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	<title>BADCOFFEE &#187; Vídeo</title>
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	<description>Informática e tecnologia, por Rafael Rigues</description>
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		<title>O media center evoluiu!</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 22:03:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No meu post sobre o Media Center, reconheci que o hardware que utilizei estava aquém do ideal. Havia pouco espaço em disco (250 GB), o processador não era capaz de decodificar vídeos em HD e faltava um controle remoto. E logo no primeiro comentário aparece o RicBit, nerd lendário e grão-fudeba, e sem querer dá [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No meu post sobre o <a href="http://rigues.badcoffee.info/2010/03/01/um-media-center-feito-em-casa/">Media Center</a>, reconheci que o hardware que utilizei estava aquém do ideal. Havia pouco espaço em disco (250 GB), o processador não era capaz de decodificar vídeos em HD e faltava um controle remoto.</p>
<p>E logo <a href="http://rigues.badcoffee.info/2010/03/01/um-media-center-feito-em-casa/#comment-1669">no primeiro comentário</a> aparece o RicBit, nerd lendário e grão-fudeba, e sem querer dá uma de Miyamoto, virando a mesa com o comentário: &#8220;eu uso um Mac Mini como Media Center&#8221;. Sim, o Mac Mini é uma solução muito melhor. Pra começo de conversa é menor, consome menos energia e faz menos barulho que o Atom Dual que estava usando. Além disso, o processador Intel Core 2 Duo reproduz vídeos em HD na boa, e ele já vem com um controle remoto.</p>
<p>Pra completar, meu Mac Mini tem um HD de 500 GB à disposição, e os 250 GB do Atom estavam começando a ficar apertados. Então porque não usei o Mac Mini como Media Center? Simples, ele era meu desktop até ontem.</p>
<p>Era, daí a &#8220;virada de mesa&#8221;. Reconhecendo as vantagens, fiz uma troca geral na sala. O Mac Mini foi devidamente &#8220;faxinado&#8221;, seu HD de 500 GB esvaziado (era, pouco, usado para backups) e ele foi parar no rack. O <a href="http://www.xbmc.org">software de Media Center</a> é exatamente o mesmo do Atom, com as mesmíssimas configurações. Até o cliente BitTorrent rodando em segundo plano é o mesmo (Transmission).</p>
<p>Só mudei o sistema operacional: meu &#8220;Media Center 2.0&#8243; agora roda o Snow Leopard, em vez do Ubuntu. Um bônus: o XBMC para Mac já tem suporte nativo ao Apple Remote (o controle remoto que acompanha todos os Macs desktop) e com isso ficou mais cômodo interagir com a máquina. Valeu RicBit!</p>
<p>E o Atom Dual? Mudou de emprego (pela terceira vez em duas semanas) e veio pra minha mesa como meu desktop. Rodando Ubuntu, claro. Dá conta do recado sem problemas, passei o dia inteiro trabalhando nele e rodando os programas de costume (navegador, IM, e-mail, MP3 Player, editor de imagens) sem reclamações. Só não gosto muito do barulho da ventoinha da fonte, mas nisso se dá um jeito <img src='http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Um &#8220;media center&#8221; feito em casa</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 00:54:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Montar um "media center", um PC ligado à TV centralizando todas as suas músicas, vídeos e filmes e controlado por uma interface atraente é fácil. Veja como fiz o meu com Linux e o XBMC]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como todo bom nerd com anos de internet nas costas, tenho espalhados pela casa vários gigabytes em filmes, séries e músicas, distribuídos em HDs externos, desktops, notebooks, CDs e DVDs. Minha esposa não é diferente. E embora ter uma coleção enorme de mídia sempre à disposição seja algo interessante, a organização estava deixando a desejar.</p>
<p>Um problema comum era nunca saber exatamente onde estava o arquivo que queríamos assistir. Outro era a duplicidade de conteúdo. E pior ainda era a questão de <em>onde</em> assistir: nossa TV é capaz de reproduzir arquivos MP3, H.264 e DiVX via USB, mas há restrições quanto ao codec exato, resolução, etc. Vira e mexe passávamos pela experiência frustrante de plugar um HD externo nela, escolher o arquivo e ver a temida mensagem &#8220;Formato Inválido!&#8221;. Até um de nós voltar para o PC, tentar uma conversão e esperar ela terminar, a vontade de ver um filme passou.</p>
<p>O PC é uma plataforma muito mais flexível nesse quesito: players como o <a href="http://www.videolan.org">VLC</a>, <a href="http://mpc-hc.sourceforge.net/">Media Player Classic</a> e <a href="http://www.mplayerhq.hu">MPlayer</a> tocam praticamente qualquer coisa que você quiser. O problema é que assistir a um filme ou seriado na tela de 15&#8243; de um notebook ou sentado em frente ao desktop não tem graça, ainda mais quando há uma TV LCD de 32 polegadas dando sopa na sala.</p>
<p>Foi aí que olhei para o rack, notei a caixa do &#8220;<a href="http://rigues.badcoffee.info/2010/02/03/maquina-de-arcade-gambiarra-i/">Gambiarra I</a>&#8221; e veio o estalo: opa, ele é um PC e está ligado à TV. E toca filmes. Hmmm&#8230; porque não transformá-lo em um Media Center? Munido de algumas xícaras de café, hardware que eu já tinha por aqui e algumas buscas no Google, foi o que fiz.</p>
<p><span id="more-777"></span></p>
<p><strong>O hardware</strong></p>
<p>Para meu projeto, aproveitei o hardware que comprei originalmente para o <a href="http://rigues.badcoffee.info/2010/01/13/projeto-de-ferias-maquina-de-arcade/">Arcade</a>: placa-mãe Pegatron com processador Atom 330 Dual-core, 1 GB de RAM e um HD de 250 GB. Adicionei um <a href="http://www.pixxo.com.br/pages/gabinetes/ht-8102-e04s.html">gabinete</a> Mini-ITX bonitinho (afinal, a máquina vai ficar na sala), um adaptador Wi-Fi USB, mouse e teclado sem fios e pronto!</p>
<p>Entretanto, de cara dá pra notar que esta configuração está longe do ideal. O processador Atom é fraco demais para decodificar vídeo em alta-definição (mesmo 720p), 250 GB é pouco para quem tem uma coleção razoável de mídia (como descobri meia hora depois de ligar a máquina) e não há saída de som 5.1, nem conexão HDMI o micro e a TV: o som é 2.0 (não tenho caixas de som) e o vídeo usa a entrada VGA da TV. Mas já dá para brincar.</p>
<p>Se você quiser levar a idéia de media center a sério, vai precisar de algo mais poderoso. Recomendo um processador Intel Core 2 Duo e uma GPU nVidia para ajudar na reprodução de vídeo. Quem se preocupa com consumo de energia e tamanho pode optar por uma placa-mãe baseada na plataforma Ion, da nVidia (Atom + GeForce 8400M), que também dá conta do recado, embora seja difícil de encontrar por aqui.</p>
<p>1 TB de espaço em disco é o ideal, além de um drive óptico para a reprodução de DVDs. Para controlar seu Media Center, o legal é usar um controle remoto. Há vários modelos compostos por receptor IR USB + controle (como <a href="http://www.dealextreme.com/details.dx/sku.14380">este aqui</a> no DealExtreme), embora eu ainda não tenha testado nenhum deles: aqui em casa no braço do sofá sempre tem, além de um gato dorminhoco, um mouse sem fio.</p>
<p>O sistema operacional da máquina é o <a href="http://www.ubuntu.com">Ubuntu Netbook Remix</a>. É uma instalação padrão: não me dei ao trabalho de remover nenhum componente do sistema operacional, que vai ocupar cerca de 2.5 GB de espaço no HD. É possível usar sua distribuição Linux favorita ou até mesmo o Windows, já que os softwares de Media Center mais interessantes que encontrei são multiplataforma.</p>
<p><strong>Boxee: o media center social<br />
</strong></p>
<p><a href="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/BoxeeHomeScreen1.png" rel="lightbox[777]"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-782" title="Tela inicial do Boxee" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/BoxeeHomeScreen1-150x150.png" alt="" width="150" height="150" /></a>O primeiro que experimentei foi o <a href="http://www.boxee.tv">Boxee</a>, que é gratuito e roda no Windows, Linux, Macs e até na Apple TV, o &#8220;media center&#8221; da Apple. A instalação é muito simples (basta baixar e instalar o pacote no site oficial), e a configuração também: basta indicar onde estão seus vídeos e músicas e o programa começa a indexar tudo automaticamente.</p>
<p>Um dos destaques do Boxee é seu aspecto &#8220;social&#8221;. Ao instalar o programa, você cria um usuário e automaticamente se registra em uma espécie de rede social. É possível recomendar programas para outros usuários e receber recomendações. Também há o que os desenvolvedores chamam de &#8220;apps&#8221;, que integram serviços web (como o Flickr, vídeos da Wired ou o podcast do Engadget) com seu Media Center.</p>
<p>O Boxee também usa sua conexão à internet para obter metadados sobre seus arquivos e organizar automaticamente sua coleção. Acesse a categoria &#8220;Movies&#8221;, por exemplo, e você vai ver que seus filmes ganharam automaticamente uma capinha do DVD, nota, sinopse e ficha completa (gênero, ano, elenco, etc). O mesmo acontece com séries. Ele faz isso consultando o site IMDB.com (um dos principais sites sobre cinema na rede), com base em informações já existentes como o nome do arquivo (processo que explico isso mais adiante).</p>
<p>Infelizmente, é justamente nesse processo de &#8220;catalogação&#8221; de seus arquivos que o Boxee derrapa. Ele se recusou a reconhecer vários filmes em minha coleção, ao mesmo tempo em que identificava erroneamente outros. Chegou a ser engraçado: ele confundiu <em>Quantum of Solace</em> com <em>Kung Fu Panda</em>, e <em>Anjos &amp; Demônios</em> com <em>O Virgem de 40 anos</em>. E quando removi <em>Anjos &amp; Demônios</em> da coleção, ele insistiu: desta vez ele dizia que <em>Hocus Pocus</em> era <em>O Virgem de 40 anos</em>.</p>
<p>Além disso, a busca automática por novos arquivos se mostrou falha: frequentemente fui forçado a pedir uma nova varredura da pasta com vídeos, e os resultados só apareciam na lista após eu reiniciar o programa. Por fim vários dos arquivos que estavam em minha coleção, mesmo nomeados de acordo com a convenção recomendada pelos desenvolvedores, não apareceram nas listas de filmes ou séries. Hora de um Plano B.</p>
<p><strong>XBMC: belo e flexível<br />
</strong></p>
<p><a href="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/screenshot001.jpg" rel="lightbox[777]"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-783" title="Detalhes de um filme no XBMC" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/screenshot001-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>O <a href="http://www.xbmc.org">XBMC</a> (XBox Media Center) começou como um Media Center para o primeiro XBox, mas com o tempo se tornou um software multiplataforma: roda em Windows, Linux, Macs, Apple TV e até como um &#8220;Live CD&#8221; com uma distribuição Linux minimalista. Também é gratuito. O Boxee, na verdade, é baseado no XBMC (o que fica evidente ao configurar os dois) com alguns extras (como os componentes de midia social e &#8220;apps&#8221;).</p>
<p>A instalação no Ubuntu 9.10 foi bastante simples, bastou digitar os quatro comandos listados no <a href="http://wiki.xbmc.org/?title=HOW-TO_install_XBMC_for_Linux_on_Ubuntu_with_a_minimal_installation_step-by-step">Wiki oficial</a>. Depois, fiz uma pequena modificação: habilitei o login automático no sistema e adicionei o XBMC à inicialização do Netbook Remix. Assim, quando ligo o micro o Media Center entra automaticamente.</p>
<p>Também configurei um cliente BitTorrent (Transmission) para iniciar automaticamente, minimizado, junto com o XBMC e ativei sua interface web. Desta forma posso adicionar arquivos à fila de downloads a partir de qualquer micro da casa, eles caem automaticamente na pasta de Videos e já ficam disponíveis no XBMC.</p>
<p>Dentro do XBMC, adicionei minha pasta de vídeos como uma &#8220;media source&#8221; (<em>Videos -&gt; Add Source</em>) e a mágica começou: sozinho, o programa começou a baixar informações completas sobre todos os filmes. Além de vídeos, também é possível adicionar links para &#8220;video podcasts&#8221;. Não é meio óbvio, mas é fácil: vá em <em>Videos -&gt; Add Source</em> e em vez de apontar para uma pasta digite a URL do Feed, com o prefixo rss:// em vez de http:// (algo como rss://www.nomedosite.com/feeds/feed.xml). Os episódios aparecerão no menu Videos, organizados pelo nome do feed, junto com o restante do conteúdo de sua biblioteca.</p>
<p>Uma diferença em relação ao Boxee: o XBMC usa diferentes fontes de informação para filmes e séries, e você pode escolher qual delas será a padrão. Não houve filmes identificados de forma errada, e praticamente tudo o que estava na minha pasta apareceu nas listagens. Além das capinhas para cada filme o XBMC baixa sinopse, ficha técnica, informações completas sobre o elenco (com direito a fotos dos atores) e &#8220;fanart&#8221;, que ele usa como &#8220;papel de parede&#8221; quando você passa o cursor do mouse sobre o nome do filme na biblioteca.</p>
<p>Este é outro ponto forte do XBMC, a personalização. O tema padrão (<a href="http://xbmc.org/skins/confluence/">Confluence</a>) já é bastante atranete, mas dá para deixar seu Media Center ainda mais impressionante usando outros temas como <a href="http://www.aeonproject.com/gallery.html">Aeon</a> ou o <a href="http://www.teamrazorfish.co.uk/gallery.html">MediaStream</a>. Além disso, há plugins e scripts que podem ser usados para ampliar a capacidade do programa. Coisas como download automático de legendas, exibição de notícias e tudo mais.</p>
<div id="attachment_784" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/aeon_multiplextv.jpg" rel="lightbox[777]"><img class="size-medium wp-image-784" title="Detalhes de uma série na skin &quot;Aeon&quot; do XBMC" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/aeon_multiplextv-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /></a><p class="wp-caption-text">Detalhes de uma série na skin &quot;Aeon&quot; do XBMC</p></div>
<p><strong>Dando nomes ao bois</strong></p>
<p>Para baixar automaticamente informações sobre filmes e séries, tanto o XBMC quanto o Boxee usam o nome do arquivo como ponto de partida para a busca. Ou seja, se um arquivo tiver o nome xyzblabla321.avi nenhum deles vai saber do que se trata, e o arquivo não vai aparecer na biblioteca.</p>
<p>Felizmente, os nomes não precisam ser coisa do outro mundo. Por exemplo, se o arquivo se chama &#8220;Star.Trek.(2009).avi&#8221; ambos os programas vão saber que o nome do filme é Star Trek e que o ano de produção é 2009, e com isso conseguirão encontrar o restante das informações online.</p>
<p>Mesma coisa para séries: The.Big.Bang.Theory.S01E04.avi é o quarto episódio (E04) da primeira temporada (S01) de &#8220;The Big Bang Theory&#8221;. A partir daí fica fácil para os programas determinar o nome do episódio, sinopse, elenco, data original de exibição e afins.</p>
<p>O site do Boxee tem uma <a href="http://forum.boxee.tv/showthread.php?t=5214">página</a> explicando a convenção de nomes utilizada, e o XBMC funciona da mesma forma. Felizmente, a maioria dos filmes e séries baixados da internet já vem com os nomes no formato correto, então o usuário (eu e você) não precisa se preocupar com isso.</p>
<p><strong>Corta!</strong></p>
<p>No geral, levei um fim de semana para montar meu Media Center (contando com experiências com múltiplos softwares, tempo para pesquisas na internet, para copiar arquivos espalhados em HDs e DVDs, etc), com um custo razoável: cerca de R$ 700 pelo hardware, e absolutamente zero pelo software. Quem tiver disposição para bater pernas e pesquisar pode gastar ainda menos.</p>
<p>O benefício é claro quando você está em casa num dia chuvoso e bate aquela vontade de ver um filme: ter toda a coleção em um só lugar, impecavelmente organizada, e ainda poder assistir na maior tela da casa, confortavelmente deitado no sofá, é sensacional. E ainda ganhei pontos com a esposa <img src='http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Arquivos perdidos da CES 2009: Mana Potion</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 03:01:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tenho uma confissão a fazer: durante a cobertura da MacWorld e CES 2009 eu fiz nada menos que 72 vídeos, e só uma dúzia deles chegou a ir ao ar. É fácil entender o motivo: a correria é imensa, banda larga boa o suficiente para upload de vídeos está, por incrível que pareça, disponível apenas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho uma confissão a fazer: durante a cobertura da MacWorld e CES 2009 eu fiz nada menos que 72 vídeos, e só uma dúzia deles chegou a ir ao ar. É fácil entender o motivo: a correria é imensa, banda larga boa o suficiente para upload de vídeos está, por incrível que pareça, disponível apenas na sala de imprensa e há coisas demais para uma pessoa só administrar. O resultado é que acabei subindo apenas o que considerei &#8220;mais interessante&#8221; e deixei o resto &#8220;para depois&#8221;. E o depois acabou se arrastando por um ano.</p>
<p>Mas ontem, vendo as fotos do povo na fila para a apresentação do Ballmer, me lembrei dos vídeos e corri atrás. Encontrei vários clipes de bastidores (como a fila para o Ballmer, igualzinha), produtos curiosos e cenas inusitadas que encontrei por lá, e decidi começar a postar tudo isso no YouTube. Se eu for esperar até tomar vergonha na cara para editar e organizar tudo como se deve os clipes nunca irão ao ar. Portanto, estou postando o material &#8220;cru&#8221; ou com edição mínima.</p>
<p>A imagem não é das melhores (eu tinha acabado de comprar a filmadora em uma Best Buy dois dias antes, e estava aprendendo a usar), as cenas tremem (tente manter uma câmera estável depois de dormir só quatro horas na noite anterior e tomar cinco doses de espresso para compensar) e o áudio estoura, mas mesmo assim eles ainda valem a pena. São uma visão curiosa dos &#8220;bastidores da reportagem&#8221;, pra quem se interessa por como as coisas funcionam ou acha que a cobertura de uma CES é um paraíso de uma semana em cassinos, comida farta e gadgets legais.</p>
<p>Começo por um review da&#8230; <strong><em>Mana Potion</em></strong>, que não tem muito a ver com a CES propriamente dita: Mana Potions são energéticos vendidos para gamers nos EUA, batizados como as poções geralmente usadas para recuperar energia &#8220;espiritual&#8221; ou mágica em jogos de RPG. Tem uma composição diferente de bebidas como Red Bull, e prometem te deixar alerta sem &#8220;danos colaterais&#8221; como a agitação excessiva ou cansaço insuperável quando o efeito acaba.</p>
<p>Comprei (a US$ 3.50 o frasco) como última tentativa de encontrar uma alternativa às cinco doses de espresso. Funciona? NÃO:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/_K-JZmexWwk&amp;hl=en&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/_K-JZmexWwk&amp;hl=en&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>O efeito colateral mencionado no vídeo aconteceu mesmo, e não foi NADA agradável. Câmera e &#8220;trilha sonora&#8221; por André Faure. Mais clipes em breve.</p>
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		<title>Panic! at the Kernel</title>
		<link>http://rigues.badcoffee.info/2008/04/14/panic-at-the-kernel/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Apr 2008 04:51:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há alguns dias postei uma foto de uma mensagem de erro em um dos painéis LCD que servem como &#8220;entretenimento de bordo&#8221; no metrô de SP. Era um erro do Player (rodando sobre Windows), que interrompeu a programação. Mas não são só os trens do metrô que tem os tais painéis: várias linhas de ônibus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há alguns dias <a href="http://rigues.badcoffee.info/2008/03/26/oops-deu-pau/">postei</a> uma foto de uma mensagem de erro em um dos painéis LCD que servem como &#8220;entretenimento de bordo&#8221; no metrô de SP. Era um erro do Player (rodando sobre Windows), que interrompeu a programação. Mas não são só os trens do metrô que tem os tais painéis: várias linhas de ônibus também os tem, exibindo uma programação mais ou menos no mesmo estilo, mas um pouco mais &#8220;variada&#8221;.</p>
<p>Há pelo menos três emissoras, BusTV, TVO (TV Ônibus) e BusMidia, que exibe conteúdo do canal aberto MixTV. TVO e BusMidia parecem não ter som (TVO faz propaganda disso, apregoando o respeito ao usuário), o que torna a experiência um pouco estranha, especialmente quando cismam de passar uma entrevista, comercial não formatado para o &#8220;veículo&#8221; (literalmente) ou videoclipe.</p>
<p>Voltando do trabalho para casa na última sexta, pego o ônibus de costume, olho para o painel LCD e o que vejo? Um Kernel Panic! Sim, o sistema de entretenimento da BusMidia roda sobre Linux. </p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2008/04/p1020216.jpg" rel="lightbox[325]"><img class="aligncenter size-medium wp-image-326" title="p1020216" src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2008/04/p1020216-300x225.jpg" alt="Kernel Panic em uma das TVs da BusMidia" width="300" height="225" /></a></p>
<p>A mensagem não deixou muito clara para mim a causa do problema, mas pelo jeito ela é bem persistente: peguei um ônibus da mesma linha para trabalhar (plantão) no domingo à tarde, e a mesma mensagem estava na tela, no mesmo ponto. Será que tentaram rebootar para ver se resolve? <img src='http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Finalmente, TVs de bolso!</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Mar 2008 04:20:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hardware]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
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		<description><![CDATA[Quando estive em Seoul, em Outubro de 2006, uma das primeiras coisas que me impressionaram foi a abundância do que eles chamam de &#8220;DMB Players&#8221;. Basicamente, são media players portáteis com uma tela maior (geralmente 3 ou 3.5 polegadas widescreen) e capacidade de sintonizar o sinal móvel do sistema de TV Digital sul-coreano, o DMB. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando estive em <a href="http://rigues.badcoffee.info/2006/11/08/primeiro-dia-suwon-complex/">Seoul</a>, em Outubro de 2006, uma das primeiras coisas que me impressionaram foi a abundância do que eles chamam de &#8220;DMB Players&#8221;. Basicamente, são media players portáteis com uma tela maior (geralmente 3 ou 3.5 polegadas widescreen) e capacidade de sintonizar o sinal móvel do sistema de TV Digital sul-coreano, o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Digital_Multimedia_Broadcasting">DMB</a>. Além dos DMB Players, a tecnologia também está embutida em celulares, MP3 Players e câmeras digitais, mas as &#8220;TVzinhas de Bolso&#8221; foram o que mais me chamou a atenção, provavelmente pelo impacto de ver algo que se parece com uma TV (que geralmente é um objeto imóvel em um canto da sala), mas que cabia na palma da mão.</p>
<p align="center"><a href="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2008/03/dmb_1.jpg" title="Celular Anycall (Samsung) com receptor DMB" rel="lightbox[313]"><img src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2008/03/dmb_1.thumbnail.jpg" alt="Celular Anycall (Samsung) com receptor DMB" /></a> <a href="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2008/03/dmb_2.jpg" title="DMB Player dedicado. Também um modelo da Samsung" rel="lightbox[313]"><img src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2008/03/dmb_2.thumbnail.jpg" alt="DMB Player dedicado. Também um modelo da Samsung" /></a> <a href="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2008/03/dmb_3.jpg" title="Até os UMPCs (este é um Samsung Q1) tem sintonizador DMB" rel="lightbox[313]"><img src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2008/03/dmb_3.thumbnail.jpg" alt="Até os UMPCs (este é um Samsung Q1) tem sintonizador DMB" /></a></p>
<p>Com a estréia do nosso sistema de TV Digital, a mobilidade foi uma das muitas novidades prometidas. Nos primeiros meses, estávamos limitados a sintonizadores 1Seg (nosso padrão móvel) no formato de pendrives. Há algumas semanas começaram a aparecer os primeiros telefones celulares (da Semp Toshiba e da Samsung), e hoje tive o prazer de colocar as mãos em um dos primeiros &#8220;<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/SBTVD">SBTVD</a> Players&#8221; que vi por aqui. É a apropriadamente chamada <em><strong>Pocket TV</strong></em>, da até então desconhecida TELE System.</p>
<p align="center"><a href="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2008/03/pockettv_21.jpg" title="Pocket TV, a “nossa” TV de bolso" rel="lightbox[313]"><img src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2008/03/pockettv_21.jpg" title="Pocket TV, a “nossa” TV de bolso" alt="Pocket TV, a “nossa” TV de bolso" border="0" height="240" hspace="5" vspace="5" width="320" /></a></p>
<p>O <a href="http://tecnologia.ig.com.br/noticia/2008/03/26/sua_tv_de_bolso_1244233.html">review</a> completo está lá no iG, mas vou aproveitar para adicionar algumas coisas. O fator &#8220;que bonitinha! eu quero!&#8221; não pode ser subestimado: <em>todo mundo</em> na redação do iG queria ver a TVZinha de bolso, e a reação de espanto foi muito similar à minha lá em Seoul. A recepção é muito boa e gravar os programas em um cartão SD é uma <strong>grande</strong> sacada (pense em um videocassete de bolso), embora os outros recursos (MP3, exibição de fotos) sejam meio secundários: eles existem, funcionam a contento, mas dá pra melhorar. O preço é passável (R$ 899 com cartão de 1 GB). Mas a dúvida é se vai pegar aqui no Brasil. Será que o brasileiro vai aderir às telinhas portáteis dedicadas ou vai preferir esperar o preço dos celulares com TV integrada cair para entrar na onda? A julgar pela quantidade de fones da Motorola e Sony-Ericsson que tenho visto nos ônibus e metrô, aposto na segunda opção.</p>
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		<title>Oops! Deu pau!</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Mar 2008 04:03:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>
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		<description><![CDATA[Já faz um tempinho que os trens do metrô de SP tem monitores LCD dentro dos vagões, com um sistema de TV interna que mostra notícias, curiosidades sobre a cidade, programação cultural e, claro, propaganda. Na maioria das vezes ele funciona, mas problemas não são incomuns. Já vi monitores &#8220;solarizados&#8221;, que perdiam o sinal automaticamente, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já faz um tempinho que os trens do metrô de SP tem monitores LCD dentro dos vagões, com um sistema de TV interna que mostra notícias, curiosidades sobre a cidade, programação cultural e, claro, propaganda. Na maioria das vezes ele funciona, mas problemas não são incomuns. Já vi monitores &#8220;solarizados&#8221;, que perdiam o sinal automaticamente, com backlight pifado, imagem distorcida e por aí vai. Não sei se a culpa é dos monitores (LG, pelo logo &#8220;Flatron F-Engine&#8221; que aparece quando saem do ar) comuns, que não aguentam o &#8220;tranco&#8221; de trabalhar em um local quente e cheio de vibração como um trem do metrô, ou se o serviço de implantação foi mal-feito mesmo. Não vou discutir isso aqui.</p>
<p>Mas hoje, voltando pra casa, vi isso:</p>
<p><a href="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2008/03/moto_0017.jpg" title="Oops! Chama o Bill, Windows deu pau!" rel="lightbox[319]"></a></p>
<p style="text-align: center"><a href="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2008/03/moto_0017.jpg" title="Oops! O player deu pau!" rel="lightbox[319]"><img src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2008/03/moto_0017.jpg" title="Oops! O player deu pau!" alt="Oops! O player deu pau!" border="0" height="320" hspace="5" vspace="5" width="240" /></a></p>
<p>Um pau de software (a mensagem dizia: &#8220;Player &#8211; Erro não especificado&#8221;) tirou do ar todos os monitores do vagão e, pior, do trem. Considerando que isso ocorreu na hora do &#8220;rush&#8221; e que o sistema é mantido com o lucro de anúncios, fico imaginando quanto prejuízo as &#8220;ad impressions&#8221; perdidas representam para a companhia que opera o sistema.</p>
<p><strong>PS: </strong>dessa vez a culpa não é do Windows. Pela mensagem, o erro é do player usado para reproduzir a programação do canal.</p>
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		<title>Campus Party</title>
		<link>http://rigues.badcoffee.info/2008/02/18/campus-party/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 Feb 2008 01:26:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Foto]]></category>
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		<description><![CDATA[Passei a última semana cobrindo a Campus Party a serviço do iG Tecnologia, o que explica meu sumiço. A cobertura foi feita &#8220;in loco&#8221; e publicada no próprio canal e no Blog de Tecnologia do iG. Apesar de alguns soluços na organização, principalmente no credenciamento (ninguém da imprensa estava usando sua própria credencial) e alimentação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Passei a última semana cobrindo a Campus Party a serviço do <a href="http://tecnologia.ig.com.br">iG Tecnologia</a>, o que explica meu sumiço. A cobertura foi feita &#8220;in loco&#8221; e publicada no próprio canal e no <a href="http://tecnologia.blig.ig.com.br">Blog de Tecnologia</a> do iG. Apesar de alguns soluços na organização, principalmente no credenciamento (<em>ninguém</em> da imprensa estava usando sua própria credencial) e alimentação (poucas opções para quem não estava acampando, lojas fechadas na primeira madrugada), dá pra dizer que o evento foi um sucesso. A edição de 2009 já está prometida (lá no blog oficial) e posso dizer que, no que depender apenas de mim, estarei lá. Quem sabe como campusero?</p>
<p>O &#8220;efeito colateral&#8221; da cobertura são mais de 300 fotos e umas duas dúzias de videos que não aproveitei no iG por motivos variados. Parte deste material já está no ar: coloquei um <a href="http://www.flickr.com/photos/rigues/sets/72157603906027029/">álbum com 80 fotos</a> do evento, em alta resolução (7 MP), lá no Flickr. Elas também são parte do &#8220;pool&#8221; de fotos da Campus Party, e seguem a mesma licença Creative Commons do resto grupo: Attribution 2.0. Se quiser reaproveitá-las, esteja à vontade. Só não esqueça de me dar o crédito.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://www.flickr.com/photos/rigues/sets/72157603906027029/"><img src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2008/02/campus.jpg" alt="Mosaico Campus Party" /></a></p>
<p>Os vídeos vão para o YouTube aos poucos: preciso antes separar o material e quero brincar um pouco de iMovie para editar os clipes e dar a eles uma estrutura mais coerente. Muito do que gravei são &#8220;instantâneos&#8221; de cenas e momentos durante o evento, coisas do tipo &#8220;olhem essa fila enorme&#8221;, &#8220;ei, que carrinho-robô legal&#8221; e por aí vai. Soltos eles não tem muita graça. À medida que tudo for sendo processado, vai entrar lá no <a href="http://youtube.com/user/caferuim">meu canal</a>. Fiquem de olho.</p>
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		<title>Sony traz Blu-ray player ao Brasil</title>
		<link>http://rigues.badcoffee.info/2007/08/27/sony-traz-blu-ray-player-ao-brasil/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Aug 2007 20:25:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hardware]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[A Sony decidiu se juntar à LG, Samsung, Panasonic e Philips e está lançando no Brasil o BDP-S1E, um player Blu-ray que já está disponível há algum tempo no mercado europeu. O aparelho é capaz de reproduzir imagens em Full HD (1080p) e também toca discos DVD-Video, DVD+R/-R/-RW/+RW, CD-R/RW, arquivos MP3 e imagens em JPEG. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2007/08/bd_vs_hd.jpg" title="Blu-ray vs HD-DVD" alt="Blu-ray vs HD-DVD" align="right" border="0" height="166" hspace="5" vspace="5" width="180" />A Sony decidiu se juntar à LG, Samsung, Panasonic e Philips e está lançando no Brasil o BDP-S1E, um player Blu-ray que já está disponível há algum tempo no mercado europeu.</p>
<p>O aparelho é capaz de reproduzir imagens em Full HD (1080p) e também toca discos DVD-Video, DVD+R/-R/-RW/+RW, CD-R/RW, arquivos MP3 e imagens em JPEG. Também faz &#8220;upscaling&#8221; de discos DVD para as resoluções 720p/1080i/1080p, o que permite que você assista aos filmes de sua coleção já existente em uma TV de alta definição com mais qualidade do que teria ligando diretamente um DVD Player comum.</p>
<p>Outras funções são a Bravia Theatre Sync, para operação conjunta da TV (Bravia, claro) e do player com um único controle remoto, 24p True Cinema, para exibir a imagem a 24 quadros por segundo, como no cinema e x.v Color e Cinema Tuned Picture, para reforçar a precisão das cores e ajustar a imagem de acordo com as características de iluminação do ambiente. O BDP-S1E tem saídas de vídeo via HDMI, Vídeo Componente, Vídeo Composto e S-Vídeo, e saídas de áudio HDMI, Óptica Digital, Digital Coaxial, Analógica para 5.1 canais e Analógica estéreo para áudio. O aparelho já está à venda na loja online da Sony, a <a href="http://www.sonystyle.com.br">Sony Style</a>, pelo &#8220;preço-padrão para alta definição&#8221; de R$ 3.999.</p>
<p align="center"><a href="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2007/08/bdp-s1e_g.jpg" rel="thumbnail" title="Blu-ray player Sony BDP-S1E" rel="lightbox[270]"><img src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2007/08/bdp-s1e.jpg" title="Blu-ray Sony BDP-S1E" alt="Blu-ray Sony BDP-S1E" border="0" height="137" hspace="5" vspace="5" width="320" /></a></p>
<p>Se estivesse procurando um player de alta definição, eu esperaria mais um pouco. A LG já tem um modelo híbrido no mercado, o <a href="http://www.pcmag.com/article2/0,1759,2111679,00.asp">BH100</a> (&#8220;apenas&#8221; R$ 4799), que toca Blu-Ray e HD-DVD, mas tem algumas limitações neste último formato (como a falta de interatividade). Entretanto, a Samsung está prometendo para o fim do ano um outro player híbrido, chamado <a href="http://gizmodo.com/gadgets/bd_up5000/">BD-UP5000</a>, que terá compatibilidade total com ambos os formatos. Assim como os drives &#8220;Super Multi&#8221; acabaram com a guerra entre DVD-R e DVD+R, player híbridos vão colocar a escolha nas mãos do consumidor: compre os filmes que mais gosta, no formato que tiver mais conteúdo pelo melhor preço.</p>
<p>Quem sabe na próxima geração as empresas não aprendem a unir esforços e apoiar um único formato? Ah, esqueci. Não vai haver &#8220;próxima geração&#8221;. Acredito piamente que o disco óptico, como forma de entretenimento doméstico, está com os dias contatos, e será substituído em breve por sistemas digitais de distribuição de conteúdo. Como a iTunes Store, mas em escala maior. Contanto que não repitam o fiasco do finado <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/DIVX">DIVX</a> (o player, não o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Divx">formato de vídeo</a>), estou nessa.</p>
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		<title>Consertando um XBox 360 com&#8230; uma toalha!</title>
		<link>http://rigues.badcoffee.info/2007/08/10/consertando-um-xbox-360-com-uma-toalha/</link>
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		<pubDate>Fri, 10 Aug 2007 14:15:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Áudio]]></category>
		<category><![CDATA[Game]]></category>
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		<category><![CDATA[Tutorial]]></category>
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		<category><![CDATA[Windows]]></category>

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		<description><![CDATA[Embora a Microsoft não admita em público, um dos maiores problemas sofridos pelos proprietários do Xbox 360 é o super-aquecimento. Mesmo em climas mais frios o console tem a tendência de &#8220;cozinhar&#8221; em banho maria, e um belo dia acaba morrendo, mostrando as &#8220;três luzes da morte&#8221; ao redor do botão de força quando é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Embora a Microsoft não admita em público, um dos maiores problemas sofridos pelos proprietários do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Xbox_360">Xbox 360</a> é o super-aquecimento. Mesmo em climas mais frios o console tem a tendência de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Xbox_360_technical_problems#Overheating">&#8220;cozinhar&#8221; em banho maria</a>, e um belo dia acaba morrendo, mostrando as &#8220;<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Xbox_360_technical_problems#General_hardware_failure">três luzes da morte</a>&#8221; ao redor do botão de força quando é ligado.</p>
<p>E aí, pelo menos nos EUA, começa a Romaria: liga para a assistência, pede embalagem, empacota console, manda para a assistência, espera, recebe de volta&#8230; Aqui no Brasil, onde muitos consoles entram pelo mercado &#8220;informal&#8221;, as três luzes geralmente significam dinheiro jogado fora. Geralmente a resposta de uma &#8220;assistência&#8221; é &#8220;não tem conserto&#8221;. Ou quando tem é caro demais. Tenho vários amigos com um Xbox 360, e já vi quatro consoles morrerem com os mesmos sintomas. Um deles, aliás, morreu duas vezes, a segunda logo depois de voltar da assistência.</p>
<p>A Microsoft está silenciosamente corrigindo o problema: primeiro, começou a instalar <a href="http://news.teamxbox.com/xbox/13691/Xbox-360-Pictures-of-the-New-GPU-Heatsink/">heatsinks maiores</a> dentro dos consoles (tato novos quanto reparados), para diminuir a temperatura. Depois, estendeu a garantia para <a href="http://crunchgear.com/2007/07/05/xbox-360s-get-extended-warranty-for-failures/">três anos</a>. E, em breve, começará a usar <a href="http://www.gamespot.com/news/6148098.html">novas CPUs</a> feitas com processo de 65 nm, geram menos calor. Mas só teremos certeza se isso resolve o problema daqui a pelo menos seis meses, quanto as modificações chegarem ao mercado em escala.</p>
<p>Até lá, um grupo de gamers engenhosos no site <a href="http://www.cheapassgamer.com/archives/xbox-360-towel-trick-vs-cheapyd.php">Cheap Ass Gamer</a> desenvolveu uma solução temporária para o problema das três luzes que deixaria Douglas Adams (ou McGyver) muito orgulhoso: toalhas. Sim, daquelas de banho. A idéia é enrolar bem o console defeituoso, ligado, em várias toalhas, causando um super-aquecimento. Depois de 25 minutos na sauna, tire as toalhas, desligue o console e deixe-o assim até esfriar. Ligue e&#8230; tcharam! em muitos casos, ele volta à vida, e vai continuar funcionando por uns três ou quatro dias, segundo o site (você pode repetir a operação se ele der defeito de novo). Ainda não entendi qual o efeito da sauna, mas talvez ela consiga amolecer a solda (que tem ponto de fusão mais baixo que a normal) e restabelecer alguma conexão rompida (especula-se que essa seja, aliás, uma das causas das três luzes).</p>
<p>É como diz <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Guide_%28character%29">o guia</a>: &#8220;Uma toalha é um dos objetos mais incrivelmente úteis para um mochileiro interestelar&#8221;</p>
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		<title>iLife chega à versão 2008 recheado de novos recursos</title>
		<link>http://rigues.badcoffee.info/2007/08/07/ilife-chega-a-versao-2008-recheado-de-novos-recursos/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Aug 2007 06:12:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[Áudio]]></category>
		<category><![CDATA[Foto]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[Steve Jobs não falou só de Macs no evento de hoje. O iLife, conjunto de aplicativos da Apple para sua vida digital, também ganhou nova versão. O iLife 08 traz mudanças significativas em todos os seus componentes, que o tornam um upgrade mais do que recomendado para quem usa versões antigas (como eu, que ainda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2007/08/ilife08box.jpg" title="iLife 08 - Cortesia da Apple" alt="iLife 08 - Cortesia da Apple" align="right" border="0" height="193" hspace="5" vspace="5" width="200" />Steve Jobs não falou só de Macs no evento de hoje. O iLife, conjunto de aplicativos da Apple para sua vida digital, também ganhou nova versão. O <a href="http://www.apple.com/ilife/">iLife 08</a> traz mudanças significativas em todos os seus componentes, que o tornam um upgrade mais do que recomendado para quem usa versões antigas (como eu, que ainda estou no iLife 05).</p>
<p><span id="more-221"></span></p>
<p>No <a href="http://www.apple.com/ilife/iphoto">iPhoto</a>, a principal mudança é a capacidade de organizar as imagens em “eventos”. A idéia, que faz sentido, é que é muito provável que todas as fotos tiradas em um determinado período (por exemplo, o mesmo dia) pertençam a um mesmo evento (um passeio, uma viagem, um casamento), e portanto fazem parte de um mesmo grupo. Tendo isto em mente, o iPhoto automaticamente divide as imagens em eventos ao importar. Cada evento tem uma “imagem ícone” específica, e juntar dois eventos é tão fácil quanto arrastar o ícone de um para cima do outro. Para dividir um evento em dois basta selecionar o “ponto de corte” e clicar em um botão. É uma versão aprimorada do velho truque índio de agrupar as imagens em álbuns em versões antigas do iPhoto, mas com uma interface e usabilidade muito melhores.</p>
<p align="center"> <img src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2007/08/iphoto08.jpg" title="iPhoto 08 - Cortesia da Apple" alt="iPhoto 08 - Cortesia da Apple" border="0" height="246" hspace="5" vspace="5" width="400" /></p>
<p>Se você tem .Mac, vai adorar as novas “<a href="http://www.apple.com/ilife/iphoto/#webgallery">Web Galleries</a>”: são praticamente um <a href="http://www.flickr.com">Flickr</a> pessoal, e permitem mostrar suas fotos de viagem para todo o mundo com vários modos de visualização, inclusive um muito similar ao <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Coverflow">CoverFlow</a>. Além disso os visitantes também podem contribuir imagens para sua galeria: você pode permitir que eles façam o upload de imagens, tanto via web como por e-mail. Até quem tem um <a href="http://www.apple.com/iphone">iPhone</a> pode entrar na brincadeira.</p>
<p>O editor de sites <a href="http://www.apple.com/ilife/iweb/">iWeb</a> também aprendeu alguns novos truques: agora ele é capaz de publicar suas páginas em seu servidor pessoal em vez do .Mac (antes isso só era possível com um truquezinho). Um recurso chamado “Web Widgets” permite inserir fácil e rapidamente pequenos “objetos” da Web, como mapas do <a href="http://maps.google.com">Google</a>, vídeos do <a href="http://www.youtube.com">YouTube</a>, Badges do Flickr e afins em suas páginas. Além disso, finalmente é possível trocar de tema depois que você cria um site: na versão anterior, se você mudasse de idéia teria de recomeçar do zero.</p>
<p>Pretendo dar uma olhadinha no novo iWeb assim que possível e ver se melhorou em alguns itens desde a última versão: entre os <a href="http://blogdorigues.wordpress.com/?s=iweb">problemas</a> que encontrei estavam a mania de usar imagens em alta resolução mesmo para thumbnails minúsculos na página, a insistência em converter até mesmo fotos para PNG (o que resulta em arquivos muito maiores do que em JPEG, com diferença mínima de qualidade) e problemas com fontes e acentuação.</p>
<p>No <a href="http://www.apple.com/ilife/garageband/">GarageBand</a>, a mudança mais interessante é o <a href="http://www.apple.com/ilife/garageband/#magic">Magic GarageBand</a>. Funciona de forma bem simples: escolha um ritmo (Jazz, Pop, Rock e por aí vai) e posicione os instrumentos no “palco” da forma como quiser. O GarageBand cria automaticamente uma melodia base para você, que pode ser exportada para o editor e modificada como quiser. É uma ótima novidade para quem sempre quis “brincar” de música mas nunca teve criatividade para criar nem a mais simples das batidas. Além disso, há seis novos <a href="http://www.apple.com/ilife/garageband/jampacks/">Jam Packs</a> com loops e instrumentos para adicionar às suas músicas, entre eles World Music, Orquestra Sinfônica, Ritmos e Vozes, com solistas e coros em vários estilos.</p>
<p>Mas de todos os aplicativos do iLife, o que mais mudou foi o <a href="http://www.apple.com/ilife/imovie/">iMovie</a>. Ele não ganhou uma nova versão: ele é um aplicativo completamente novo. Segundo Steve Jobs, um dos “mais brilhantes engenheiros de vídeo” da Apple foi passar férias no Caribe e voltou com horas de vídeos de mergulho em alta definição. Ele pretendia condensar tudo em um vídeo de 5 minutos para mostrar aos amigos, e não queria gastar mais do que meia hora no processo. O engenheiro descobriu que não conseguiria fazer isso com o iMovie, nem com o Final Cut (a ferramenta de edição profissional de vídeo da Apple), nem com outros programas aos quais tinha acesso, então resolveu inventar algo para resolver o problema.  O resultado ficou tão bom que a Apple decidiu basear a próxima versão do iMovie no trabalho do engenheiro, e assim nasceu o iMovie 08.</p>
<p align="center"><img src="http://rigues.badcoffee.info/wordpress/wp-content/uploads/2007/08/imovie08.jpg" title="iMovie 08 - Cortesia da Apple" alt="iMovie 08 - Cortesia da Apple" border="0" height="244" hspace="5" vspace="5" width="400" /></p>
<p>A primeira mudança notável é a interface totalmente diferente, com um visual muito mais profissional. Em termos de recursos, um dos mais significativos é o fato de que o iMovie deixou de ser apenas um software de edição de vídeo para ser também um software de <a href="http://www.apple.com/ilife/imovie/#library">organização</a> de vídeo, como o iPhoto. Isso é excelente: até mesmo eu, que tenho uma câmera digital low-end, sinto falta de uma solução para organizar decentemente os clipezinhos que faço durante minhas viagens.</p>
<p>Mas no final das contas, o que mais importa são os recursos que aceleram a produção de um clipe. Por exemplo, o “<a href="http://www.apple.com/ilife/imovie/#playing">skimming</a>” permite encontrar rapidamente qualquer ponto em um vídeo: apenas arraste o cursor do mouse sobre a amostra do clipe para ver trechos dele. Quanto mais rápido você arrasta, mais rápidos trechos se sucedem. Encontrou um ponto que interessa? Clique o botão do mouse e continue arrastando até onde quiser. Quando soltar o botão, você vai ter um “recorte” do clipe pronto para ser usado em sua montagem.</p>
<p>Há novas transições e efeitos, além de renderização em tempo real (já presente no iMovie 06) usando o poder de processamento a placa de vídeo para acelerar o processo. E há uma opção para exportar vídeo diretamente para o YouTube! Isso é algo muito importante: antigamente era necessário exportar seu projeto (sempre em DV) para Quicktime, e depois converter com um software externo para o formato do YouTube. Além de demorado, o processo de codificação e recodificação da imagem resultava em perda de qualidade. Agora apenas um clique resolve todo o processo.</p>
<p>O novo iLife 08 já está disponível na loja online da Apple por US$ 79. Um “pacote família”, com licenças para cinco Macs na mesma casa, custa US$ 99. O programa também será incluso gratuitamente em todos os novos Macs comprados a partir de hoje.</p>
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