Super Pac-Man TV Game

Super Pac-Man TV GameNo começo da década de 80, era de ouro dos arcades, um jogo muito simples e extremamente divertido virou mania no mundo todo, arrecadando milhares de fichas de jogadores ávidos por “só mais uma partida”. Pac-Man, da Namco, logo inspirou músicas, desenhos animados, brinquedos e todo o tipo de quinquilharias com a carinha amarela do herói estampada. Era a “Pac-Man Fever”, a Febre do Pac-Man.

Quando a Atari anunciou uma versão do jogo para seu console (o Atari 2600), o mundo aguardou com expectativa. Imaginem, trazer toda a diversão do arcade para a sala de estar! Confiante em um sucesso absoluto a empresa produziu 12 milhões de cartuchos, mais do que o número de consoles em uso na época (10 milhões), crente de que as pessoas iriam comprar um Atari só para poder jogar Pac-Man. Talvez fosse verdade, se o jogo não fosse tão ruim: gráficos feios, sons distorcidos e uma jogabilidade que invalidava a maioria das estratégias do arcade fizeram o público torcer o nariz.

Mas 20 anos depois, graças à Jakks Pacific, é possível ter toda a experiência do arcade em casa. E você nem precisa de um videogame ou computador, basta uma TV e o Super Pac-Man TV Game.

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Quanto espaço você tem?

Dia desses, ao embarcar em uma viagem com minha namorada, tive um “estalo” ao ligar o MP3 player. De repente me dei conta de que aquele objeto minúsculo em minhas mãos (um iPod Nano) tinha 2 GB de “espaço em disco”. E que o player dela, similar, tinha 1 GB. Comecei a somar de cabeça os gadgets que estavam na mala e o número foi aumentando… daí veio a idéia de quantificar quanto espaço eu tenho para minha “vida digital”.

A conta é simples: some a capacidade total dos seus discos rígidos, pendrives e memory cards. Mídia óptica (CDs e DVDs) não conta, é tão barata e abundante que jogaria o resultado nas alturas. Meus números:

Discos Rígidos

  • 3 discos de 40 GB (Mac Mini, Notebook, Disco Externo)
  • 1 disco de 4 GB (PC antigo)

Memory Cards

  • 1 Memory Stick Pro Duo de 1 GB
  • 1 Mini-SD de 2 GB

Pendrives

  • 1 Sandisk Cruzer Mini 512 MB
  • 1 Lenovo 256 MB
  • 1 Samsung 2 GB

Dispositivos com memória não-removível (MP3 e afins)

  • 1 iPod Nano 2 GB
  • 1 Foston FS-58A 1 GB

Total: 132.7 Gigabytes

Cento e trinta e dois gigabytes. Um número absurdo, considerando que o primeiro HD que vi na vida tinha 20 MB e meu primeiro PC tinha um disco Quantum de 850 MB. E você, quanto espaço tem para sua vida digital?

Livre-se do U3 de uma vez por todas

Pendrives equipados com a tecnologia “U3” pareciam ser a grande promessa para 2006. Basicamente, são pendrives comuns equipados com software (o U3 Launchpad) que permite proteger arquivos com senha, executar programas diretamente do drive e afins. Infelizmente, o programinha é, com o perdão da expressão, um pé no saco.

O pendrive aparece para o sistema como dois “discos”, um disco USB (F:) e um “CD de áudio” com apenas uma trilha (G:).  A primeira encheção de saco é o iTunes, Windows Media Player ou software que o valha sempre querer abrir para “tocar” esse CD de áudio. OK, dá pra desabilitar o autorun, mas aí você perde esse recurso para os CDs legítimos de sua coleção.

A segunda encheção é o U3 Launchpad, que tenta rodar automaticamente sempre que o drive é plugado ao micro. No Vista isso gera um aviso do Windows Defender. No meu notebook com XP, quem reclama é o Kaspersky. Ambos acham que o Launchpad é um spyware ou malware do tipo “hidden install” e bloqueiam a execução.

Só isso já era o suficiente para me fazer ter vontade de me livrar do U3 e transformar meu pendrive “inteligente” de volta em um pendrive “conveniente”. Mas como? Com um utilitário que a própria U3 oferece, mas por razões óbvias não divulga. Faça backup de todos os dados importantes no pendrive (ele será formatado), rode o programinha e… pronto! Problema resolvido!

E se, por acaso, depois disso você tiver uma vontade incontrolável de rodar programas a partir do pendrive, experimente as PortableApps. Software Open Source, de qualidade, preparado pra rodar em um pendrive sem encheção de saco. Tem até um conjunto com suíte Office completa que cabe em um drive de 512 MB!

Reconstruindo o primeiro computador pessoal

Atenção hobbystas! O site AltairKit.com está vendendo kits completos para a montagem de réplicas do Altair 8800, um dos primeiros “computadores pessoais” da história. Inclui todas as placas, componentes, chips e instruções para que você possa montar seu próprio Altair, completo com gabinete em alumínio e painel frontal idênticos aos originais, além do manual de construção, manual técnico, manual de operação e um novo guia de montagem a cores.

E quanto sai um pedacinho da história da informática como esse? Bom, na década de 70 o kit custava cerca de US$ 400,00. Em 20 anos, dá pra dizer que o preço inflacionou “um pouquinho”: os kits são vendidos no eBay, e o lance atual está em US$ 1.700,00. Eu diria que é salgado. Um colecionador diria “me dá dois”.

Linux no Playstation 3 – com instruções!

Foi rápido! Já surgiu na Internet um vídeo de um usuário que rodou o Fedora Core 5 no Playstation 3. Interessante notar que na própria tela de configuração do console existe um item Operating System, com as opções PS3 e Other OS. O vídeo mostra o boot do sistema e um tour rápido pela interface gráfica (Gnome, como no Fedora no PC).

UPDATE! – Além do vídeo, já surgiram instruções de como instalar o Linux no seu PS3. Basicamente, você precisa de um DVD de instalação do Fedora Core 5 e duas ferramentas lançadas gratuitamente pela Sony no site Open Platform for PLAYSTATION 3: o PS3 Linux Addon CD e o OtherOS Installer. No fim das contas, o sistema operacional roda como se estivesse em uma máquina PowerPC qualquer. Quanto tempo demora até começarem a surgir distros especializadas, que tirem o máximo proveito dos recursos da máquina?

E curiosidade… alguém aqui lembra do Mac-On-Linux, que permite rodar o Mac OS X a toda velocidade em uma “máquina virtual” dentro do Linux em computadores PowerPC? Pois é, será que ele roda no PS3? Hmmmm… preciso testar, alguém tem um PS3 cobaia disponível?

Nintendo DS põe um pé na cozinha

Depois de brincar com animaizinhos virtuais e exercitar o cérebro. os japoneses acharam mais um uso inusitado para o Nintendo DS: Livro de receitas. O Nintendo DS Cooking Navigator é um “jogo” que traz 200 receitas passo-a-passo de pratos da culinária oriental. Uma interface controlada por voz permite que você interaja com o programa sem precisar tocar o DS com as mãos sujas de cebola ou shoyu.

Pra completar, a japonesa Hori (tradicional fabricante de acessórios para videogame) lançou uma base, a Play Stand, para segurar o DS e evitar que ele caia na pia. Custa apenas 15 dólares, e permite ajustar a altura e ângulo do console. A combinação parece valer a pena, agora só preciso me matricular em um curso e aprender a ler japonês para poder abrir meu próprio restaurante!