Archive for the 'Windows' Category

Dell lança linha de PCs para a pequena empresa

Logo DellA Dell organizou hoje uma coletiva para apresentar sua linha Vostro (significa “vosso”, em Latim) de notebooks e desktops. São máquinas com processadores Intel ou AMD e configurações flexíveis, projetados para atender às necessidades de TI de pequenas empresas, aquelas com em média 25 funcionários. Trata-se de um mercado que, segundo estimativas, deve dobrar de tamanho nos próximos três anos. Mais que hardware, a linha Vostro é, nas palavras de Sidnei Shibata, Gerente de Marketing de Produtos da Dell, “Um ecossistema que também inclui suporte e serviços“.

De acordo com dados da empresa, mais de 85% das pequenas empresas não tem uma equipe dedicada para cuidar de sua estrutura de TI, e 55% delas sentem dificuldade em gerenciá-la usando ferramentas desenvolvidas para companhias de maior porte. Serviços como a garantia on-site de um ano (expansível a até quatro anos), o atendimento remoto via Dell Connect e atendimento preferencial via suporte Gold trazem à pequena empresa os mesmos serviços já oferecidos às grandes.

A Dell também procurou reduzir ao mínimo a quantidade de software pré-instalado nas máquinas, para garantir que elas possam ser colocadas em produção o mais rápido possível. Entre os programas inclusos está o Dell Suport Center, um software que lembra em conceito a suíte ThinkVantage da Lenovo e concentra ferramentas para auxiliar na manutenção da máquina, de uma desfragmentação de disco a criação de backups e restauração do sistema ao estado original de fábrica.

Também há o Dell Network Assistant (DNA), que automatiza, otimiza e repara conexões de rede. E no fim do ano a Dell espera oferecer um serviço chamado Datasafe Online Backup que dará 10 GB de espaço, por máquina, para backup de informações críticas de sua empresa em um Datacenter da Dell. A idéia é oferecer o primeiro ano de uso gratuito, e cobrar assinatura por períodos subsequentes. É uma idéia muito interessante: muitas empresas não fazem backup por não ter estrutura para armazenamento dos dados ou conhecimento dos softwares necessários. Uma solução rápida e prática pode ter bastante apelo junto ao mercado.

Estão no mercado a partir de hoje o Desktop Vostro 200, com processadores Intel (De Celeron a Core 2 Duo) e o notebook Vostro 1000 (com processador AMD). Em setembro chegam mais três notebooks: Vostro 1400, 1500 e 1700, todos com processadores Intel Core 2 (os modelos 1500 e 1700 são Santa Rosa) e telas de 14, 15 e 17 polegadas, respectivamente.

Dell Vostro 200

Dell Vostro 1000

Os preços variam de acordo com a configuração, mas um Vostro 200n, com um Celeron D420, 512 MB de RAM, 2 HDs de 80 GB, leitor de DVD e sem monitor nem sistema operacional sai hoje por R$ 1.192 no site da Dell. Já um notebook Vostro 1000 com um AMD Mobile Sempron 3500 de 1.8 GHz, 512 MB de RAM, 60 GB de HD, drive combo e LCD de 15,4 polegadas sai por R$ 3.576. Interessante notar que o Vostro 200 tem como opção os novos processadores Pentium Dual Core da Intel, sobre os quais o amigo Mario Nagano comentou algumas semanas atrás.

Por fim, durante o evento foi mencionado que as máquinas da linha Vostro serão oferecidas com três opções de sistema operacional (que podem não estar disponíveis em todos os modelos): Windows XP, Windows Vista e… FreeDOS. Epa, e o Linux? Segundo executivos, a Dell ainda está “analisando” a possibilidade de trazer configurações movidas a pinguim para o mercado nacional. Se elas vierem, será possível repetir aqui o sucesso dos EUA?

Quem derrubou o Skype?

Logo do SkypeQuem usa o Skype regularmente com certeza notou a interrupção de serviço que durou alguns dias na semana passada. Por um problema nos servidores de autenticação, quase 220 milhões de usuários ficaram impedidos de utilizar o sistema. A pergunta que não quer calar é: de quem é a culpa?

A princípio, representantes da Skype Limited informaram que a causa do problema foi um bug no programa, que só se manifestou (de forma catastrófica) agora. Mas alguns dias depois, um post em um fórum de discussão afirma que o problema foi causado pela ação de hackers russos.

Segundo o post, tais hackers estavam procurando uma falha local no programa, quando tropeçaram em um trecho de código capaz de causar um buffer overflow remoto e tirar um servidor de autenticação do ar. Devido à natureza “Peer-to-Peer” do sistema, quando um servidor some outro assume seu lugar. Entretanto, ele também caia vítima do buffer overflow, e assim sucessivamente, até toda a rede de autenticação do Skype estar fora de combate. É como atirar em patinhos de metal enfileirados no parque de diversões. O post traz, inclusive, um trecho do código que teria sido usado para causar o problema.

Representantes da Skype foram rápidos em negar o ataque, e continuaram insistindo na história do bug. Entretanto… hoje apareceram com uma outra explicação: a culpa é, parcialmente, da Microsoft. O problema teria sido causado pela “Patch Tuesday” (Terça dos Patches) dia do mês no qual a Microsoft lança correções de segurança para seus sistemas operacionais. Uma destas correções forçava um reboot na máquina, e o imenso volume de PCs se desconectando da rede e tentando se reconectar ao mesmo tempo teria gerado uma sobrecarga. Nesse momento uma falha no mecanismo de “auto-regeneração” da rede Skype teria criado um efeito cascata que causou os problemas durante dois dias.

O problema com essa desculpa é: esta não é a primeira Patch Tuesday da Microsoft, a data já é tradição. Porque o problema nunca aconteceu antes? OK, desta vez havia um patch que forçou um reboot até mesmo em máquinas com o auto-update desativado, mas isso já ocorreu outras vezes.

Sei não. A princípio eu não levei os hackers muito a sério, mas que essa história de patches da Microsoft cheira a “cover up” para salvar o próprio traseiro, cheira. A Skype preza pelo fato de que sua rede é considerada “segura”, e admitir um ataque, mesmo que ele não tenha colocado informações em risco, poderia manchar a imagem da empresa. Ainda mais agora, quando ela se esforça para crescer junto aos usuários corporativos.

Ossos do ofício

Em qualquer profissão, chega um momento em que você precisa fazer algo de que não vai se orgulhar depois. Hoje foi minha vez. É duro admitir, mas passei as últimas horas instalando o Windows Vista… em um Macbook Pro. :P

Mac OS X com Parallels Desktop

A foto acima não é uma montagem. Tampouco é um Mac com cara de Vista, nem um Vista com cara de Mac. É um Macbook Pro com o Mac OS X 10.4, rodando o Parallels Desktop 3.0 com o Windows Vista Ultimate no modo “Coherence”. O Parallels cria uma “máquina virtual”, dentro da qual roda o sistema da Microsoft. Você pode configurar vários parâmetros dessa máquina, como RAM, espaço em disco, acesso a periféricos do Mac, etc. Rodando no modo coherence o desktop do Windows some, e as janelas dos programas de Windows se misturam às janelas dos programas para Mac no Desktop (você pode até minimizá-las para a Dock). A integração é bem completa: dá pra copiar e colar entre aplicativos, arrastar arquivos do Windows pro Mac, compartilhar área de transferência e mais.

Toda essa experiência é parte de uma matéria sobre formas de rodar o Windows e programas escritos para ele em um Mac Intel da forma mais fácil (e eficiente) possível, para que você possa ter o melhor dos dois mundos: a segurança, estabilidade e facilidade de uso do Mac OS X, aliada àqueles aplicativos essenciais que ainda só existem em versão Windows. Em breve nas bancas :)

Consertando um XBox 360 com… uma toalha!

Embora a Microsoft não admita em público, um dos maiores problemas sofridos pelos proprietários do Xbox 360 é o super-aquecimento. Mesmo em climas mais frios o console tem a tendência de “cozinhar” em banho maria, e um belo dia acaba morrendo, mostrando as “três luzes da morte” ao redor do botão de força quando é ligado.

E aí, pelo menos nos EUA, começa a Romaria: liga para a assistência, pede embalagem, empacota console, manda para a assistência, espera, recebe de volta… Aqui no Brasil, onde muitos consoles entram pelo mercado “informal”, as três luzes geralmente significam dinheiro jogado fora. Geralmente a resposta de uma “assistência” é “não tem conserto”. Ou quando tem é caro demais. Tenho vários amigos com um Xbox 360, e já vi quatro consoles morrerem com os mesmos sintomas. Um deles, aliás, morreu duas vezes, a segunda logo depois de voltar da assistência.

A Microsoft está silenciosamente corrigindo o problema: primeiro, começou a instalar heatsinks maiores dentro dos consoles (tato novos quanto reparados), para diminuir a temperatura. Depois, estendeu a garantia para três anos. E, em breve, começará a usar novas CPUs feitas com processo de 65 nm, geram menos calor. Mas só teremos certeza se isso resolve o problema daqui a pelo menos seis meses, quanto as modificações chegarem ao mercado em escala.

Até lá, um grupo de gamers engenhosos no site Cheap Ass Gamer desenvolveu uma solução temporária para o problema das três luzes que deixaria Douglas Adams (ou McGyver) muito orgulhoso: toalhas. Sim, daquelas de banho. A idéia é enrolar bem o console defeituoso, ligado, em várias toalhas, causando um super-aquecimento. Depois de 25 minutos na sauna, tire as toalhas, desligue o console e deixe-o assim até esfriar. Ligue e… tcharam! em muitos casos, ele volta à vida, e vai continuar funcionando por uns três ou quatro dias, segundo o site (você pode repetir a operação se ele der defeito de novo). Ainda não entendi qual o efeito da sauna, mas talvez ela consiga amolecer a solda (que tem ponto de fusão mais baixo que a normal) e restabelecer alguma conexão rompida (especula-se que essa seja, aliás, uma das causas das três luzes).

É como diz o guia: “Uma toalha é um dos objetos mais incrivelmente úteis para um mochileiro interestelar”

Comparação direta

Estou experimentando usar o novo Pages, parte do iWork 08, como meu editor de textos no dia-a-dia. Ele só salva os documentos em formato próprio, mas exporta em vários outros, como .DOC e PDF. Terminei um texto agora há pouco, salvei no formato do Pages e exportei para .DOC para enviar à redação. E aí, por curiosidade, resolvi comparar o tamanho dos arquivos.  Para a comparação ser justa, incluí mais dois outros formatos: .RTF e .TXT. O texto original tem 6.625 caracteres, contando espaços. Vejam como ficou:

  • TXT: 8 KB
  • RTF: 12 KB
  • DOC: 32 KB
  • Pages: 120 KB

Considerando que o texto tem formatação mínima (negrito, itálico e sublinhado), RTF era mais do que o suficiente para a tarefa. Ou seja, “desperdicei” 20 KB usando DOC, mas desperdicei muito mais (108K) usando o formato novo do Pages. Ainda bem que os discos rígidos são cada vez maiores :)

Miro: o novo nome do Democracy Player

Há alguns meses escrevi um artigo analisando e apresentando o Democracy Player, um software para “TV via Internet” gratuito desenvolvido pela Participatory Culture Foundation. É um software que, apesar de operar de forma diferente à do seu principal “concorrente”, o Joost, oferece o mesmo tipo de conteúdo: documentários, videoclipes, filmes, séries, tutoriais, video podcasts e muito mais.

Só esqueci de mencionar que o Democracy Player agora tem um novo nome: Miro. Ele foi escolhido para evitar confusão por parte dos usuários quanto ao objetivo do programa. Muitos achavam que era um projeto do governo norte-americano, ou uma ferramenta para distribuição de vídeos sobre política. Mas só o nome mudou: o programa continua sendo software livre e gratuito, disponível em versões para Windows, Linux e Mac. E o guia de canais só cresce: agora já são mais de 2000 canais cadastrados.

Não espere mais, leia o review, vá ao site oficial e baixe o programa. Garanto que depois dele você vai repensar sua assinatura de TV a cabo.

Direto de Star Trek

Assistente Clínico Móvel, da Intel

Este é um protótipo de um tablet médico da Intel chamado “Assistente Clínico Móvel” (Medical Clinical Assistant). Além de permitir que o médico ou enfermeira consulte e atualize a ficha do paciente, de qualquer lugar, ele pode se integrar a dispositivos de captura de dados, como um monitor de batimentos cardíacos, para obter informações e estatísticas vitais em tempo real. A entrada de dados pode ser feita por caneta ou reconhecimento de voz. Curioso notar que a tela não é sensível ao toque: a caneta é um modelo especial, similar às encontradas em tablets para desenho (como os da Wacom).

Ela tem uma série de características interessantes, como o fato de não ter um ventilador ou tomada de ar (para evitar que bactérias e microorganismos no ar peguem carona dentro do aparelho) e ser totalmente esterilizável. O modelo definitivo começou a ser vendido na semana passada nos EUA, Europa e Ásia, com preço a partir de US$ 2.100. A plataforma foi desenvolvida pela Intel, mas outras empresas produzem o aparelho. Uma delas é a Motion Computing, nos EUA, com seu modelo C5.

Para os curiosos: o processador é um Intel Core Solo, e o protótipo tinha HD de 30GB e 1 GB de RAM.

As cores do Classmate PC

O Classmate PC é protegido por uma “capa” de material sintético que ajuda a protegê-lo contra impactos. A capa é removível e, além do aspecto funcional, também tem um estético: é só trocá-la para mudar a cara do laptop. Na maioria das fotos que você vê por aí, o Classmate PC tem uma capa azul. Mas também existe uma versão cor-de-rosa:

A Azul e o Rosa :P

Como era de se esperar, os professores notaram uma coisa: as meninas não tem nenhum problema em usar um micro com a capa azul, até o acham bonitinho. Mas os meninos evitem o rosa como o diabo foge da cruz :)

Microsoft reduz preço do Windows Vista na China

Em uma decisão até então inédita, que vai contra sua própria política de um único preço para seus produtos em qualquer lugar do mundo, a Microsoft baixou o preço do Windows Vista Home Basic na China, de 1.521 renminbi (cerca de US$ 200) para 499 renminbi (cerca de US$ 66). O motivo? O combate à pirataria. Lembram-se que há alguns meses comentei que o Vista tinha vendido na China, em duas semanas, apenas 244 cópias? Pois é, parece que a empresa finalmente acordou para a realidade.

Resta saber que outras mudanças esta decisão vai trazer à linha de produtos da Microsoft. O Windows Starter Edition (seja Vista ou XP) foi criado exatamente como uma alternativa “de baixo custo” às licenças tradicionais do Windows. Mas com a flexibilização (se não for restrita à China) me parece que o Starter perde a razão de ser, ainda mais considerando o fato de que os consumidores não morrem de amores pelo produto. E agora?

O Classmate PC entra em ação

Alunos com o Classmate PCA escola da Fundação Bradesco em Campinas iniciou ontem (02/08) o uso do Classmate PC, o laptop educacional da Intel, em suas salas de aula. É a segunda etapa de um programa que começou no final do ano passado, quando 130 alunos e 5 professores da escola usaram 46 máquinas durante três meses para avaliar o conceito e aprimorar a ferramenta. Após um ano em prática em Campinas o projeto vai ser estendido, em uma terceira etapa, a todas as 40 escolas da Fundação, que já conta com 600 máquinas: 300 próprias, 200 doadas pela Intel e 100 pela Positivo, que monta o Classmate PC no Brasil.

As salas de aula foram equipadas com a tecnologia necessária para suportar os notebooks: dois roteadores wireless (802.11g, 54 Mb/s) e sistema de som. Algumas classes também tem uma lousa inteligente ligada a um projetor, que o professor pode usar para mostrar imagens, vídeos ou páginas da Internet para os alunos, além de transmitir automaticamente as anotações da lousa para os Classmate PCs. Os 33 professores da escola foram formados no programa Intel Educar e participaram de oficinas de capacitação nas soluções que compõem o pacote de software que acompanha as máquinas. Cada um tem seu próprio notebook (um modelo comum), equipado com software que permite monitorar, controlar e dirigir as atividades dos alunos.

A autonomia de bateria de cada Classmate é de cerca de 4 horas, e as baterias são recarregadas em armários “especiais” durante o recreio ou ao fim das aulas. Na escola de Campinas as máquinas estão sendo usadas em turnos alternados (manhã e tarde), portanto as crianças não as levam para casa. Elas foram projetadas para sobreviver a bastante abuso, mas após o piloto no ano passado os responsáveis pelo projeto notaram algo interessante: as crianças cuidam muito bem dos notebooks, como se fossem seus. As menores chegam até a se afeiçoar pelas máquinas, e com todo cuidado as colocam “para dormir” no armário no fim de cada dia.

As máquinas estão sendo usadas como um complemento, e não um substituto, das atividades tradicionais. Durante minha visita, por exemplo, os alunos estavam participando de uma tarefa de literatura dividida em duas partes: a primeira consistia na leitura e interpretação de um poema de autoria de Pedro Bandeira. A segunda, usando o Classmate, consistia na pesquisa de informações sobre o poeta na internet (usando sites de busca e fontes sugeridas pelos professores) e na criação de um “poema multimídia”, usando como ferramenta o Powerpoint[1]

Pelo que vi durante a tarde desta quinta, a aceitação do Classmate PC entre as crianças é muito boa. Não é surpresa que algumas digam que preferem estudar no notebook ao método tradicional com quadro e livro. Muitas não tem computador em casa, e a máquina da Intel é seu primeiro contato com o mundo da informática e a Internet. E elas aprendem muito rápido: a turma mais experiente usava com desenvoltura navegador (Firefox), editor de textos (Word) e ferramenta de apresentações (Powerpoint). E quem ainda não “pegou o jeito” da coisa não fica para trás: as crianças são rápidas em ajudar o coleguinha do lado a resolver um problema.

Criança usando o Classmate PC

Independente do sistema operacional que roda nas máquinas, ou mesmo da plataforma utilizada (Classmate ou XO), a idéia de levar a informática para dentro da sala de aula é extremamente poderosa. Os computadores não substituem o professor, mas são uma ferramenta para que ele, devidamente capacitado, possa apresentar melhor o conteúdo e incentivar os alunos a participar do processo de aprendizado, em vez de serem meros “robozinhos” que decoram e regurgitam o que é mostrado no quadro. E quando as crianças participam, elas aprendem mais e tomam gosto pelo aprendizado. E isso faz toda a diferença.

Há mais fotos das máquinas, estudantes e do Intel Editor’s Day como um todo no Flickr. Mais imagens, títulos e comentários seguirão ao longo do dia :P

[1] Os defensores do Software Livre não precisam se preocupar, também existe uma versão do Classmate PC com software Livre (Linux), baseado em uma distribuição da Metasys. Fica a cargo da escola escolher a solução mais adequada para suas necessidades. A Fundação Bradesco escolheu equipar suas máquinas com o Windows XP Pro e softwares da Microsoft.