apenas o que considerei &#8220;mais interessante&#8221; e deixei o resto &#8220;para depois&#8221;. E o depois acabou se arrastando por um ano.</p>
<p>Mas ontem, vendo as fotos do povo na fila para a apresentação do Ballmer, me lembrei dos vídeos e corri atrás. Encontrei vários clipes de bastidores (como a fila para o Ballmer, igualzinha), produtos curiosos e cenas inusitadas que encontrei por lá, e decidi começar a postar tudo isso no YouTube. Se eu for esperar até tomar vergonha na cara para editar e organizar tudo como se deve os clipes nunca irão ao ar. Portanto, estou postando o material &#8220;cru&#8221; ou com edição mínima.</p>
<p>A imagem não é das melhores (eu tinha acabado de comprar a filmadora em uma Best Buy dois dias antes, e estava aprendendo a usar), as cenas tremem (tente manter uma câmera estável depois de dormir só quatro horas na noite anterior e tomar cinco doses de espresso para compensar) e o áudio estoura, mas mesmo assim eles ainda valem a pena. São uma visão curiosa dos &#8220;bastidores da reportagem&#8221;, pra quem se interessa por como as coisas funcionam ou acha que a cobertura de uma CES é um paraíso de uma semana em cassinos, comida farta e gadgets legais.</p>
<p>Começo por um review da&#8230; <strong><em>Mana Potion</em></strong>, que não tem muito a ver com a CES propriamente dita: Mana Potions são energéticos vendidos para gamers nos EUA, batizados como as poções geralmente usadas para recuperar energia &#8220;espiritual&#8221; ou mágica em jogos de RPG. Tem uma composição diferente de bebidas como Red Bull, e prometem te deixar alerta sem &#8220;danos colaterais&#8221; como a agitação excessiva ou cansaço insuperável quando o efeito acaba.</p>
<p>Comprei (a US$ 3.50 o frasco) como última tentativa de encontrar uma alternativa às cinco doses de espresso. Funciona? NÃO:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/_K-JZmexWwk&amp;hl=en&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/_K-JZmexWwk&amp;hl=en&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>O efeito colateral mencionado no vídeo aconteceu mesmo, e não foi NADA agradável. Câmera e &#8220;trilha sonora&#8221; por André Faure. Mais clipes em breve.</p>
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		<title>Brincando com o Chrome OS</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 00:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
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		<description><![CDATA[Estou digitando este post em um belo netbook rodando o Chrome OS, o novo sistema operacional para ultraportáteis desenvolvido pelo Google. Não, não consegui nenhum protótipo ultra-secreto vindo de Taiwan. O netbook é meu próprio Dell Mini 9, e o sistema é um &#8220;build&#8221; criado a partir do código-fonte oficial do sistema pelo hacker Hexxeh, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-medium wp-image-717" title="Chromium OS" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/12/chromiumcherry-241x300.jpg" alt="Chromium OS" width="193" height="240" />Estou digitando este post em um belo netbook rodando o Chrome OS, o novo sistema operacional para ultraportáteis desenvolvido pelo Google. Não, não consegui nenhum protótipo ultra-secreto vindo de Taiwan. O netbook é meu próprio Dell Mini 9, e o sistema é um &#8220;build&#8221; criado a partir do código-fonte oficial do sistema pelo hacker Hexxeh, batizado de <a href="http://chromeos.hexxeh.net/">Chromium OS Cherry</a>.</p>
<p>Você também pode experimentar: graças à magia do Open Source o sistema roda na maioria dos netbooks com processador Intel Atom e vídeo Intel, e tudo de que você precisa é de um pendrive de 1 GB. Se você tem um netbook ou notebook Dell (Mini 9, Mini 10v e Latitude 2010) é ainda mais fácil: a própria Dell oferece imagens do Chrome OS feitas <a href="http://en.community.dell.com/blogs/direct2dell/archive/2009/12/03/more-from-doug-on-the-chromium-os-and-dell-netbooks.aspx">sob medida</a> (mas sem suporte) para suas máquinas.</p>
<p>Mas chega de blá, blá, blá. &#8220;<em>E aí, como é o Chrome OS?</em>&#8220;, você me pergunta. Seguem minhas impressões:</p>
<p>O boot é rápido, cerca de 15 segundos, bem como ações como abrir uma nova aba e carregar sites. Vídeo em flash como no YouTube roda tão bem quanto no Firefox sob o Ubuntu. Neste ponto, não tenho nada a reclamar. Estou com seis abas abertas: uma delas com um aplicativo Web 2.0 (GMail), outra com um Flash Player fazendo streaming de áudio (minha rádio favorita) e até agora não tive problemas.</p>
<p>O suporte a hardware, para um sistema que na prática ainda é um &#8220;pré-alpha&#8221;, é bastante satisfatório. Vídeo e som funcionaram de primeira, mas a sensibilidade do trackpad veio baixa demais por padrão. Nada que um ajuste no painel de opções não resolvesse.</p>
<p>A autonomia de bateria <em>parece</em> ser bem menor que em sistemas como o Ubuntu Netbook Remix. Vi ela levar um tombo <strong>feio</strong> de 82% para 26% em pouco mais de meia hora. Observando o medidor, a carga cai <strong>1% por minuto. <span style="font-weight: normal;">Ainda não sei se isso é erro do applet de medição ou consumo excessivo mesmo. Se for consumo, é provavelmente devido a um sistema de gerenciamento de energia não configurado. Isso merece ser investigado, fiquem de olho por aqui.</span></strong></p>
<p>Não há um meio fácil de definir o layout do teclado como ABNT2, ou seja, nada de acentuação (vejam a solução mais adiante). A interface Wi-Fi funciona bem, mas como é uma Broadcom é necessário esperar cinco minutos até ela ser capaz de &#8220;enxergar&#8221; as redes disponíveis.</p>
<p>O sistema em si é incrivelmente simples. Em relação a uma cópia do Google Chrome em um PC qualquer as únicas diferenças são três ícones no canto superior direito da tela (bateria, Wi-Fi e opções) e o logo do Chrome no canto superior esquerdo, que dá acesso a uma página com atalhos para aplicativos web, sem nenhuma possibilidade de modificação. Se você já viu o Google Chrome, viu 90% do que o Chrome OS tem a oferecer <strong><em>no momento</em><span style="font-weight: normal;">.</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-weight: normal;">Friso o &#8220;no momento&#8221;, porque a versão final do Chrome OS, que só chega ao mercado daqui a um ano e rodará em máquinas feitas sob medida, com certeza será diferente e muito mais interessante. Eu, que acredito firmemente na idéia de &#8220;viver na web&#8221; proposta pelo Google, aguardo ansioso.</span></strong></p>
<p><span style="font-weight: normal;"><strong>UPDATE: </strong>A solução para a acentuação em teclados ABNT2 apareceu fácil quando descobri como acessar um terminal. Tecle <em>Ctrl + Alt + T</em> e digite o comando:</span></p>
<pre><span style="font-weight: normal;"><span style="font-weight: bold; font-style: normal;">setxkbmap</span> -model <span style="font-weight: bold; font-style: normal;">abnt2</span> -layout br -variant <span style="font-weight: bold; font-style: normal;">abnt2</span></span></pre>
<p>Problema resolvido. Outro truque: <em>Shift + Esc </em>abre um gerenciador de tarefas, e digitar <em>about:memory</em> na barra de tarefas do navegador mostra o consumo de memória em detalhes.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Motorola DEXT: Primeiras impressões</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 16:22:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hardware]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[android]]></category>
		<category><![CDATA[cliq]]></category>
		<category><![CDATA[dext]]></category>
		<category><![CDATA[motorola]]></category>
		<category><![CDATA[smartphone]]></category>

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		<description><![CDATA[UPDATE: Post atualizado em 01/12/09 às 01:01, com informações sobre a tela e mais detalhes da autonomia de bateria Desde a última sexta-feira estou usando um Motorola DEXT, o primeiro smartphone Android da Motorola, como meu smartphone no lugar do bom e velho Nokia N95. Usando e gostando muito, diga-se de passagem. Pretendo fazer um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/11/DEXT.JPG" rel="lightbox[694]"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-697" title="Motorola DEXT" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/11/DEXT-150x150.jpg" alt="Motorola DEXT" width="150" height="150" /></a></p>
<p><strong>UPDATE: </strong><em>Post atualizado em 01/12/09 às 01:01, com informações sobre a tela e mais detalhes da autonomia de bateria</em></p>
<p>Desde a última sexta-feira estou usando um Motorola DEXT, o primeiro smartphone Android da Motorola, como meu smartphone no lugar do bom e velho Nokia N95. Usando e gostando muito, diga-se de passagem. Pretendo fazer um review detalhado dele em breve, mas por enquanto seguem aqui as primeiras impressões sobre o aparelho.<strong></strong></p>
<p><strong>Design e Hardware: </strong>Não chama a atenção, o que não quer dizer q ue seja ruim. O corpo tem um tom &#8220;grafite&#8221; metálico, que a Motorola já usou em outros aparelhos como o RAZR2 V8. Ele é grandalhão, mas ainda assim um pouco mais fino que o N95. O teclado QWERTY integrado (com direcional!) tem teclas grandes e é confortável. O plugue P2 no topo permite o uso de seus fones de ouvido favoritos, e um único cabo micro USB serve tanto para conexão de dados quanto recarga da bateria interna.</p>
<p>A tela tem 3.1 polegadas com resolução de 320 x 480 pixels (mesma do iPhone) e é muito nítida e brilhante: eu a uso com o brilho a 25% e é mais do que suficiente. Não há problemas com ângulos de visão e o contraste é muito bom, o que a torna bastante adequada para assistir um filme, por exemplo. Sob a luz direta do sol ela perde muita legibilidade, como toda tela LCD.</p>
<p><span id="more-694"></span></p>
<p><strong>Bateria:</strong> OK, vamos falar logo dela. O DEXT, como qualquer smartphone Android, foi feito para viver conectado à web. Some-se à isso o software Motoblur, que puxa constantemente informações sobre seus contatos de redes sociais como o Facebook e Twitter, para mencionar só duas, e você tem um consumo de bateria bastante elevado.</p>
<p>Ainda estou um pouco fora do meu padrão normal de uso, mas as estimativas iniciais dão algo na faixa de 8 horas de autonomia, no máximo. É pouco, ainda mais para quem, como eu, está acostumado a recarregar o N95 dia sim, dia não. Terei dados mais concretos em breve.</p>
<p><em><strong>Update:</strong></em> Os resultados do primeiro teste típico de bateria chegaram. Tirei o Dext da tomada às 9 da manhã desta segunda-feira, e o usei como parte de minha rotina normal: uma hora lendo e-books, duas chamadas curtas, alguns minutos de navegação na rede 3G, meia dúzida de fotos. De resto, Motoblur correndo em segundo plano, baixando atualizações do Twitter e mensagens do GMail.</p>
<p>Às 19:30 recebi o primeiro alerta de bateria baixa, 15%. Uma hora depois, outro alerta a 10%. Desliguei Wi-Fi, Bluetooth e GPS para ver se ele aguentava mais um pouco até eu chegar em casa. Não aguentou. Às 21:05 ele se desligou sozinho, quando a bateria chegou a praticamente zero. Veredicto: umas 10 horas de uso &#8220;leve&#8221;, sete no máximo se você é &#8220;heavy user&#8221;. Carregue o cabo USB na bolsa.</p>
<p><strong>Desempenho:</strong> Não tenho do que reclamar. A tela sensível ao toque responde muito bem a toques e gestos, sem que você precise ficar &#8220;cutucando&#8221; o ícone até o aparelho entender o que você quer. Aplicativos abrem rapidinho, o acesso à web via 3G é ligeiro, e via Wi-Fi mais ainda. Ainda estou me acostumando com a idéia de que você não fecha a maioria dos aplicativos, simplesmente os deixa rodando em segundo plano. Tenho más lembranças de smartphones Windows Mobile reclamando de falta de memória (ou simplesmente travando/rebootando) por causa de aplicativos demais abertos, mas o Android parece gerenciar isso de forma muito melhor, e não notei impacto no desempenho.</p>
<p><strong>Motoblur: </strong>O aplicativo da Motorola transforma seu smartphone em um &#8220;portal&#8221; para suas redes sociais favoritas. Assim que você tira o aparelho da caixa um assistente o guia pelo processo de configuração, onde você define em quais redes quer ficar sempre &#8220;de olho&#8221;. A partir daí, o aparelho checa sozinho por atualizações e as coloca em widgets na tela principal. Por isso, fica o alerta: <em>não use o DEXT sem um plano de dados!</em>. De preferência, ilimitado.</p>
<p>Responder a uma mensagem no Twitter, por exemplo, é tão simples quanto clicar no widget, expandí-lo para tela inteira e clicar no botão de resposta. Todas as informações vindas das redes sociais são integradas com outras partes do sistema: se abro o contato de um amigo na agenda, por exemplo, logo no topo da tela vejo a última mensagem que ele deixou no Facebook. Divertido.</p>
<p><strong>Sistema operacional:</strong> É o Android 1.5  &#8220;cupcake&#8221;. A Motorola não informou se haverá atualizações para a versão 1.6 (Donut) ou mesmo 2.0 (Eclair, usada no Motorola Milestone). Quem me conhece sabe que <strong>odeio</strong> o Windows Mobile e gosto do Symbian, mas o Android está rapidamente se tornando meu favorito.</p>
<p>O sistema é rápido, as coisas estão onde deveriam estar (especialmente na parte de configuração do aparelho) e há várias decisões inteligentes em todo canto. De coisas simples como tirar as notificações do caminho, colocando-as em uma &#8220;cortina&#8221; na barra de ferramentas, às múltiplas telas iniciais (três no Android &#8220;padrão&#8221;, 5 no DEXT) e a capacidade de alternar automaticamente entre redes Wi-Fi conhecidas e a rede 3G sem me perguntar antes se realmente quero fazer isso.</p>
<p>A loja de aplicativos, a Android Market, é sensacional. É menor que a do iPhone, claro (16 mil títulos contra 100 mil da Apple), mas encontrei muita coisa boa (e gratuita) por lá. Infelizmente ela é um pouco mal-nutrida no quesito jogos, e ainda não temos acesso a aplicativos pagos. Um dia a gente chega lá.</p>
<p><strong>Câmera:</strong> 5 MP, com autofoco e sem flash. Já posso ouvir gente resmungando: &#8220;PQP, sem flash!&#8221;. Mas a verdade é que o flash da maioria dos celulares no mercado não passa de um LED branco que mais atrapalha (lavando tudo o que está na frente da lente) do que ajuda. Se você quer boas fotos noturnas, compre uma câmera digital. Para o resto (dia, indoor, fotos noturnas em locais iluminados) o DEXT dá conta do recado, embora eu ache que a saturação de cor poderia ser um pouco melhor, bem como a nitidez. Ainda não brinquei com vídeo. Fotos de amostra em breve.</p>
<p><strong>Aplicativos:</strong> São a verdadeira alegria de se ter um smartphone Android ou um iPhone. Andei fuçando o Android Market, e até o momento posso recomendar:</p>
<ul>
<li><strong>Aldiko:</strong> excelente leitor de e-Books. Configurável na medida certa, interface linda e baixa livros automaticamente (no formato EPUB) do <a href="http://feedbooks.com/">Feedbooks</a>, tanto obras licenciadas sob a Creative Commons quanto grandes clássicos (como 20 mil Léguas Submarinas) cujo copyright já expirou. Essencial.</li>
<li><strong>Bonsai Blast</strong>: Clone de &#8220;Zuma&#8221; com temática oriental. Bom para matar o tempo na fila do restaurante, e é gratuito.</li>
<li><strong>Droid Scan:</strong> Serve para &#8220;escanear&#8221; documentos. Funciona assim: tire uma foto de um documento qualquer, marque os quatro cantos dele com toques na tela e o programa aplica um algoritmo de correção de perspectiva, transformando aquele recibo meio torto em uma imagem retinha e pronta para arquivar.</li>
<li><strong>Jewellust Lite:</strong> Clone de &#8220;Bejeweled&#8221;. Preciso dizer mais?</li>
<li><strong>Quickpedia:</strong> Interface para a Wikipedia, com alguns recursos bacanas. Tem tráfego de dados menor que um acesso via navegador, divide o artigo em &#8220;sessões&#8221; que podem ser contraídas e expandidas à vontade (facilitando a navegação) e tem o interessante recurso &#8220;Nearby&#8221;, que puxa artigos relacionados ao local onde você está.</li>
<li><strong>Seesmic: </strong>O melhor cliente Twitter para Android. E é gratuito.</li>
<li><strong>Video Player:</strong> Um simples player de vídeo, capaz de tocar arquivos no mesmo formato usado pelo iPod. Infelizmente, nada de DiVX.</li>
</ul>
<p>Como de costume, deixo os comentários abertos para as perguntas dos leitores. Alguém?</p>

<a href='http://rigues.badcoffee.info/2009/11/30/motorola-dext-primeiras-impressoes/dext/' title='Motorola DEXT'><img width="150" height="150" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/11/DEXT-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Motorola DEXT" title="Motorola DEXT" /></a>
<a href='http://rigues.badcoffee.info/2009/11/30/motorola-dext-primeiras-impressoes/2009-11-29-15-29-31/' title='Motorola DEXT: Amostra de imagem'><img width="150" height="150" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/11/2009-11-29-15.29.31-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Vista da janela da minha sala" title="Motorola DEXT: Amostra de imagem" /></a>
<a href='http://rigues.badcoffee.info/2009/11/30/motorola-dext-primeiras-impressoes/2009-11-29-15-30-06_sao-paulo_sao-paulo_br/' title='Motorola DEXT: Amostra de imagem'><img width="150" height="150" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/11/2009-11-29-15.30.06_São-Paulo_São-Paulo_BR-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Bit, dormindo no sofá da sala" title="Motorola DEXT: Amostra de imagem" /></a>
<a href='http://rigues.badcoffee.info/2009/11/30/motorola-dext-primeiras-impressoes/2009-11-29-00-17-42_edit0/' title='Motorola DEXT: Amostra de imagem'><img width="150" height="150" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/11/2009-11-29-00.17.42_edit0-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Rua Augusta à noite" title="Motorola DEXT: Amostra de imagem" /></a>

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		<title>Análise: Dingoo Digital A320</title>
		<link>http://rigues.badcoffee.info/2009/08/23/analise-dingoo-digital-a320/</link>
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		<pubDate>Sun, 23 Aug 2009 17:26:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rigues</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Hardware]]></category>
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		<category><![CDATA[dingoo]]></category>
		<category><![CDATA[emulador]]></category>
		<category><![CDATA[portátil]]></category>

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		<description><![CDATA[Análise do Dingoo Digital A320, um console portátil produzido na China e capaz de rodar jogos de vários consoles do passado, do NES e Master System ao Neo-Geo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/p1050971.jpg" rel="lightbox[618]"><img class="size-thumbnail wp-image-634 alignright" style="border: 0pt none; margin: 5px;" title="Alien vs. Predator" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/p1050971-150x150.jpg" alt="Um jogo de CPS-2 (Arcade) rodando no emulador nativo" width="150" height="150" /></a></p>
<p>Ufa! Finalmente, depois de uma semana corrida, consegui tempo para escrever este (longo) review de meu mais novo brinquedo, o Dingoo Digital A320. Se tiverem dúvidas após ler o texto, deixem suas perguntas nos comentários e tentarei atualizar o artigo com as respostas.</p>
<p>Já deixo claro que aqui pretendo apenas descrever o console e seu software, e não vou entrar em detalhes como <a href="http://dingoo-scene.blogspot.com/2009/07/idiots-guide-to-installing-dingux-using.html">tutoriais de instalação do Dingux</a> ou de conversão de ROMs. Há muitos locais com tal informação na internet, vários deles linkados ao longo do texto.</p>
<p>Também deixo claro que <em>não presto suporte</em> a hardware e software. Tais pedidos serão sumariamente ignorados. Seu Dingoo veio com defeito? Devolva pra loja. Não sabe copiar os jogos pra memória? Leia o manual. O Google é seu amigo.</p>
<p>Mas vamos lá. Antes de mais nada, &#8220;o que é o Dingoo&#8221;? É um <em>portable media player</em> ou console portátil produzido na China pela Dingoo Digital, uma empresa baseada em Shenzen. Seria mais um entre muitos &#8220;MP9&#8243; produzidos pelas fábricas chinesas se não fosse por alguns detalhes: seu design pensado especificamente para jogos (copiando o Nintendo DS Lite) e seu firmware, que inclui emuladores para uma variedade de consoles do passado. Além disso, ele também reproduz filmes em uma variedade de formatos (como Windows Media, Real Media e DiVX), músicas (MP3, APE, FLAC) e tem os tradicionais Rádio FM e leitor de e-Book, além de alguns jogos próprios.</p>
<p><span id="more-618"></span></p>
<p>Ao contrário da maioria dos &#8220;MP9&#8243;, que se contentam em emular o NES, o Dingoo emula NES, Super NES, Gameboy Advance, Megadrive, Capcom CPS-1 e CPS-2 (placas de arcade) e Neo-Geo. A qualidade da emulação impressiona: NES, GBA, CPS-1, CPS-2 e Neo-Geo são quase perfeitos, embora Megadrive e SNES deixem muito a desejar. O firmware pode ser atualizado, bem como os emuladores internos.</p>
<p>Com essa versatilidade, uma comunidade de entusiastas se formou ao redor do aparelho e começou a explorar seu potencial. Surgiram firmwares hackeados, aplicativos para overclock do processador, versões atualizadas dos emuladores inclusos com o aparelho e até mesmo emuladores novos, como os de ColecoVision e Master System/Game Gear.</p>
<p>Logo surgiu também um &#8220;port&#8221; do Linux (<a href="http://www.dingux.com">Dingux</a>, escrito pelo espanhol Booboo), e com isso as possibilidades de uso do console se expandiram ainda mais. Emuladores de Megadrive e SNES mais precisos, uma versão do MAME, ports de jogos como Doom, Quake, OpenTyrian e muito mais.</p>
<p>O hardware é bastante capaz, baseado em um processador JZ4732 da Ingenic (um clone de um MIPSII) rodando a 360 MHz (sob underclock, a velocidade nominal é de 400 MHz), acompanhado de 32 MB de RAM e 4 GB de memória flash interna, expansível com cartões MiniSD (sim, MiniSD, não microSD). É poder de sobra para muita brincadeira.</p>
<p>Por fim o preço é bastante convidativo. O console está disponível em uma variedade de revendedores na internet, comprei o meu por US$ 83 no <a href="http://www.dealextreme.com/details.dx/sku.20217">DealExtreme</a>. Fique atento aos impostos de importação, eles variam conforme o humor da alfândega. Eu paguei cerca de R$ 38, mas já vi gente que pagou R$ 110, ou não pagou nada.</p>
<p><strong>Acessórios e qualidade de construção</strong></p>
<p>O Dingoo vem em uma típica embalagem de Media Player chinês, com foto do produto na tampa e uma extensa lista de recursos na lateral. Dentro você encontra o console, três manuais (um em chinês, um em inglês e um livreto em chinês que não consegui identificar), um folheto em chinês, carregador (cópia do carregador do Macbook branco da Apple), cabo de saída para TV (o mesmo usado em celulares da Nokia), fones de ouvido, e um cabo USB, que não é longo o suficiente. Carregador, fones e cabo USB acompanham a cor do console, branco no meu caso. Senti falta de uma &#8220;cordinha&#8221; para prender o console ao pulso, como existe no DS. Sequer há um lugar no console para você amarrar sua própria.</p>
<p align="center"><a href="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/p1050970.jpg" rel="lightbox[618]"><img class="size-medium wp-image-633" title="Acessórios" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/p1050970-300x225.jpg" alt="Console e carregador, cabo USB, fones de ouvido e cabo de TV" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Assim que liguei o console, tomei um susto: linhas e barras avermelhadas dançavam sobre a imagem na tela, me fazendo suspeitar de um LCD com defeito. Depois de alguns minutos contemplando a agonia de mandar o brinquedo de volta para Hong Kong e esperar por um novo, notei que o problema era na verdade um mau-contato, aparentemente causado por um parafuso na traseira (debaixo dos pezinhos de borracha) que não havia sido apertado o suficiente. Uma chave philips e 2 minutos depois tudo estava bem.</p>
<p><a href="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/p1050983.jpg" rel="lightbox[618]"><img class="size-thumbnail wp-image-639 alignleft" style="border: 0pt none; margin: 5px;" title="Placa-mãe" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/p1050983-150x150.jpg" alt="A placa-mãe do Dingoo em toda sua glória. O LCD fica do outro lado" width="150" height="150" /></a></p>
<p>Dois dias depois o problema se repetiu, e resolvi abrir o console para identificar a raiz. Ajustei a pressão em dois parafusos que ficam ao lado do LCD e prendem o meio da placa-mãe na metade frontal do console (exatamente onde o cabo do LCD fica) e o problema foi resolvido. O console está estável até agora.</p>
<p>Não encontrei relatos de problemas similares na internet, então meu caso pode ser simplesmente &#8220;azar&#8221;, talvez causado por um ritmo acelerado de produção para atender à demanda gerada pela popularidade. Ainda assim é algo a levar em conta na hora da compra. Eu não me importo em &#8220;fuçar&#8221; meus produtos, na verdade até gosto disso, e já tinha aprendido o suficiente sobre o console para conduzir o &#8220;reparo&#8221; por conta própria antes mesmo dele chegar em casa. Sua milhagem pode variar.</p>
<p>Fora este incidente, o Dingoo parece bastante sólido. O &#8220;design&#8221; é uma cópia descarada da metade inferior do Nintendo DS. Várias lojas na internet o descrevem como &#8220;GBA Micro Form Factor&#8221;, o que não é correto: ele não é tão pequeno quanto um GBA Micro (graças a Deus), mas é menor que um DS Lite: é mais estreito, mais curto, mais fino e mais leve. Os botões respondem de forma adequada, nem duros nem macios demais, e o console no geral cabe bem nas mãos.</p>
<p>Claro, há alguns pecados de design: não gostei da posição dos gatilhos L e R: em vez de ficar &#8220;nos cantos&#8221; da parte de cima, como no Nintendo DS, eles estão posicionados mais no meio. Ainda assim, caem bem embaixo das pontas dos indicadores. Não há controle de volume no console (o ajuste é feito com uma combinação do direcional e botão de força) e duas saídas estão mal-posicionadas: a saída de TV, que deveria estar na parte de cima, está embaixo, virada para o usuário. E a de fone de ouvido, que deveria estar embaixo, está na lateral direita. Se você tem um fone de ouvido com plugue &#8220;reto&#8221;, em vez do comum plugue em L, ele vai ficar bem no caminho da palma da mão, atrapalhando a &#8220;pegada&#8221;.</p>
<p>O monitor LCD, de 2.8 polegadas, tem resolução de 320 x 240 pixels (perfeita para jogos antigos) e é MUITO brilhante. O nível de brilho 3 (de 5) já é bastante intenso, dá pra usar em 2 (o equivalente ao brilho da tela do DS original) numa boa. O ângulo de visão é bom, assim como a nitidez. Os alto-falantes internos ficam na parte de baixo, virados para o jogador e tem som alto porém meio abafado. Minha recomendação é usar fones, de preferência com controle de volume no cabo (por praticidade).</p>
<p>Meu console veio com a bateria com meia-carga. Segundo vários relatos, uma carga completa rende sete horas de jogo ininterrupto (claro, dependendo do nível de brilho da tela e volume do som). A recarga demorou três horas. Vale mencionar que a bateria <em>não é removível</em>, o que pode ser um problema daqui a alguns anos quando ela inevitavelmente morrer.</p>
<p><strong>Multimídia</strong></p>
<p>Não testei extensivamente a parte de multimídia do Dingoo. Ele tem MP3 Player, Flash Player (só flash 6), Video Player e Rádio FM. O MP3 Player surpreendeu: entre os arquivos de demonstração que vieram na memória do console, músicas em formatos como o FLAC e APE, que ele tocou sem problemas. Mesma coisa com Flash, o clipe incluso (uma animação estranha com porquinhos contando uma história em chinês) rodou direitinho.</p>
<p>Quando o assunto é vídeo, ele também é bastante versátil. Veio com amostras de arquivos em WMV, Real Media e DiVX, que rodaram perfeitamente. Mesma coisa com alguns episódios de anime de minha coleção, em formato DiVX e com resolução de 640 x 480.</p>
<p>Entretanto, com alguns outros arquivos ele se comportou de forma estranha: um episódio de MythBusters (em DiVX, 544&#215;346 pixels) sempre travava, levando o console junto, aos 06:57. Se eu ultrapassasse este ponto (usando o Fast Forward) o video continuava tocando normalmente até a marca dos 17 minutos, quando fechava sozinho, sempre no mesmo ponto.</p>
<p>Pensei que talvez o arquivo fosse um DiVX meio fora do padrão, e o reconverti (mantendo a resolução) com o Visual Hub no Mac, usando o profile &#8220;Best Compatibility&#8221;. Piorou, agora o arquivo fechava sozinho depois de cerca de um minuto e meio. Só consegui um arquivo &#8220;perfeito&#8221; convertendo para o profile DiVX Portable.</p>
<p>Ou seja, existe alguma limitação, talvez de bitrate, não de resolução, mas preciso de mais tempo para analisar isto com calma. Por sorte, <a href="http://sience.schattenkind.net/dingoo/Dingoo_a320_eng.htm">alguém fez o trabalho por mim</a>, testando as mais variadas combinações de codecs e bitrates possíveis.</p>
<p>A saída para TV é prática: para que levar o DVD Player para a praia, se você pode levar o Dingoo, um cartão de memória e o cabo de TV?</p>
<p><strong>Jogos nativos</strong></p>
<p>Além dos emuladores, o Dingoo<strong> </strong>também roda alguns<a href="http://a320.freeforums.org/app-games-for-your-dingoo-t168.html"> jogos nativos</a> (chamados de &#8220;3D Game&#8221; na interface), aparentemente desenvolvidos pela própria Dingoo Digital e que vem pré-instalados na memória. Alguns são jogos 3D, como o <em>survival horror</em> &#8220;7 Days &#8211; Salvation&#8221;, o jogo de corrida &#8220;Ultimate Drift&#8221; e o de luta &#8220;Decollation Warrior&#8221; (eita nomezinho). Outros são mais simples, como os puzzles Tetris (obviamente não licenciado) e &#8220;Amiba&#8217;s Candy&#8221;, um clone de Bejeweled.</p>
<p>No geral, todos tem gráficos e jogabilidade bem simples, equivalentes aos jogos de celular. Curiosamente há vários jogos de Gameboy Advance na memória, que aparentemente também são produções originais. Eles ficam na pasta &#8220;Interesting Game&#8221; (junto com os emuladores), e os arquivos não tem nomes, mas sim sequências numéricas. Saber qual é qual é questão de tentativa e erro.</p>
<p><strong>Emuladores</strong></p>
<p>Vamos à parte que realmente interessa, e o motivo pelo qual comprei o Dingoo: os emuladores. &#8220;De fábrica&#8221;, ele emula NES, GBA, SNES, Megadrive, Capcom CPS-1, Capcom CPS-2 e Neo-Geo. O nível de sucesso e precisão varia de acordo com o emulador. Uma curiosidade: para rodar um jogo você não abre o emulador e escolhe a ROM. O processo é o inverso: entre em &#8220;Interesting Game&#8221; no menu principal, encontre a ROM que você quer jogar e tecle A. O emulador abre automaticamente.</p>
<p>Todos os emuladores que vem com o console tem uma interface mais ou menos padronizada, acessível com a combinação Select + Start. Nas opções é possível controlar volume do som, frameskipping, salvar ou carregar o jogo  e mais.</p>
<p><a href="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/p1050972.jpg" rel="lightbox[618]"><img class="size-thumbnail wp-image-635 alignleft" style="border: 0pt none; margin: 5px;" title="Aria of Sorrow" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/p1050972-150x150.jpg" alt="Um jogo de Gameboy Advance rodando no emulador nativo" width="150" height="150" /></a></p>
<p>NES e GBA são praticamente perfeitos. Há detalhezinhos, como a emulação de som do NES onde os instrumentos parecem soar um pouco diferentes (vejam Castlevania 3 para ter uma idéia), mas nada grave. Rodei Castlevania 3 (que tem uma parte com scroll vertical logo na primeira fase notoriamente difícil de emular), Tartarugas Ninja 2, Super Mario Bros. 3 e outros sem problemas. Mesma coisa com o GBA, mesmo jogos exigentes como Gunstar Super Heroes rodaram perfeitamente, embora alguns poucos jogos (como Super Mario Advance) tenham problemas com saves.</p>
<p>O mesmo pode ser dito para CPS-1 e CPS-2, as máquinas de arcade da Capcom que são &#8220;lar&#8221; de clássicos como Final Fight, Cadillacs &amp; Dinossaurs e toda a série Street Fighter, de Street Fighter 2 a Street Fighter Alpha 3. Há até &#8220;save states&#8221; (com direito a screenshot), para que você possa gravar seu progresso e continuar depois. Igualmente, os jogos de Neo-Geo rodam muito bem. Alguns jogos que já tem propensão a &#8220;slowdown&#8221; no console original, como Blazing Stars, podem mostrar um pouco mais de lentidão no Dingoo, neste caso o <a href="http://dingoo-digital.com/downloads/applications/dingoo-overclocking-app">utilitário de overclock</a> pode ajudar.</p>
<p>Tanto as ROMs de CPS-1/CPS-2 quanto as de Neo-Geo tem de ser convertidas para poder ser usadas pelo Dingoo. Isso é feito com um utilitário no PC. Para os mais preguiçoso, há <a href="http://a320.freeforums.org/fianlly-got-neogeo-done-t820.html">locais</a> na internet onde é possível baixar conjuntos completos com todas as ROMs suportadas já convertidas, bastando copiar os arquivos para o console.</p>
<p>O emulador de Megadrive é horrível. Cheio de falhas gráficas que tornam jogos como Sonic impossíveis de jogar. Há uma <a href="http://a320.freeforums.org/megadrive-emulator-for-native-os-fixed-t884.html">versão corrigida</a> circulando pela internet que resolve os problemas gráficos, mas ainda assim a velocidade e a emulação de som deixam a desejar. O de SNES é inconsistente: o frameskipper é impreciso, alguns jogos rodam rápido demais (Dracula X), outros devagar demais (Super Mario World). E não há suporte a jogos que usam chips especiais, como Super Mario Kart, Star Fox, Yoshi&#8217;s Island e muito mais.</p>
<p>Fora estes há outros emuladores criados por usuários, como o <a href="http://dingoo-a320.dcemu.co.uk/smsggoo-version-2-0-236580.html">SMSGGoo</a> (Master System e GameGear) e <a href="http://dingoo-a320.dcemu.co.uk/colecoo-version-2-0-237197.html">ColeCOO</a> (Coleco), ambos em estágio inicial mas promissores. Bons lugares para acompanhar as novidades em software são a sessão sobre o Dingoo no site <a href="http://dingoo-a320.dcemu.co.uk/">DCEmu</a>, o site <a href="http://dingoo-digital.com/">&#8220;não oficial&#8221;</a> de suporte e o <a href="http://a320.freeforums.org/">fórum</a> no freeforums.org</p>
<p><strong>Linux</strong></p>
<p>Outro motivo para o Dingoo ser uma máquina tão interessante é o fato de já existir uma distribuição Linux para ele, o <a href="http://www.dingux.com/">Dingux</a>. Com isso o console se torna muito mais versátil, e o número de softwares, entre media players, jogos e emuladores disponíveis aumenta enormemente. Basicamente, tudo o que roda sob Linux com SDL pode ser portado para o Dingoo.</p>
<p align="center"><a href="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/p1050988.jpg" rel="lightbox[618]"><img class="size-medium wp-image-651" title="Kobo Deluxe" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/p1050988-300x225.jpg" alt="Um dos melhores &quot;shooters&quot; para Linux agora cabe no bolso" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Entretanto, o Dingux ainda é um trabalho em andamento, e não está pronto para substituir o firmware original. Portanto ele roda em um sistema de dual-boot: ao ligar o console o logo do Dingux aparece na tela. Pressione Select para entrar no Linux, ou simplesmente não faça nada para carregar o firmware original. Um sistema não toma conhecimento da existência do outro.</p>
<p>A instalação é feita em duas partes: primeiro é necessário instalar o bootloader no console, o que pode ser feito a partir de um PC com Windows, Linux ou de um Mac. O processo envolve dois comandos no terminal, mas não é complicado e leva apenas alguns minutos. Depois disso, basta copiar <a href="http://code.google.com/p/dingoo-linux/downloads/list">os arquivos</a> do Dingux, kernel (zImage) e sistema de arquivos (rootfs) para um cartão MicroSD.</p>
<p>Note que há duas versões do kernel, já que há duas versões diferentes do hardware do Dingoo no mercado: a mudança está no chip controlador do LCD. Usar a versão errada vai resultar em &#8220;lixo&#8221; na tela quando você tentar bootar o Dingux. Para descobrir a versão correta entre no firmware original, vá em <strong>System Set | System Setup | About</strong>. Nesta tela, digite a sequência <em>cima, direita, baixo, cima, direita, baixo</em>. Uma tela branca com texto preto vai surgir, anote o que está escrito em LCD Module. Todos os Dingoos mais recentes vem com o controlador ILI9331.</p>
<p>Mas o Dingux, por si só, é só o kernel Linux e um sistema de arquivos com ferramentas e bibliotecas básicas (como a SDL) de que os aplicativos vão precisar para funcionar. Para poder brincar você vai precisar de uma interface gráfica (dmenu), os emuladores (como o PicoDrive para Megadrive, Mame4All para arcade), e ports de jogos de PC (como Doom e Duke Nukem) que quiser jogar, além de scripts para ajuste de brilho da tela, volume de som, etc. e tal.</p>
<p>Por sorte alguém resolveu facilitar todo este trabalho e criar o &#8220;<a href="http://dingoo-a320.dcemu.co.uk/dingux-quick-start-pack-v2-the-cure-for-those-who-dont-like-trying-to-install-linux-230465.html">Dingux Quick Start Pack</a>&#8220;, um pacotão com tudo o que você precisa. Basta descompactar o arquivo na raiz de um cartão MicroSD, colocar no Dingoo e rebootar no Dingux. O menu é arranjado de forma similar ao menu do firmware original (que por sua vez é arranjado como o XMB do PlayStation 3/PSP), e pode ser tematizado. Tudo é configurado com arquivos texto (.cfg), possibilitando que você arrange os menus a seu gosto.</p>
<p>No Dingux as coisas ficam bem mais divertidas. O Mame4All permite rodar clássicos como Pac-Man, Galaga e New Rally-X. Kobo Deluxe é um shooter em estilo arcade imperdível (também disponível para Linux &#8220;de mesa&#8221;. O PicoDrive é bem mais rápido e preciso que o emulador nativo, mas tem alguns probleminhas de compatibilidade. Gunstar Heroes, por exemplo, não roda, e Shinobi 3 tem problemas com a tela de abertura.</p>
<p>Fora estes jogos, todo o resto que testei funcionou bem (inclusive jogos intensos como Alien Soldier). Um detalhe curioso é que o PicoDrive permite controlar o clock do processador dentro do próprio emulador. Eu deixo ele em 400 MHz, sem problemas. Nesta velocidade, todos os jogos rodam a &#8220;full speed&#8221;, mesmo ativando algumas opções mais pesadas do emulador. Ah, e o PicoDrive roda jogos de SegaCD, embora no momento sem suporte a trilhas de áudio em MP3.</p>
<p><strong>Considerações finais</strong></p>
<p>O Dingoo é um console extremamente interessante, e que tem potencial pra ser muito mais. Não é, de forma alguma, um aparelho &#8220;plug-and-play&#8221; como o Nintendo DS ou o PSP: se você espera tirá-lo da caixa, se sentar no sofá e passar horas se divertindo vai se frustrar. Antes disso é necessário algum esforço para &#8220;preparar o terreno&#8221;: converter os jogos, atualizar os emuladores, instalar o Dingux. Aí sim a diversão começa.</p>
<p>Ou seja, é algo para quem gosta de fuçar. Se essa é a sua praia, com certeza você vai gostar do Dingoo. E apesar do produto ter suas falhas, eu adorei. Como disse um outro review que encontrei na rede, ele é &#8220;uma jóia imperfeita&#8221;.</p>

<a href='http://rigues.badcoffee.info/2009/08/23/analise-dingoo-digital-a320/p1050967/' title='Embalagem'><img width="150" height="150" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/p1050967-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="&quot;Micro Game Station&quot; define bem o propósito do console" title="Embalagem" /></a>
<a href='http://rigues.badcoffee.info/2009/08/23/analise-dingoo-digital-a320/p1050968/' title='Manuais'><img width="150" height="150" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/p1050968-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Um dos folhetos de instrução está em inglês. O resto, em chinês" title="Manuais" /></a>
<a href='http://rigues.badcoffee.info/2009/08/23/analise-dingoo-digital-a320/p1050969/' title='Console'><img width="150" height="150" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/p1050969-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="A frente em plástico liso acumula impressões digitais facilmente" title="Console" /></a>
<a href='http://rigues.badcoffee.info/2009/08/23/analise-dingoo-digital-a320/p1050970/' title='Acessórios'><img width="150" height="150" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/p1050970-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Console e carregador, cabo USB, fones de ouvido e cabo de TV" title="Acessórios" /></a>
<a href='http://rigues.badcoffee.info/2009/08/23/analise-dingoo-digital-a320/p1050971/' title='Alien vs. Predator'><img width="150" height="150" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/p1050971-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Um jogo de CPS-2 (Arcade) rodando no emulador nativo" title="Alien vs. Predator" /></a>
<a href='http://rigues.badcoffee.info/2009/08/23/analise-dingoo-digital-a320/p1050972/' title='Aria of Sorrow'><img width="150" height="150" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/p1050972-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Um jogo de Gameboy Advance rodando no emulador nativo" title="Aria of Sorrow" /></a>
<a href='http://rigues.badcoffee.info/2009/08/23/analise-dingoo-digital-a320/p1050973/' title='Final Fight'><img width="150" height="150" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/p1050973-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Um jogo de CPS-1 (Arcade) rodando no emulador nativo" title="Final Fight" /></a>
<a href='http://rigues.badcoffee.info/2009/08/23/analise-dingoo-digital-a320/p1050975/' title='Video'><img width="150" height="150" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/p1050975-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Um episódio de Gundam 00. Arquivo DiVX a 640 x 480, hardsubs" title="Video" /></a>
<a href='http://rigues.badcoffee.info/2009/08/23/analise-dingoo-digital-a320/p1050978/' title='Pequeno analista'><img width="150" height="150" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/p1050978-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="O Dingoo é irresistível para crianças como meu enteado" title="Pequeno analista" /></a>
<a href='http://rigues.badcoffee.info/2009/08/23/analise-dingoo-digital-a320/p1050983/' title='Placa-mãe'><img width="150" height="150" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/p1050983-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="A placa-mãe do Dingoo em toda sua glória. O LCD fica do outro lado" title="Placa-mãe" /></a>
<a href='http://rigues.badcoffee.info/2009/08/23/analise-dingoo-digital-a320/p1050984/' title='Processador'><img width="150" height="150" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/p1050984-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Close do processador (à direita), um Ingenic JZ4732" title="Processador" /></a>
<a href='http://rigues.badcoffee.info/2009/08/23/analise-dingoo-digital-a320/p1050988/' title='Kobo Deluxe'><img width="150" height="150" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/p1050988-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Um dos melhores &quot;shooters&quot; para Linux agora cabe no bolso" title="Kobo Deluxe" /></a>

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		<title>LG GP08: Queimando (DVDs) em qualquer lugar</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 22:09:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rigues</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Review]]></category>
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		<description><![CDATA[Junto com um netbook LG X110 que está em testes (review em breve lá no iG), a LG enviou para mim um gravador de DVD externo (modelo GP08LU10) bastante simpático. Com um design slim (ele mede 15,6 x 2,14 x 16,5 cm e pesa 380 gramas) em preto &#8220;black piano&#8221; com borda branca, ele fica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/07/drive_lg.jpg" rel="lightbox[590]"><img style="border: 0pt none; margin: 5px;" title="LG GP08LU10" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/07/drive_lg-150x150.jpg" alt="Gravador de DVD Externo LG GP08LU10" width="150" height="150" align="right" /></a></p>
<p>Junto com um netbook LG X110 que está em testes (review em breve lá no iG), a LG enviou para mim um <a title="Gravdor de DVD LG GP08LU10" href="http://www.lge.com/br/informatica/drive-optico/LG-super-multi-GP08LU10.jsp">gravador de DVD externo</a> (modelo GP08LU10) bastante simpático. Com um design slim (ele mede 15,6 x 2,14 x 16,5 cm e pesa 380 gramas) em preto &#8220;black piano&#8221; com borda branca, ele fica bonito e ocupa pouco espaço em cima da mesa.</p>
<p>A instalação&#8230; tá, que instalação? Basta plugar o cabo USB no micro e pronto. A embalagem inclui CDs com software útil como o nero Express (gravação) e o CyberLink PowerDVD (reprodução de DVD), ambos em versões Windows, mas eles são opcionais se você já tiver seus favoritos para estas tarefas.</p>
<p>O aparelho grava todo tipo de CD e DVD que você possa imaginar, do mais humilde CD-R a discos DVD Dual-Layer, e ainda tem recursos como LightScribe, que permite &#8220;desenhar&#8221; rótulos na superfície do disco usando o laser de gravação. Infelizmente, mídia LightScribe não é muito popular por aqui e mais cara que os discos comuns, o que acaba limitando a utilidade deste recurso.</p>
<p>Só há dois comentários a fazer: o primeiro é que o drive ocupa duas portas USB no computador. Uma para dados e outra para alimentação. Não há opção de um carregador para plugá-lo na tomada (embora eu ache que um carregador USB &#8220;genérico&#8221; dá conta do recado) o que pode complicar as coisas se você pretende usá-lo em um netbook com um número limitado de portas. O LG X110, por exemplo, tem três: coloque o gravador e um mouse e você fica sem ter onde plugar o pendrive.</p>
<p>O outro problema é que, pelo menos na unidade que testei, o encaixe do cabo de dados é frouxo e qualquer esbarrão é suficiente para desconectá-lo. Não sei se é uma falha de projeto ou resultado de desgaste (o drive já havia sido usado antes), mas de qualquer forma é algo no que ficar de olho.</p>
<p>Se você precisa de um gravador de DVD para seu notebook (ou netbook), o LG GP08 é uma boa opção. O preço sugerido pelo fabricante é de R$ 300.</p>
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		<title>&#8220;King of Double Card&#8221; (ou: Brincando de Dual SIM)</title>
		<link>http://rigues.badcoffee.info/2009/07/27/king-of-double-card-ou-brincando-de-dual-sim/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Jul 2009 04:41:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hardware]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[celular;china;hack;sim]]></category>

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		<description><![CDATA[Adaptador barato cumpre o que promete e permite usar chips de duas operadoras em um só celular. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como disse em um <a href="http://rigues.badcoffee.info/2009/07/21/e-commerce-slow-commerce/">post anterior</a>, descobri que vou precisar usar duas linhas de telefonia celular daqui pra frente. Pesquisando alternativas que não envolvessem andar com dois aparelhos (redundância), nem um <a href="http://tecnologia.ig.com.br/noticia_visual/2008/05/29/celular_samsung_aceita_dois_chips_1330492.html">aparelho novo</a> (caro demais), me lembrei de um artigo do Morimoto no Guia do Hardware sobre <a href="http://www.guiadohardware.net/dicas/dual-sim.html">adaptadores Dual SIM</a>, que permitem o uso de dois SIM Cards ao mesmo tempo em um único aparelho. Achei um vendedor num site de leilões, gostei do preço (cerca de R$ 11) e resolvi experimentar.</p>
<p>Pois hoje chegou em casa o <em>King of Double Card</em>, o modesto acessório que promete fazer a mágica. A aparência estranha: é basicamente um pedaço de circuito impresso flexível, parecendo um flat cable, com conectores para os dois SIM Cards e um minúsculo chip no meio do caminho.</p>
<p><span id="more-576"></span></p>
<p>A instalação é simples: basta retirar os dois &#8220;SIM Cards&#8221; de papelão do circuito, colocar seus cartões no lugar (o primeiro cartão é fixado ao circuito com adesivo, o segundo desliza em um bercinho metálico) e encaixar a bugiganga onde vai o cartão no seu celular. Aqui há um porém: neste modelo de adaptador que comprei o segundo cartão fica em cima da bateria, entre ela e a tampa traseira do celular. Nem todos os modelos tem espaço suficiente para isso, então a compatibilidade é limitada. No caso do N95 e N95 8GB, as coisas ficam um pouquinho apertadas, mas cabe.</p>
<p>Ao ligar o aparelho, irá surgir no menu um ícone batizado de &#8220;Dual SIM Card&#8221;. É lá que você controla qual SIM está ativo: só um cartão funciona por vez, mas há uma opção que permite que o celular &#8220;troque&#8221; periodicamente entre eles, em intervalos de podem ir de 3 a 99 minutos. Isso pode ser prático, mas trocas frequentes acabam com a bateria rapidinho, já que o aparelho passará um bom tempo procurando redes (justamente uma das coisas que mais consome bateria).</p>
<p>Aparentemente, o desempenho do aparelho não muda em nada com o adaptador. Consegui fazer e receber ligações, bem como enviar e receber SMS e navegar via 3G, com ambos os números sem problemas. A troca dos números é feita &#8220;on the fly&#8221;, sem reiniciar o celular. Note que, se um dos cartões tiver uma senha (PIN Lock), você terá de digitá-la a cada troca. No meu N95 8GB, são necessários cerca de 10 segundos para sair da rede de uma operadora para outra.</p>
<p>Vale lembrar: o adaptador só funciona em celulares desbloqueados! Se não, o aparelho vai reclamar de &#8220;SIM Inválido&#8221; quando você trocar para um cartão que não for o da operadora nativa.</p>
<p>Resumindo: é barato, fácil de instalar e usar e cumpre o que promete. Até agora estou satisfeito. É um típico exemplo da engenhosidade chinesa, e do porque as operadoras não devem controlar o mercado. Por elas, eu teria de comprar um segundo aparelho.</p>

<a href='http://rigues.badcoffee.info/2009/07/27/king-of-double-card-ou-brincando-de-dual-sim/p1050811/' title='Frente da embalagem'><img width="150" height="150" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/07/p1050811-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="&quot;King of Double Card&quot;. Modesto" title="Frente da embalagem" /></a>
<a href='http://rigues.badcoffee.info/2009/07/27/king-of-double-card-ou-brincando-de-dual-sim/p1050812/' title='Traseira da embalagem'><img width="150" height="150" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/07/p1050812-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="As instruções em inglês são compreensíveis. As fotos, minúsculas" title="Traseira da embalagem" /></a>
<a href='http://rigues.badcoffee.info/2009/07/27/king-of-double-card-ou-brincando-de-dual-sim/p1050816/' title='O adaptador'><img width="150" height="150" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/07/p1050816-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="O pequeno chip é o &quot;cerebro&quot; do acessório" title="O adaptador" /></a>
<a href='http://rigues.badcoffee.info/2009/07/27/king-of-double-card-ou-brincando-de-dual-sim/p1050818/' title='Chips instalados'><img width="150" height="150" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/07/p1050818-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="O chip mais à esquerda é o &quot;SIM1&quot; no menu, o da direita é o &quot;SIM2&quot;" title="Chips instalados" /></a>
<a href='http://rigues.badcoffee.info/2009/07/27/king-of-double-card-ou-brincando-de-dual-sim/p1050817/' title='Verso'><img width="150" height="150" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/07/p1050817-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Os contatos à esquerda ficam no lugar do SIM Card no celular" title="Verso" /></a>
<a href='http://rigues.badcoffee.info/2009/07/27/king-of-double-card-ou-brincando-de-dual-sim/p1050819/' title='Adaptador instalado'><img width="150" height="150" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/07/p1050819-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Um cartão fica ligado ao celular, e o outro &quot;pendurado&quot; no cabo" title="Adaptador instalado" /></a>
<a href='http://rigues.badcoffee.info/2009/07/27/king-of-double-card-ou-brincando-de-dual-sim/p1050820/' title='Tudo pronto'><img width="150" height="150" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/07/p1050820-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="O segundo cartão se dobra sobre a bateria. Agora é só fechar e usar" title="Tudo pronto" /></a>

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		<title>Mobo 3G: Quando o design estraga um produto</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jul 2009 21:56:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hardware]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[3g]]></category>
		<category><![CDATA[mobo]]></category>
		<category><![CDATA[netbook]]></category>
		<category><![CDATA[positivo]]></category>

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		<description><![CDATA[Mobo 3G, da Positivo informática, promete conexão a todo lugar e faz bonito neste quesito. Infelizmente, decisões erradas de design comprometem seriamente sua funcionalidade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/07/10062009349.jpg" rel="lightbox[558]"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-559" style="border: 0pt none; margin: 5px;" title="Visão geral" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/07/10062009349-150x150.jpg" alt="Visão geral" width="150" height="150" /></a>Quando soube que a Positivo Informática estava lançando o Mobo 3G, esperava nada mais que um Mobo White (que por sua vez é uma versão nacional do conhecido MSI Wind) com um modem interno. Afinal, o <a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;source=web&amp;ct=res&amp;cd=1&amp;url=http%3A%2F%2Ftecnologia.ig.com.br%2Fnoticia%2F2008%2F10%2F06%2Fo_mobo_cresceu_1980851.html&amp;ei=9ShqStHRDIPMsQPK45SXBQ&amp;usg=AFQjCNFm8qNZ0hCqRVoYPGFTU8uAdQpXGQ&amp;sig2=VeWk2admwEQrEbj6ywNZKQ">Mobo White</a> é uma boa máquina, com ótima autonomia de bateria (mais de 4 horas em vários testes) e bom desempenho. E diz o velho ditado: em time que está ganhando não se mexe. Certo?</p>
<p>Mas quando abri a embalagem do <strong>Mobo 3G 2060</strong>, tive uma surpresa: ele é bem diferente de seu irmão &#8220;menos conectado&#8221;. A começar pelo visual: ele ainda é branco, mas a tampa ganhou um acabamento translúcido, com um padrão de linhas como uma impressão digital visível sob o plástico. A metade inferior tem uma borda estreita em plástico preto, que até que dá um contraste legal. No geral ele não vai chamar a atenção por onde passar, mas não é feio.</p>
<p><span id="more-558"></span></p>
<p>Infelizmente, assim que abri a tampa da máquina as surpresas ficaram desagradáveis. O teclado é, vamos ser francos, <em>horrendo</em>. O Mobo White 1050 tinha teclas que, embora pequenas, seguiam o modelo de um teclado típico de notebook. Mas o Mobo 3G tem teclas completamente planas, com quase nenhum espaçamento entre elas e, o pior de tudo, retangulares. Digitar sem olhar para o teclado é impossível, e olhar dá a nítida sensação de que &#8220;tem coisa errada&#8221; (por causa do formato).</p>
<p>Não contentes em estragar o teclado&#8230; a Positivo também estragou o trackpad. O problema aqui são os botões: alguém teve a idéia de combiná-los com os indicadores de alimentação, bateria, Caps Lock, etc. Ou seja, temos uma fina &#8220;barra&#8221; abaixo do trackpad, cheia de LEDs. Além de poluída, os botões são muito duros, tornando seu uso bastante desagradável. A solução é arranjar um mouse externo ou, pelo menos, habilitar o recurso de &#8220;tap to click&#8221; (simular cliques com batidinhas dos dedos no trackpad) no painel de controle do Windows.</p>
<p>Por dentro, o Mobo 3G se parece com qualquer outro netbook no mercado, e o desempenho corresponde. Tem processador Intel Atom N270 de 1.6 GHz, 1 GB de RAM, HD de 160 GB, interface Wi-Fi 802.11b/g, webcam de 1.3 MP e o modem 3G integrado. O slot para o SIM Card da operadora fica atrás da bateria. O monitor de 10 polegadas tem resolução de 1024 x 600 pixels. A máquina é pesadinha, 1,4 quilos. O pacote de software é básico: inclui o Windows XP, BrOffice.org, um ano de acesso ao Dicionário Aurélio Online e algo que fez falta no Mobo original: uma licença de um ano do antivírus Kaspersky.</p>
<p>Faltou um item nos specs acima, não? A bateria. Pois é, ela é mais um ponto onde o Mobo 3G me desapontou: a duração média foi de três horas de uso típico. Isso, por si só, não é ruim: há netbooks por aí (como o LG X110) que duram muito menos. O problema é que a autonomia desaponta em comparação com o Mobo White 1050, que teve média de impressionantes <strong><em>quatro horas e meia</em></strong>. Ou seja, um retrocesso. E infelizmente não dá pra colocar a culpa no modem 3G, já que ele estava desligado durante o teste de bateria.</p>
<p>Falando em 3G, esta parte agradou bastante: a máquina veio com um SIM Card da Vivo pré-instalado, e a conexão é feita usando um utilitário incluso com a máquina: bastam alguns cliques e você está online. O teste foi feito na região do Itaim, em São Paulo, e consegui velocidades de download além dos 300 K/s. É só pegar um plano de dados ilimitado e ser feliz. Seus resultados, claro, podem variar de acordo com a cobertura da operadora em sua região.</p>
<p>Se o único &#8220;defeito&#8221; do Mobo 3G fosse a bateria, não teria problemas em recomendá-lo. É no geral uma boa máquina, e seu preço de R$ 1.699, embora pareça salgado, é bem próximo do de máquinas menos equipadas como o <a href="http://www1.la.dell.com/br/pt/domesticos/Notebooks/laptop-inspiron-9/pd.aspx?refid=laptop-inspiron-9&amp;cs=brdhs1&amp;s=dhs">Dell Mini 9</a>. Mas o teclado e o trackpad realmente complicam as coisas, já que são fundamentais para a principal atividade de um netbook: navegar na internet, postar em blogs, escrever e-mails e por aí vai.</p>
<p>Minha recomendação? Se você se interessou pelo Mobo 3G, compre um Mobo White 1080, que oficialmente custa R$ 100 a menos (mas pode ser ainda mais barato), e adicione um modem 3G à parte ou use seu celular como modem. Você vai se sentir mais satisfeito.</p>

<a href='http://rigues.badcoffee.info/2009/07/24/mobo-3g-quando-o-design-estraga-um-produto/attachment/10062009349/' title='Visão geral'><img width="150" height="150" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/07/10062009349-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Visão geral" title="Visão geral" /></a>
<a href='http://rigues.badcoffee.info/2009/07/24/mobo-3g-quando-o-design-estraga-um-produto/attachment/10062009350/' title='Teclado'><img width="150" height="150" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/07/10062009350-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Teclado" title="Teclado" /></a>
<a href='http://rigues.badcoffee.info/2009/07/24/mobo-3g-quando-o-design-estraga-um-produto/trackpad_detalhe/' title='Detalhe do Trackpad'><img width="150" height="150" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/07/trackpad_detalhe-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Detalhe do Trackpad" title="Detalhe do Trackpad" /></a>
<a href='http://rigues.badcoffee.info/2009/07/24/mobo-3g-quando-o-design-estraga-um-produto/attachment/10062009351/' title='Ficha técnica'><img width="150" height="150" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/07/10062009351-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Ficha técnica" title="Ficha técnica" /></a>
<a href='http://rigues.badcoffee.info/2009/07/24/mobo-3g-quando-o-design-estraga-um-produto/attachment/10062009352/' title='Lateral esquerda'><img width="150" height="150" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/07/10062009352-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Lateral esquerda" title="Lateral esquerda" /></a>
<a href='http://rigues.badcoffee.info/2009/07/24/mobo-3g-quando-o-design-estraga-um-produto/attachment/10062009353/' title='Lado direito'><img width="150" height="150" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/07/10062009353-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Lado direito" title="Lado direito" /></a>
<a href='http://rigues.badcoffee.info/2009/07/24/mobo-3g-quando-o-design-estraga-um-produto/attachment/10062009355/' title='Lado inferior'><img width="150" height="150" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/07/10062009355-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Lado inferior" title="Lado inferior" /></a>

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		<title>O &#8220;netbook da Apple&#8221;</title>
		<link>http://rigues.badcoffee.info/2009/04/12/o-netbook-da-apple/</link>
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		<pubDate>Sun, 12 Apr 2009 17:22:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Rodando o Mac OS X "Leopard" com perfeição, Dell Mini 9 se mostra o netbook perfeito para os fãs do sistema da Apple]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde que os netbooks começaram a fazer sucesso, correm rumores de que a Apple irá lançar &#8220;em breve&#8221; um modelo para concorrer neste mercado. Faz sentido: com ASUS, MSI, Acer, HP, Dell, Lenovo e muitas outras empresas lucrando com estas máquinas, nada mais natural que a Apple também queira uma fatia deste suculento bolo.</p>
<p>Sem querer me gabar mas&#8230; eu já vi o netbook da Apple. Na verdade, estou usando um para escrever este artigo. O netbook da Apple tem um processador Intel Atom e 1 GB de RAM. Tem um LCD de ótima qualidade e um disco SSD, embora pequeno, no lugar dos espaçosos HDs da maioria dos concorrentes. Tem Wi-Fi e Bluetooth, claro, mas também tem modem 3G embutido.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/04/mini9_leopard.jpg" rel="lightbox[535]"><img class="aligncenter size-medium wp-image-537" title="Leopard &quot;de bolso&quot;" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/04/mini9_leopard-300x175.jpg" alt="Leopard &quot;de bolso&quot;" width="300" height="175" /></a></p>
<p>O netbook da Apple roda o OS X com desempenho muito superior a uma máquina equivalente com o Windows XP. Dá boot em 20 segundos, não reclama de múltiplos programas abertos e roda o Leopard com todos os efeitos visuais dos desktops grandes, sem frescuras de sistema &#8220;Home Basic&#8221; ou, pior, &#8220;Starter&#8221;. Ele dorme em um segundo, acorda em outro. A bateria, com Wi-Fi e em uso típico, aguenta três horas e 20 minutos, em média. E ele é bonitinho, com cantos arredondos, branco por fora e prata/preto por dentro.</p>
<p>Só tem um probleminha: este netbook &#8220;da Apple&#8221; não é exatamente da Apple. O netbook da Apple&#8230; é feito pela Dell!<br />
<span id="more-535"></span></p>
<p>Calma, o mundo não virou de cabeça pra baixo. Estou falando do <a href="http://www1.la.dell.com/content/products/productdetails.aspx/laptop-inspiron-9?c=br&amp;l=pt&amp;s=dhs&amp;ref=homepg">Dell Inspiron Mini 910</a>, também conhecido como Dell Mini 9, uma máquina que tem todas as características acima, com um diferencial: a capacidade de rodar o Mac OS X Leopard como se tivesse sido feito para isso. Trocando em miúdos, ele é o &#8220;Hackintosh Perfeito&#8221;. Melhor, só se tivesse o logo da maçã estampado no gabinete.</p>
<p>Hackintoshes não são novidade, e as tentativas de colocar o Mac OS X em um netbook também não. A primeira de que me lembro foi alguém que instalou o Leopard (10.5) em um EeePC 900 (Celeron 900, 512 MB de RAM), mas acabou voltando ao Tiger (10.4) porque o desempenho era melhor. Até pouco tempo atrás, o MSI Wind era a melhor opção para os adeptos do esporte, tendo até uma &#8220;distribuição&#8221; do sistema especifica para ele, o WindOSX86. Brinquei com ela em um Positivo Mobo White 1050, o equivalente nacional do Wind, um tempo atrás e <a href="http://rigues.badcoffee.info/2008/10/03/mobo-white-1050-os-x-macbook-micro/">gostei do que vi</a>.</p>
<p>Mas o Dell Mini 9 leva os hackintoshes a um novo patamar. Usando um novo método de instalação batizado de &#8220;Type 11&#8243;, é possível instalar nele o Mac OS X a partir de um DVD original do Leopard, sem nenhuma modificação. Uma das vantagens deste processo é que você pode, sem medo, atualizar o sistema operacional usando os updates oficiais da Apple.</p>
<p>A instalação em si foi bastante simples: segui o tutorial postado no <a href="http://i.gizmodo.com/5156903/how-to-hackintosh-a-dell-mini-9-into-the-ultimate-os-x-netbook">Gizmodo</a>, com duas diferenças: usei versões atualizadas do CD de boot (agora batizado de DellMiniBoot123, versão 8.01) e do utilitário DellEFI (versão 1.1), que instala os drivers para o hardware do Mini 9 e faz automaticamente os ajustes necessários para deixar o sistema redondo. Ambos estão disponíveis na página do projeto <a href="http://code.google.com/p/mydellmini/downloads/list">MyDellMini</a> no Google Code.</p>
<p>O Leopard veio de um DVD original, o mesmo que você encontra à venda em caixinhas em lojas como a FNAC ou revendas especializadas. Repito: nenhuma modificação no sistema operacional é necessária. O processo consiste em dar boot pelo CD com o DellMiniBoot123, trocá-lo pelo DVD do Leopard, instalar o sistema, atualizá-lo para a versão 10.5.6 usando as <a href="http://support.apple.com/downloads/Mac_OS_X_10-5-6_Combo_Update">atualizações oficiais da Apple</a> e instalar o DellEFI. No total tudo levou cerca de uma hora e meia, contando o download de 668 MB de atualizações do site da Apple. Fiz tudo usando um drive de DVD externo, mas se você não tiver um à mão também é possível instalar a partir de um pendrive.</p>
<p>É preciso ter um cuidado na instalação: não instale os drivers de impressora, nem os idiomas que você não pretende usar. Instalei o sistema apenas em inglês, e no final tive cerca de 6.6 GB de espaço livre no SSD de 16 GB. Pelo que li, é possível instalar o OS X num Dell Mini com SSD de 8 GB, mas isso requer mais malabarismo para que o sistema caiba lá dentro. Complementei o espaço em disco com um cartão SD de 8 GB no leitor interno. Se precisar de mais espaço, é só colocar um cartão maior.</p>
<p>O suporte ao hardware é uma boa surpresa: tudo funciona. Som, rede, Wi-Fi, leitor de cartões, modem 3G, webcam, Bluetooth, medição de bateria, sleep (inclusive sleep quando a tampa é fechada), tudo é quase perfeito. As exceções são a hibernação (o DellEFI, aliás, apaga o arquivo de hibernação do disco, o que ajuda a economizar espaço) e um bug esporádico no som: às vezes é possível ouvir, por alguns segundos, estática no alto-falante. Nada grave ou que impeça o uso da máquina.</p>
<p>Para acertar o teclado (ABNT2, mas com teclas em posições um pouco incomuns), usei o mesmo <a href="http://rigues.badcoffee.info/2008/03/30/hackintosh/">mapa que fiz para o Positivo W98</a> há algum tempo atrás. Funciona perfeitamente, com exceção da tecla &#8220;\¦&#8221; ao lado da barra de espaços, que insiste em funcionar como &#8221; e &#8216;. Mas mapeei os caracteres para uma outra combinação (vejam detalhes no post do W98) e ficou tudo bem.</p>
<p>O desempenho é excepcional. Boot em 23 segundos, para ser exato. Um segundo para dormir, outro para acordar. Rodei o Firefox enquanto ouvia música no iTunes, assisti filmes (episódios de séries de TV com resolução de DVD, 720 x 480 pixels) em tela cheia no Quicktime, abri quatro imagens de 7 MP cada ao mesmo tempo no Pixelmator, ajustei suas cores e as redimensionei. Até joguei <a href="http://worldofgoo.com/">World of Goo</a>, tudo sem engasgos. A máquina só reclamou na hora de tocar um vídeo em alta definição (1280 x 720 pixels, h.264), mas aí já era pedir demais do pobre processador Atom. Nem ele nem a GPU integrada foram feitos para isso. A autonomia de bateria tem ficado em três horas e 20 minutos em média, ótimo tempo.</p>
<p>Resumindo a história, não poderia estar mais feliz com meu Dell Inspiron Mini 910 rodando o Leopard. A combinação da portabilidade de um netbook com os recursos do Mac OS X é matadora. E se você não gosta do sistema da Apple, não tem problemas: a máquina também é uma ótima plataforma para rodar uma versão do Ubuntu, como o Netbook Remix. Se você procura um netbook pequeno, poderoso e versátil e não se importa em sacrificar um pouco de espaço em disco, dê uma olhada no Dell Mini 9. Você também vai ficar fã.</p>
<p><strong>UPDATE, 13/04/09 às 21:58:</strong> O Alexandre C <a href="http://rigues.badcoffee.info/2009/04/12/o-netbook-da-apple/comment-page-1/#comment-855">comenta</a> que também é possível fazer uma instalação &#8220;retail&#8221; (ou seja a partir de um DVD original) do Leopard no MSI Wind. Obrigado! Alguém tem notícia de algo similar para o Acer Aspire One?</p>
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		<title>Dell Inspiron Mini 910: Primeiras impressões</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Apr 2009 17:10:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hardware]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[910]]></category>
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		<category><![CDATA[netbook]]></category>

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		<description><![CDATA[Primeiras impressões sobre o Dell Inspiron Mini 910, netbook equipado com um processador de 1.6 GHz, 1 GB de RAM, disco de 16 GB, Bluetooth e módulo 3G.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recebi ontem meu Dell Inspirion Mini 910 (também conhecido como Dell Mini 9), o netbook da Dell. Depois de um ano com um EeePC 701, era hora de pular para a &#8220;nova geração&#8221; de netbooks, equipados com mais RAM, telas maiores e melhores, discos SSD mais espaçosos e, mais importante, processadores Atom, que representam tanto um ganho em desempenho quanto no consumo de bateria. Isto não é um review, e sim um apanhado de &#8220;impressões iniciais&#8221; sobre a máquina. Perguntas são bem-vindas, é só deixar um comentário.</p>
<p><span id="more-526"></span></p>
<p>A Dell oferece em seu site três configurações. Peguei a mais completa, com um processador Intel Atom de 1.6 GHz, 1 GB de RAM, SSD de 16 GB, Bluetooth e modem 3G integrado, que atualmente sai por R$ 1.699. Não é o netbook mais barato do mercado, é verdade: dependendo da loja é possível encontrar um Acer Aspire One com HD de 120 GB por R$ 300 a menos.</p>
<p>É uma questão de prioridades: o Mini 9 tem uma câmera com resolução melhor, teclas um pouco maiores, pesa menos e tem o modem 3G. Gosto também do fato dele não ter absolutamente NENHUMA parte móvel: o disco é um SSD, e o sistema de refrigeração é completamente passivo, não há uma ventoinha sequer. Isso significa uma máquina absolutamente silenciosa e mais resistente a impactos. 16 GB pra mim são suficientes: o SSD vai abrigar apenas o sistema operacional e alguns aplicativos, todo o resto fica em cartões SD.</p>
<p>Fisicamente, a máquina é pouco maior (mais &#8220;larga&#8221;) que o meu EeePC 701. O peso é de praticamente um quilo. O modelo que escolhi só está disponível na cor branca, mas os modelos com SSD de 8 GB também tem opção em preto. No exterior há outras cores, como o vermelho.</p>
<p>No quesito sistema operacional, a Dell só oferece a máquina com o Windows XP. No exterior há a opção do Ubuntu, em uma versão &#8220;sob medida&#8221;. A empresa também inclui o Norton Internet Security (trial de 30 dias), Microsoft Works 9.0, o conjunto de aplicativos Windows Live (Call, Gallery, Mail, Messenger, Writer), o Adobe Reader e o aplicativo Dell Support Center. Curiosidade: segundo a nota fiscal, a cópia do Windows custa R$ 135. Eu preferiria ter R$ 135 de desconto na compra.</p>
<p>O Windows XP é a versão SP3, mas inexplicavelmente o navegador padrão é o Internet Explorer 6! Alguém precisa avisar a Dell que já estamos no IE8. E pra mim um anti-vírus &#8220;trial&#8221; e nada são a mesma coisa. Outras empresas como a Positivo Informática incluem licenças completas de anti-vírus como o Kaspersky válidas por um ano. &#8220;De fábrica&#8221;, o SSD tem pouco mais de 10 GB de espaço livre.</p>
<p>A máquina veio acompanhada de CDs de reinstalação do sistema e de drivers, embora você vá precisar de um drive de CD externo (USB) se quiser usá-los.  Num micro sem drive óptico, uma partição de recuperação seria mais sensata. Além do micro e dos CDs, a embalagem inclui também um pequeno manual, o carregador e folhetos de garantia.</p>
<p>A tela do Mini 9 é muito brilhante: é perfeitamente usável mesmo com o brilho reduzido pela metade. É mais fácil se adaptar ao teclado dele (por causa das teclas maiores) do que ao do EeePC, o trackpad é maior e os botões são muito mais macios. O som é suficiente para assistir um filme, mas não vai impressionar ninguém. Ainda não testei a conexão 3G. A disspação passiva faz com que o teclado fique &#8220;morno&#8221; sob uso intenso, mas não chega a ser desconfortável.</p>
<p>Mas o que mais gostei foi do desempenho. A Intel alega que o Atom deveria ter desempenho equivalente aos Celeron, mas ele é claramente superior. É como se tivessem pego meu EeePC 701 e dado uma boa xícara de café pra ele. Rolar páginas web carregadas de imagens, longas listas de mensagens no GMail, streaming de vídeo, tudo fica mais rápido. O SSD garante que seus aplicativos abram rapidinho. O tempo de boot poderia ser melhor, cronometrei 40 segundos  do momento em que apertei o botão de força até o desktop do Windows XP aparecer na tela.</p>
<p>Claro que o Windows XP não durou muito tempo na máquina, mas isso é assunto para um outro post. Até lá, fiquem com algumas fotos comparando o Mini 9 a seu ancestral, o ASUS EeePC 701.
<a href='http://rigues.badcoffee.info/2009/04/10/dell-inspiron-mini-910-primeiras-impressoes/p1050395/' title='p1050395'><img width="150" height="150" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/04/p1050395-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="p1050395" title="p1050395" /></a>
<a href='http://rigues.badcoffee.info/2009/04/10/dell-inspiron-mini-910-primeiras-impressoes/p1050396/' title='p1050396'><img width="150" height="150" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/04/p1050396-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="p1050396" title="p1050396" /></a>
<a href='http://rigues.badcoffee.info/2009/04/10/dell-inspiron-mini-910-primeiras-impressoes/p1050397/' title='p1050397'><img width="150" height="150" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/04/p1050397-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="p1050397" title="p1050397" /></a>
<a href='http://rigues.badcoffee.info/2009/04/10/dell-inspiron-mini-910-primeiras-impressoes/p1050398/' title='p1050398'><img width="150" height="150" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/04/p1050398-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="p1050398" title="p1050398" /></a>
</p>
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		<title>O Game &amp; Watch voltou!</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Mar 2009 01:43:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rigues</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Hardware]]></category>
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		<description><![CDATA[Se você é um gamer &#8220;das antigas&#8221;, provavelmente se lembra do primeiro &#8220;console&#8221; portátil da Nintendo. Console não, consoles, porque o &#8220;Game &#38; Watch&#8221; vinha em vários modelos, um para cada jogo. Como diz o nome, era um &#8220;dois em um&#8221;: jogo e relógio com despertador. Os títulos iam de games simples como Ball (onde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/03/gw_frente.jpg" rel="lightbox[513]"><img class="size-medium wp-image-514 alignright" title="Game &amp; Watch" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2009/03/gw_frente-225x300.jpg" alt="&quot;Minigame&quot; da Nintendo que fez sucesso na década de 80 volta às lojas" width="180" height="240" /></a></p>
<p>Se você é um gamer &#8220;das antigas&#8221;, provavelmente se lembra do primeiro &#8220;console&#8221; portátil da Nintendo. Console não, consoles, porque o &#8220;Game &amp; Watch&#8221; vinha em vários modelos, um para cada jogo. Como diz o nome, era um &#8220;dois em um&#8221;: jogo e relógio com despertador. Os títulos iam de games simples como <em>Ball</em> (onde um malabarista não podia deixar a bola cair) a versões de bolso de arcades como <em>Donkey Kong</em>.</p>
<p>Foram várias séries do console, cada uma com uma característica diferente: telas largas (<em>Widescreen</em>), transparentes (<em>Crystal Screen</em>), com duas telas (<em>Multiscreen</em>, que serviram de inspiração pro Nintendo DS), com telas coloridas (<em>SuperColor</em>) e muito mais. Em 9 anos no mercado, entre 1980 e 1989, a Nintendo lançou cerca de 70 modelos diferentes. A produção só parou com o lançamento do Gameboy, também em 1989. Mas chega de lição de história. O que importa é que o Game &amp; Watch voltou!.</p>
<p><span id="more-513"></span></p>
<p>Estava numa RiHappy há dois fins de semana, procurando um presente de aniversário para um coleguinha do Gabriel, quando de repente dei literalmente de cara com um display do &#8220;<strong>Minigame Nintendo</strong>&#8220;. Os modelos nacionais são vendidos pela <a href="http://candide.com.br/">Candide</a>, e se parecem com um &#8220;mini GameBoy&#8221;. São versões abrasileiradas de uma série de &#8220;Mini Game &amp; Watch&#8221; produzida pela empresa alemã Stadlbauer em 1998.</p>
<p>O preço é bastante em conta: R$ 22. São cinco modelos (<em>Soccer, Carrera, Mario &amp; Princess, Mario&#8217;s Cement Factory</em> e <em>Donkey Kong Jr.</em>), cada um com uma cor diferente. A tela me parece um pouco menor que a dos originais, mas a jogabilidade é idêntica e os controles (limitados ao direcional tradicional da Nintendo e um botão) funcionam bem. O som se limita a um &#8220;bipe bipe&#8221;, e você vai precisar jogar debaixo de uma lâmpada, porque a tela não tem luz própria. Igualzinho ao original.</p>
<p>O único porém é o manual, impresso no encarte de cartolina da embalagem, que explica como ajustar o relógio e programar um alarme, mas não explica as regras e objetivos do jogo. Entretanto, elas são simples o suficiente para qualquer um descobrir sozinho em uma ou duas partidas.</p>
<p>Eu comprei Donkey Kong Jr., e é impressionante como mesmo após 27 anos (o jogo é de 1982) o jogo continua interessante. Até Gabriel se divertiu, e olhem que ele é um garoto de 10 anos que nasceu em um mundo já dominado pelo PlayStation. Ah, e os Game &amp; Watch tem uma outra função além de divertir: ficam muito legais pendurados na mochila <img src='http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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