[VENDA] iMac Core 2 Duo de 20″

Pessoal, estou vendendo um iMac Alumínio Core 2 Duo com LCD de 20″ (ficha completa aqui), série “Early 2007”. Tem um processador Intel Core 2 Duo (Dual Core) de 2.0 GHz, 4 GB de RAM, 250 GB de HD, tela com resolução de 1680 x 1050 pixels.

Apesar da “idade”, é uma máquina perfeitamente usável no dia-a-dia, era meu Desktop até dezembro de 2014. O único “defeito” é um arranhão na parte de alumínio, à esquerda da maçã.
Vai com o OS X 10.9 “Mavericks” instalado. Para rodar versões do OS X superiores à 10.6.2 ele precisa de um “truque” de software (trocar algumas extensões do kernel), mas com isto feito é sólido como uma rocha, e a correção já vai aplicada. Não testei, e por isso não garanto, o funcionamento com o OS X 10.10 “Yosemite”.

Preço: R$ 1.000 à vista, não aceito cheques, não parcelo e não “reservo”, entrega após confirmação do pagamento. Preço inclui apenas a máquina e cabo de força, sem teclado ou mouse. Dado o tamanho e peso, bem como a natureza delicada do equipamento, no momento só estou considerando ofertas de compradores de SP que possam retirar a máquina pessoalmente no Largo do Cambuci.

Interessou? Clique aqui e me mande uma mensagem. Quem chegar primeiro leva.
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Comentário rápido sobre o iPhone 4

Um dos principais recursos do iPhone 4 é o FaceTime, um sistema de videochamada. E aí o povo começa a reclamar: “Videochamada? Pô, o N95 fazia isso quatro anos atrás!”. E fazia mesmo, ele e muitos outros smartphones.

Mas o que dá o que pensar é: se o recurso já existe e ninguém se importa muito com ele, porque todo o burburinho de repente? Não foquem no aspecto técnico, foquem no aspecto humano: o que a Apple fez de diferente para chamar a atenção? Esse é o ponto. O resto é ficha técnica.

O media center evoluiu!

No meu post sobre o Media Center, reconheci que o hardware que utilizei estava aquém do ideal. Havia pouco espaço em disco (250 GB), o processador não era capaz de decodificar vídeos em HD e faltava um controle remoto.

E logo no primeiro comentário aparece o RicBit, nerd lendário e grão-fudeba, e sem querer dá uma de Miyamoto, virando a mesa com o comentário: “eu uso um Mac Mini como Media Center”. Sim, o Mac Mini é uma solução muito melhor. Pra começo de conversa é menor, consome menos energia e faz menos barulho que o Atom Dual que estava usando. Além disso, o processador Intel Core 2 Duo reproduz vídeos em HD na boa, e ele já vem com um controle remoto.

Pra completar, meu Mac Mini tem um HD de 500 GB à disposição, e os 250 GB do Atom estavam começando a ficar apertados. Então porque não usei o Mac Mini como Media Center? Simples, ele era meu desktop até ontem.

Era, daí a “virada de mesa”. Reconhecendo as vantagens, fiz uma troca geral na sala. O Mac Mini foi devidamente “faxinado”, seu HD de 500 GB esvaziado (era, pouco, usado para backups) e ele foi parar no rack. O software de Media Center é exatamente o mesmo do Atom, com as mesmíssimas configurações. Até o cliente BitTorrent rodando em segundo plano é o mesmo (Transmission).

Só mudei o sistema operacional: meu “Media Center 2.0” agora roda o Snow Leopard, em vez do Ubuntu. Um bônus: o XBMC para Mac já tem suporte nativo ao Apple Remote (o controle remoto que acompanha todos os Macs desktop) e com isso ficou mais cômodo interagir com a máquina. Valeu RicBit!

E o Atom Dual? Mudou de emprego (pela terceira vez em duas semanas) e veio pra minha mesa como meu desktop. Rodando Ubuntu, claro. Dá conta do recado sem problemas, passei o dia inteiro trabalhando nele e rodando os programas de costume (navegador, IM, e-mail, MP3 Player, editor de imagens) sem reclamações. Só não gosto muito do barulho da ventoinha da fonte, mas nisso se dá um jeito 🙂

O “netbook da Apple”

Desde que os netbooks começaram a fazer sucesso, correm rumores de que a Apple irá lançar “em breve” um modelo para concorrer neste mercado. Faz sentido: com ASUS, MSI, Acer, HP, Dell, Lenovo e muitas outras empresas lucrando com estas máquinas, nada mais natural que a Apple também queira uma fatia deste suculento bolo.

Sem querer me gabar mas… eu já vi o netbook da Apple. Na verdade, estou usando um para escrever este artigo. O netbook da Apple tem um processador Intel Atom e 1 GB de RAM. Tem um LCD de ótima qualidade e um disco SSD, embora pequeno, no lugar dos espaçosos HDs da maioria dos concorrentes. Tem Wi-Fi e Bluetooth, claro, mas também tem modem 3G embutido.

Leopard "de bolso"

O netbook da Apple roda o OS X com desempenho muito superior a uma máquina equivalente com o Windows XP. Dá boot em 20 segundos, não reclama de múltiplos programas abertos e roda o Leopard com todos os efeitos visuais dos desktops grandes, sem frescuras de sistema “Home Basic” ou, pior, “Starter”. Ele dorme em um segundo, acorda em outro. A bateria, com Wi-Fi e em uso típico, aguenta três horas e 20 minutos, em média. E ele é bonitinho, com cantos arredondos, branco por fora e prata/preto por dentro.

Só tem um probleminha: este netbook “da Apple” não é exatamente da Apple. O netbook da Apple… é feito pela Dell!
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Seu Nokia N95 é um modem 3G

Me mudei no fim de semana para um novo apartamento (agora com dois quartos!), e a Telefônica, como era de se esperar, me pediu três dias úteis para migrar a linha para o novo endereço, e mais três dias úteis além disso para migrar o Speedy. Ou seja, na pior das hipóteses, ficarei uma semana “offline” em casa. Tempo demais para um casal de nerds (Elaine também vive plugada).

Como disse Randall Munroe na fantástica webcomic XKCD, “há poucas coisas mais poderosas do que geeks tentando conseguir acesso à internet em um novo apartamento“. Assim que remontei a bancada e o Mac Mini, dei uma olhada em busca de redes Wi-Fi na vizinhança. Achei três (e mais uma que só aparece durante a noite), todas fechadas. Maldita imprensa de tecnologia e seus esforços para conscientizar a população da necessidade de manter suas redes seguras 😛

Já estava me conformando em ficar ilhado quando notei meu N95 em cima da mesa e a ficha caiu: “Epa! Isso é um modem 3G“. Por sorte, eu tinha guardado em um pendrive um tutorial de como usar um celular 3G como modem num micro com o Ubuntu. Por azar, depois de duas horas tentando fazer uma conexão no EeePC (rodando o Ubuntu Eee), desisti depois de ver todas as mensagens de erro de PPPD possíveis e imagináveis.

Voltei a atenção para o Mac Mini. Macs são fáceis de usar, e aparelhos da Nokia funcionam bem com Macs. Quão difícil será configurar o celular como um modem no Leopard? Resposta: moleza, moleza. Em menos de 5 minutos, eu estava de volta online. Quer fazer o mesmo? Siga estes passos.

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Apple prepara o próximo salto


NVIDIA 9400M e 9600M GT

NVIDIA 9400M e 9600M GT

O anúncio dos novos MacBook e MacBook Pro hoje, pela Apple (veja matéria no iG e papo com a Apple no blog do canal de tecnologia) deixou bem claro que a empresa está preparando o caminho para uma das tecnologias que farão sua estréia no Mac OS X 10.6 “Snow Leopard”: é a OpenCL, ou Open Computing Language.

 

O conceito é basicamente o mesmo de iniciativas com a CUDA (Compute Unified Device Architecture), da NVIDIA, ou mais genericamente a idéia de GPGPU (General Purpose GPU). Ou seja, usar o processador de vídeo, que nada mais é que uma máquina projetada para moer números a uma velocidade espantosa, para acelerar tarefas que nada tem a ver com texturas e polígonos, mas também são processos numericamente intensivos, como criptografia, codificação de áudio e vídeo e afins.

O probleminha é que para colocar o conceito em prática é necessário ter uma GPU que preencha certos requisitos, coisa que o chipset de vídeo integrado da Intel usado na geração “atual” de MacBooks não preenche, e disponível apenas em máquinas mais sofisticadas, como os iMac, MacBook Pro e Mac Pro, equipados com GPUs da NVIDIA. Não dava pra Apple lançar um recurso tão importante como o OpenCL e deixar de fora o que é, nas palavras do próprio Steve Jobs, “o Mac mais vendido de todos os tempos” (o MacBook branquinho/pretinho).

Agora dá: os novos MacBook são equipados com uma GPU GeForce 9400M, que deve ter poder suficiente para rodar o OpenCL (detalhes ainda são escassos, a NVIDIA só vai falar sobre o novo chip em um conference amanhã). E como se não fosse suficiente, os MacBook Pro tem duas GPUs, uma GeForce 9400M e uma GeForce 9600M GT (completa com 512 MB de memória dedicada). Imagino se dá pra usar as duas ao mesmo tempo, e que coisas legais dá pra fazer com uns… 172 GFLOPs de poder de cálculo (52 GFLOP da 9400, 120 GFLOP da 9600).

Esperem ver, no próximo ano, o Snow Leopard e novos aplicativos usando e abusando das GPUs para fazer verdadeiros absurdos com multimídia: iTunes convertendo CDs para MP3 a velocidades alucinantes, iMovie fazendo encoding direto na GPU, criptografia de disco “pesada” on-the-fly, e muito mais. Coisas de deixar os outros sistemas operacionais do pedaço (oi Windows!) comendo poeira.

A única máquina da Apple que ainda não tem uma GPU “de respeito” é o Mac Mini. Mas pra esse podemos contar com um update em janeiro, durante a MacWorld. E desta vez eu vou estar lá, sentadinho, fazendo um “liveblog” direto do evento e pronto pra gritar “Bingo!” quando o slide aparecer no telão 😛

UPDATE 15/10 às 14:30: A NVIDIA divulgou em seu site mais informações sobre as novas GPUs. Como imaginei, a 9400M é sim compatível com CUDA (portanto, provavelmente compatível com OpenCL) e também tem suporte a PhysX (aceleração de cálculos de física nos jogos), PureVideo HD (decodificação acelerada de vídeo em alta definição), pode trabalhar com SLI e suporta a tecnologia “GeForce Boost“, quando uma GPU onboard (a 9400M, por exemplo) chama uma GPU discreta (a 9600M GT, por exemplo) para “dar uma força” no processamento.

Este último item é interessante porque, segundo os sites TUAW e Engadget, para “trocar de GPU” nos novos MacBook Pro é necessário encerrar sua sessão atual (logout) e fazer login novamente, contrariando a lógica “on demand” do GeForce Boost. Ainda não se sabe se isso é necessário por limitação do hardware/arquitetura, ou se é algo relacionado ao sistema operacional (e portanto “consertável” com um novo driver ou atualização do OS).

“MacBook Micro”, agora em vídeo

Atendendo a pedidos, segue o videozinho mostrando o Mobo White 1050 rodando o Mac OS X 10.5.5. Toda a sequência de boot, do momento em que o micro é ligado até o desktop aparecer, ocorre em tempo real, sem cortes. Para ilustrar o desempenho mostro navegação na web (Safari), reprodução de vídeo em tela cheia (Quicktime) e Spaces e os “widgets” do Dashboard, com efeitos de transição.

Antes que perguntem: a música é “New Soul”, da Yael Naim (a mesma usada no comercial do MacBook Air). O vídeo é a abertura do episódio 20 de Macross Frontier. A edição foi feita em um MacMini, com o excelente iMovie, da Apple.

Mobo White 1050 + OS X = “MacBook Micro”

OK, estou oficialmente impressionado. Terminados os testes com o Windows no Positivo Mobo White 1050, e enquanto baixava a ISO do Ubuntu 8.04, resolvi brincar com a distribuição do Mac OS X Leopard customizada para o MSI Wind, conhecida como “MSI Wind OSX”. Dizia a lenda que o Mac OS X rodava muito bem no micrinho, e resolvi conferir com meus próprios olhos.

E não é que roda? E bem pra caramba, diga-se de passagem. A instalação não poderia ter sido mais fácil: coloquei o DVD em um drive externo, dei boot pelo DVD, particionei o HD (apagando a partição com o Windows) e pronto. Sem customização de drivers, nem jogo de adivinhação com o versões do kernel. 25 minutos depois… eu tinha um Mac OS X Leopard rodando de forma bem decente no Mobo.

Video, som, USB, leitor de cartões, ethernet, medidor de nivel de bateria, tudo funcionou bem (com alguns detalhezinhos) logo de primeira. A Webcam funciona (você precisa ativá-la antes com Fn + F6), mas o PhotoBooth só mostra uma tela verde com um pouco de ruído de imagem. Segundo dizem, um update para o 10.5.5 resolve o problema. O som interno funciona, mas a saida de fone de ouvido e entrada de microfones estão mudos (um driver novo já está sendo desenvolvido). Wi-Fi não funciona, mas a Realtek já prometeu um driver para breve. A máquina “dorme” (sleep), mas não hiberna (hibernate).

E o desempenho? Impressionante, muito melhor do que eu imaginava e superior ao desempenho do Windows XP SP3 na mesma máquina. O micro abriu e redimensionou seis imagens de 7 MP cada (a galeria abaixo) sem reclamar. Vídeo em H.264 ou DiVX (com resolução de 704×396) toca em tela cheia sem soluços, bem como vídeos do YouTube. Claro, não é um micro pra fazer autoração de DVDs, mas pra uso diário, está ótimo.

Será interessante medir o desempenho da bateria sob o novo sistema: com 71% de carga, o Leopard reporta 3:15 de autonomia restante. Extrapolando, uma bateria carregada deveria dar 04:40 de autonomia, mais ou menos o que consegui no Windows (04:50, em teste ontem).

Vou brincar mais um pouco com a máquina e atualizarei este post com os resultados. Como sempre, os comentários estão abertos para perguntas. Fiquem agora com uma galeria de fotos da instalação, e um screenshot final do sistema rodando. Até mais!

ATUALIZAÇÃO, 04/10/08 às 02:00 AM

Brinquei mais um pouco, seguem os resultados.

  • A atualização do sistema para o OS X 10.5.5 é possível e fácil, basta seguir as instruções.
  • A webcam, embora ainda não funcione no Photobooth, funciona bem no iChat.
  • A interface ethernet “morre” quando o sistema volta do sleep, mas a solução é fácil.
  • Tempo de boot: do início da carga do sistema operacional (logo após o “boot manager”) até o desktop completo em… vinte e sete segundos. Sim, segundos, você leu direito. Sim, eu medi direito, duas vezes. Isso numa máquina com um Intel Atom de 1.6 GHz e 1 GB de RAM. Meu queixo ainda está no chão.
  • Colocar o sistema para “dormir” (e acordar em seguida) é extremamente rápido, coisa de dois segundos. Windows e Linux, aprendam.

Hands-on com o Mobo White

POST ATUALIZADO em 06/10 às 14:36 (corrigida informação sobre o chipset de vídeo)

Chegou às minhas mãos o Mobo White 1050, um dos modelos na nova linha de subnotebooks da Positivo Informática. Ainda não tive tempo de fazer testes, mas já posso passar para vocês algumas impressões iniciais.

  • Não há dúvidas, ele é o MSI Wind. E isso é bom.
  • O nome diz “Mobo White” mas ele não é branco. Na verdade, a cor é um “branco pérola”, bonito. O teclado é branquinho mesmo, e minha preocupação é que, com o tempo, amarele ou pegue sujeira facilmente.
  • Alguns dados do hardware: Processador Intel Atom N270 de 1.6 GHz, 1 GB de RAM, HD de 120 GB Seagate Mobilemax (STM9120817AS), interface wireless RTL8187SE, interface ethernet RTL8102E (essa é nova pra mim), som Realtek HD Audio, vídeo on-board Intel 945 Intel GMA 950 e monitor LCD de 10 polegadas a 1024 x 600 pixels. Além disso, tem três portas USB, webcam e leitor de cartões SD. Nada de modem. Peso total: 1.3 Kg.
  • Dos 120 GB de espaço em disco, 3.72 GB são ocupados pelo sistema operacional (Windows XP SP3) mais o BrOffice.org 2.4 e Acrobat Reader. Segundo a Positivo, a bateria tem autonomia de seis horas. Com carga de 100%, o Windows reporta 5 horas de autonomia. Ainda não usei o Mobo por tempo suficiente para saber qual dos dois está certo.
    UPDATE às 18:32 de 30/09/08: acabo de terminar um teste em “uso real”: máquina rodando com navegador web, cliente de IM e editor de textos, fazendo minhas tarefas diárias. Nessas condições, a autonomia de bateria foi de três horas e trinta e um minutos. BEM longe do prometido pelo fabricante e pelo próprio sistema operacional. Vou fazer novos testes pra confirmar os números.
    UPDATE às 12:17 de 05/10/08: esqueci de mencionar um novo teste de bateria feito na noite de sexta. Novamente em “uso real”, a bateria chegou às
    quatro horas e cinquenta minutos. Mais próximo do que o Windows reportava, e próximo o suficiente da afirmação do fabricante para eu me considerar satisfeito. Meu Eee PC, que mal chega às duas horas e meia, está envergonhado num canto da mesa.
  • A bateria que acompanha a máquina é uma bateria estendida, maior que a bateria comum e que levanta a traseira do micro na mesa. Ela vem com seus próprios pézinhos de borracha para estabilizar a máquina, e a deixa em um ângulo confortável para digitação.
  • Falando no teclado, as teclas são bem maiores que as do Mobo original ou do EeePC, e no geral ele é bastante confortável para digitar. A única coisa estranha é a posição da tecla com os caracteres /, ? e °. Em vez de ficar ao lado do Shift da direita, como em um teclado ABNT2 comum, ela fica na última fileira, entre a tecla “menu” e a seta à esquerda (vide foto).
  • A máquina veio acompanhada de uma bolsinha de couro sintético para transporte, que pode acomodar o notebook e alguns CDs/documentação, mas não tem espaço para o adaptador de energia (que é do tamanho do de um notebook normal).
  • Está rodando há três horas, e incrivelmente frio. Mas estou rodando só o Windows, IM e um navegador. Nada de calor nem no teclado, nem na saída de ventilção do lado esquerdo. A máquina é bastante silenciosa.
  • Não recebi (ainda) o CD de restauração do sistema, portanto nada de testes com o Linux por enquanto. Mas já descobri que o Wiki dos usuários do MSI Wind tem instruções completas para instalação do Ubuntu 8.04. Claro, também quero experimentar outros sistemas se tiver tempo.

Alguém tem perguntas?

Novo brinquedo: iPod Nano 4G

iPod nano 4G (à esquerda) posa ao lado de seu ancestral

Comprei meu primeiro iPod, um nano da segunda geração, poucos dias após o lançamento oficial, em uma viagem a Seoul em 2006. Ele me serviu como um fiel companheiro em viagens pelo mundo afora durante quase dois anos, sem reclamar.

Detestei o design da terceira geração (o “nano gorducho”), mas fiquei doido quando Jobs subiu ao palco na semana passada e anunciou a nova geração do iPod nano: volta ao design compridinho, interface inspirada no iPhone, tela maior, vídeos, acelerômetro (pra Cover Flow e outros truques), Genius playlists… foi demais pro meu coração Macmaníaco: encomendei um com um colega que estava nos EUA, e o “brinquedo” chegou hoje. Na foto ao lado o novato posa, orgulhoso, ao lado de seu “ancestral”, que já está se sentindo inferiorizado.

O resumão, em uma palavra? Fantástico. Detalhes (muitos detalhes) e mais fotos no meu review lá no iG.