MSX na mídia

Há cerca de um mês e meio, recebi do pessoal da excelente revista Old!Gamer (especializada em jogos e consoles antigos, como diz o nome) a missão de escrever um “dossiê” sobre o MSX no Brasil. Já tinha feito isso antes, na finada EGM, mas desta vez a história é diferente: a matéria ganhou um espaço gigantesco de 10 páginas (um latifúndio em termos de revista), tive bastante tempo para preparar tudo e ainda contamos com um fotógrafo para a produção das imagens e acesso à enorme coleção de micros do Daniel Ravazzi (valeu Ravazzi!) para ilustrar o texto.

Some a isto tudo o excelente trabalho de diagramação da equipe da revista e o resultado, modéstia à parte, ficou excepcional. Nenhum fudeba pode ficar sem seu exemplar. A edição nº 2 da Old!Gamer deve chegar às bancas em novembro, mas o Fábio Santana liberou a publicação de um “teaser” aqui no blog. Dêem uma olhada na dupla de abertura:

"Dupla" de abertura da matéria na segunda edição da Old!Gamer
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Rigues nas bancas

Mac+ 17 - Já nas bancas!Aquela matéria sobre a qual comentei há algum tempo, sobre formas de rodar o Windows Vista no Mac OS X, já está nas bancas. É parte da Mac+ no 17, páginas 42 a 47. Além disso, a revista traz tudo o que você sempre quis saber sobre os novos iPods, um especial sobre o Final Cut Studio 2, um guia com várias opções de caixas de som para seu iPod, um tutorial sobre criação de bancos de dados no FileMaker Pro, uma introdução ao Numbers, dicas para calibração de monitores e um tutorial sobre remixagem de áudio no Logic. Compre Djá! 🙂

Sites novos no pedaço

A turma da PC Magazine estreeou site novo hoje e decidiu, meio que às pressas, que meu blog e o do amigo Henrique Martin não são mais necessários. Sem aviso, as URLs antigas (pcmag.com.br/henrique e pcmag.com.br/rigues) foram desativadas. No meu caso o problema foi menos grave, já que este blog aqui no endereço novo está no ar há pelo menos um mês e perdi apenas um redirecionador (e os hits que vinham com ele). Mas no caso do Henrique a coisa é mais grave, já que tiraram a “casa” dele na Internet.

Mas não temam. Uma migração já estava sendo arquitetada e é com prazer que divulgo a nova URL do blog do Henrique Martin: ele é colega de servidor no http://henrique.badcoffee.info. Todo o conteúdo do velho blog na PCMag está lá, salvo alguns comentários recentes, e ele promete continuar postando com todo seu humor e conhecimento do mercado impressões e comentários sobre o mundo da tecnologia. Avisem os amigos!

E por falar na antiga casa… o novo site da PCMag tem espaço para vídeos. A idéia é legal, mas povo, só uma dica: chamar material de divulgação e vídeo chupinhado de outro site (sem crédito) de review não pega bem, nada bem… ainda mais em inglês.

“Video Reviews” no novo site da PCMag

Ossos do ofício

Em qualquer profissão, chega um momento em que você precisa fazer algo de que não vai se orgulhar depois. Hoje foi minha vez. É duro admitir, mas passei as últimas horas instalando o Windows Vista… em um Macbook Pro. 😛

Mac OS X com Parallels Desktop

A foto acima não é uma montagem. Tampouco é um Mac com cara de Vista, nem um Vista com cara de Mac. É um Macbook Pro com o Mac OS X 10.4, rodando o Parallels Desktop 3.0 com o Windows Vista Ultimate no modo “Coherence”. O Parallels cria uma “máquina virtual”, dentro da qual roda o sistema da Microsoft. Você pode configurar vários parâmetros dessa máquina, como RAM, espaço em disco, acesso a periféricos do Mac, etc. Rodando no modo coherence o desktop do Windows some, e as janelas dos programas de Windows se misturam às janelas dos programas para Mac no Desktop (você pode até minimizá-las para a Dock). A integração é bem completa: dá pra copiar e colar entre aplicativos, arrastar arquivos do Windows pro Mac, compartilhar área de transferência e mais.

Toda essa experiência é parte de uma matéria sobre formas de rodar o Windows e programas escritos para ele em um Mac Intel da forma mais fácil (e eficiente) possível, para que você possa ter o melhor dos dois mundos: a segurança, estabilidade e facilidade de uso do Mac OS X, aliada àqueles aplicativos essenciais que ainda só existem em versão Windows. Em breve nas bancas 🙂

Como fazer um release ser ignorado

Atenção atenção, povo das assessorias de imprensa!

Se querem fazer seu press-release ser notado pelos jornalistas, a primeira coisa a fazer é checar os fatos antes de imprimir (ou enviar). Se seu texto contiver erros primários sobre o assunto em pauta, ninguém irá levá-lo à sério.

Cito como exemplo um release (não vou dizer de quem) sobre um sistema operacional que recebi na semana passada. No texto, a assessora responsável escreve Intell nada menos que três vezes. E, querendo enfatizar a importância de seu produto, diz que ele foi adotado pela Novell, “um dos maiores fabricantes de equipamentos e integradora do mundo” e que “foi escolhido para equipar os notebooks de última geração da Novell“.

A quem interessar possa: Intel só tem um ‘L’. E desde quando a Novell fabrica notebooks? Desde nunca! No máximo eles produzem um sistema operacional que, aliás, é concorrente do anunciado no release (e superior). É claro que, errando algo tão básico, a credibilidade das informações no resto do release tende a zero. Lamentável.

Shanghai Web 2.0

O amigo Henrique Martin viajará em breve (a trabalho) para Shanghai, na China. E resolveu blogar a experiência e mostrar como as tecnologias da “Web 2.0” podem ajudar a planejar a viagem. Está tudo no Shangai Web 2.0. Acompanhe, comente e deixe suas sugestões. Infelizmente (para o Henrique) acho que não existe nenhum aplicativo 2.0 para combater o cansaço e Jet Lag causados por 28 horas de vôo.

A equipe da PCMag está se tornando “especialista” na Ásia. No ano passado Barbão foi a Taiwan e eu passei uma semana em Seoul. Agora, o Henrique encara Shangai. Ainda falta o Japão, alguém convida? 😉

Clientes Telefônica, olho no preço do Speedy!

OK, estou indignado. E se você, leitor, é cliente Telefônica e tem banda larga via Speedy, sugiro que pegue as últimas contas e leia este post. Talvez você também fique.

Tenho um link ADSL Speedy de “600 Kbps” há cerca de dois anos. A velocidade original era de 450 Kbps, mas ganhei um “upgrade” (como a maioria das pessoas nessa velocidade) há cerca de um ano, quando a Telefônica introduziu links de 1 Mbit e outros planos de acesso na “linha de produtos”. Na prática, a velocidade é de cerca de 500 Kbps (downloads a 60 KB/s em média). É o suficiente pra mim.

Por esse link, pago R$ 109,90. Pois bem, hoje estava revisando umas contas e comecei a achar o preço meio salgado. Não posso migrar para o Virtua por “indisponibilidade técnica” (e moro em plena Aclimação, a 10 minutos do começo da Av. Paulista), portanto dei uma passadinha no site do Speedy para ver quais as outras velocidades/planos de acesso eles tem. E quase caí pra trás.

Consultando a tabela, descobri que R$ 109,90 é o preço do link de 1 MBit. E recebo a metade da velocidade. Com a popularização da banda larga, infraestrutura estabelecida, queda no custo dos links e concorrência pesada (como a NET e seu Virtua) a Telefônica reajustou os preços dos planos para baixo, e hoje um link de 500 Kb/s custa R$ 57,40. Ela só se “esqueceu” de avisar os assinantes existentes. Ou seja, venho pagando o dobro do que devia pelo meu Speedy, e já faz tempo.

Tecnicamente isto não é ilegal. Os novos preços seriam para “novos contratos”. Mas é uma tremenda sacanagem com o assinante. E a Telefônica sabe que está errada. Tanto que, quando liguei para a “Central de Relacionamento”, o atendente rapidamente fez um pedido de impugnação das três últimas contas, reajustou o valor das mensalidades futuras e me deu um prazo de dez dias para um novo contato da Telefônica para resolução do assunto (e discussão das faturas anteriores aos três últimos meses). Mas, segundo ele, com certeza o valor pago a mais será devolvido na forma de “créditos futuros” nas próximas contas. Claro, Reais que é bom nada. Gostaria de poder pagar todas as minhas contas com créditos futuros também.

Portanto, se você é assinante do Speedy, vá ao site oficial agora. Consulte a tabela de preços dos planos, e verifique se o valor que você está pagando está de acordo com sua velocidade de acesso. Se não, ligue já para 103 15 (em São Paulo) e exija a impugnação das contas, estorno do valor pago a mais e reajuste das mensalidades futuras. Eles nem vão reclamar.

Vou entrar em contato com a assessoria de imprensa da Telefônica e pedir uma posição oficial sobre o assunto. Assim que tiver novidades, posto aqui. E se você é do Rio de Janeiro, não respire aliviado. Amigos me dizem que a Telemar fez, e continua fazendo, exatamente a mesma coisa.

Possessão demoníaca

Durante toda a minha vida ouvi algumas pessoas mais radicais me dizerem que “computadores são coisa do diabo”. Nunca levei muito a sério… até hoje. A caixa de um dos desktops em teste aqui no PCLabs tinha um adesivo com uma descrição do hardware. Olhem só:

Saia deste HD que não lhe pertence!

Por via das dúvidas, despachei a máquina de volta para o fabricante e chamei um primo padre para benzer a sala do Lab. Nunca se sabe… 🙂