E a Google entra no mercado de… videogames!

Com o anúncio da plataforma Android TV nesta quarta-feira, podemos dizer que a Google está entrando oficialmente no mercado de consoles de videogame. Duvida? Observem as fotos neste hands-on do The Verge: os jogos não só tem um espaço dedicado na tela inicial do sistema, como há um gamepad oficial, aliás muito parecido com o Xbox 360, com alavancas analógicas, direcionais, botões de ação e gatilhos.

A Gameloft (que nunca perde uma chance, onde quer que seja) já anunciou nove jogos otimizados para a plataforma, e não duvide de que outros desenvolvedores seguirão em breve. Se eu fosse a Sony, Nintendo ou Microsoft, ficaria de olhos MUITO abertos: se “pegar”, a Android TV tem o potencial para fazer no mercado de consoles um estrago similar ao que os smartphones fizeram no de portáteis.

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De carona no Google I/O 2014…

…a LG aproveitou para anunciar que seu smartwatch G Watch, um dos primeiros baseados na plataforma Android Wear, chega ao Brasil “em julho” com preço a ser anunciado “em breve”. Não me arrisco a um chute, mas levem em conta que um Gear 2 sai por R$ 1.299 por aqui.

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Falando na Samsung, durante a abertura do evento foi apresentado também o Gear Live. É o quarto smartwatch da empresa desde setembro passado, e pelo jeito ela decidiu replicar nos wearables sua estratégia de “atire para todo o lado” adotada entre os smartphones. Não ouvi nada sobre lançamento do Gear Live por aqui, mas considerando que ele estará em pré-venda a partir de amanhã no Google Play (nos EUA) junto com o modelo da LG, não deve demorar muito.

E a Gameloft não demorou a anunciar que já tem 9 jogos otimizados para a Android TV, a nova plataforma para SmartTVs da Google que também foi apresentada durante o I/O. São eles: Asphalt 8: Airborne, Meu Malvado Favorito: Minion Rush, GT Racing 2, Dungeon Hunter 4, A Era do Gelo: Vilarejo, Modern Combat 4, My Little Pony – Friendship is Magic, Wonder Zoo e World at Arms. Interessante não mencionarem o Modern Combat 5: Blackout, que deve estar estourando por aí a qualquer momento. Mas você vai ter que esperar um pouquinho para jogar: os primeiros aparelhos Android TV chegam ao mercado “neste outono” no hemisfério norte, ou seja, entre setembro e dezembro.

[TUTORIAL] Instalando o Android 4.4 em um Motorola RAZR MAXX

Voltei a usar um Motorola RAZR MAXX como meu smartphone no dia-a-dia há cerca de uma semana, mas o desempenho do aparelho com a última versão oficial do sistema da Motorola (Android 4.1) estava deixando a desejar. Ele estava “engasgando”, às vezes por vários segundos, mesmo em tarefas simples como abrir o Chrome ou alternar entre apps, e por duas vezes congelou completamente me obrigando a um desligamento forçado (segure Power + Diminuir Volume até o aparelho desligar).

A solução? Instalar uma versão modificada, mais ágil e não-oficial (uma “ROM”) do Android. Por sorte a equipe de desenvolvimento de uma das ROMs mais populares, a CyanogenMod, está lançando versões estáveis do CyanogenMod 11 (Android 4.4.2) para o RAZR MAXX.

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O processo de instalação é documentado, geralmente em inglês, em várias páginas na web. Mas como caí em duas ou três pegadinhas no caminho e a informação está espalhada, achei que seria interessante condensar tudo em um único artigo para ajudar quem pretende seguir na mesma direção.

São três etapas: fazer “root” no smartphone, instalar um app chamado SafeStrap que vai nos permitir instalar a ROM nova sem afetar ou apagar o sistema original da Motorola e instalar o CyanogenMod.

Mas antes, UM AVISO: este processo provavelmente invalida a garantia de seu aparelho, e se feito incorretamente pode causar danos ao sistema e transformar o smartphone em um peso de papel (o popular “brick”). Não seja apressado, leia e releia cada passo antes de prosseguir. Não me responsabilizo por danos que possam vir a ser causados caso você decida seguir estas instruções.

Dito isto, faça um backup dos arquivos em seu smartphone, separe uma hora do seu dia, contando o tempo para download dos arquivos e para ler com calma este guia, pegue uma xícara de café e mãos à obra!

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Um comentário rápido sobre o smartphone da Amazon

Depois de muita especulação a Amazon anunciou nesta quarta-feira o seu primeiro smartphone, o Fire Phone. E antes que os especialistas começem a fazer análises, um comentário rápido: quem pensa que a empresa decidiu brigar com a Google, Samsung ou Apple está muito, muito enganado.

A Amazon não dá a mínima para o mercado de smartphones. Aliás, nem para o de tablets ou de e-Readers. O que ela quer é atrair clientes para os seus serviços e consumidores para os produtos à venda em seu site, o hardware é só um “veículo” para levar os usuários até sua porta. É como se o Pão de Açúcar te vendesse por R$ 200 um carro que te leva automaticamente à loja mais próxima.

Isso fica evidente no principal recurso do Fire Phone, o Firefly: o smartphone é capaz de escanear objetos do mundo real, como livros, revistas e até potes de Nutella, identificar o que são e te levar para o item correspondente na Amazon. Faz o mesmo com mídia como músicas, filmes e séries de TV. O usuário não precisa mais nem buscar, basta “apontar e comprar”.

O @daniel3ub me perguntou o que eu achei do Fire Phone. Por experiência com um Kindle Fire (da primeira geração) posso estimar que ele é uma boa para quem se sente confortável vivendo dentro da “bolha” de serviços da Amazon (Instant Video, Music, Cloud Storage, App Store, a Kindle Store, etc), o que de cara basta para desencorajar quem pensa em importá-lo, já que por enquanto muitos destes serviços não existem aqui. Mas se você prefere um pouco mais de flexibilidade em seus provedores de conteúdo, melhor optar por um iPhone ou Android.

[REVIEW] Nokia Lumia 1520 é um GRANDE smartphone

Quando lançou o Streak 5, em 2010, a Dell inadvertidamente criou um monstro. Com sua imensa (para a época) tela de 5” o aparelho foi o primeiro “phablet” Android, e levou a uma corrida armamentista entre os fabricantes, que lutam para ver quem consegue colocar a maior tela em um aparelho que ainda caiba no bolso da calça e faça chamadas.

Mas este era um fenômeno limitado aos smartphones Android até a Nokia (agora Microsoft Devices) lançar os Lumia 1320 e Lumia 1520, equipados com telas de 6 polegadas. Pense em um smartphone grande. Não, um pouco maior. Mais… isso! Esse é o Lumia 1520. Para ter uma idéia melhor, veja esta foto dele ao lado de um Motorola RAZR MAXX, que tem uma tela de 4.3”

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Nokia Lumia 1520, comparado a um Motorola RAZR MAXX

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PlayStation 4 vs. Sharp X68K

Sou só eu que acho o novo PlayStation 4 branco MUITO parecido com um modelo do Sharp X68K? Especialmente quando colocado na vertical. Comparem:

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O PlayStation 4 branco. Fonte: Engadget

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Sharp X68K Ace HD. Fonte: IPSJ Computer Museum

Não me surpreenderia se houvesse alguma inspiração aí. O design original do PlayStation 2 era baseado, segundo a própria Sony, no Atari Falcon 030 Microbox. Saca só:

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Fonte: Old-Computers.com 

#! [Crunchbang]

Há tempo não uso mais o Linux como sistema operacional em minhas máquinas. Em 2005 migrei para o Mac OS X em meus computadores domésticos (como fizeram muitos colegas dos tempos de Conectiva), e profissionalmente uso o Windows desde 2008.

Na verdade acredito que o “sistema operacional” é cada vez menos relevante. O que importa são os aplicativos que uso para realizar as tarefas do dia-a-dia, e no meu caso boa parte deles está na web. Pra que gastar 20 GB de espaço em disco com Windows e Office quando uma janela do Google Docs me atende da mesma forma? E uma boa experiência recente com um Chromebook em um review para a PCWorld reforçou esse ponto de vista.

Foi quando terminei o review do Chromebook e voltei a usar meu PC “velho de guerra” na redação que notei o “peso” de um sistema e apps tradicionais. O tempo de boot, a demora para abrir o Outlook 2013, os engasgos no streaming de áudio sempre que eu trocava de app ou abria uma nova aba no navegador. Isso num PC com um processador Core 2 Duo Dual Core de 1,6 GHz e 4 GB de RAM.

Daí pensei em procurar um sistema mais “leve”, que me oferecesse a agilidade do Chrome OS. Há uma versão não oficial do Chrome OS (baseada no código Open Source) distribuída por um hacker conhecido como Hexxeh, mas a última compilação foi em abril deste ano, e em testes que fiz anteriormente a compatibilidade com o hardware e a estabilidade deixaram a desejar.

Pensei em uma solução baseada em Linux e foi aí que tropecei no Crunchbang, uma distro baseada no Debian e no gerenciador de janelas OpenBox. O bichinho VOA! A imagem ISO tem cerca de 750 MB, instalei em um pendrive de 2 GB que estava no fundo da gaveta usando o Universal USB Installer e fiquei impressionado.

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Dissecando o CCE Motion.plus SK402

Post atualizado em 17/08/13 com informações sobre o sensor de toque e conclusões

A CCE anunciou recentemente uma nova linha de smartphones e o que mais chama a atenção é o SK504, um smartphone quad-core com tela de 5” por R$ 899. Mas o SK402 também tem bastante potencial: trata-se de um aparelho “mid range” Dual SIM com uma boa configuração e um precinho bem camarada, R$ 499.

Consegui colocar as mãos em um SK402 logo após a coletiva de lançamento, e estou há alguns dias “fuçando” para descobrir seus segredos. Seguem abaixo minhas observações.

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GTA III no Gametel

Estou brincando de transformar meu Motorola Atrix e um Gametel em um “console portátil” e experimentando vários jogos. Um que não funcionou “de cara”, pra minha decepção, é o GTA III. Felizmente o jogo tem suporte a teclado, e é possível configurar o Gametel para emular comandos de teclado. Basta saber a combinação certa pra cada “botão” do GTA III, que encontrei numa discussão no Orkut (quem diria, o Orkut sendo útil) e reproduzo abaixo.

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Primeiras impressões: Sony Xperia P

Vida de analista é assim: você termina o review de um produto e imediatamente passa para o próximo da lista. No meu caso, mal o review do Xperia S foi ao ar (em vídeo e no site da PCWorld) e já estou com as mãos no Xperia P.

As impressões iniciais são favoráveis. A Sony corrigiu os principais erros de design do Xperia S, como a tampa do conector USB e os bizarros botões Android com o sensor de toque longe dos ícones. Prateado e com corpo em alumínio, o Xperia P tem um visual elegante e passa uma sensação de resistência. O design é como o do Xperia S: quadrado, com as laterais retas e traseira ligeiramente curvada.

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