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Informática e tecnologia, por Rafael Rigues
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Linux no Positivo Mobile Mobo

Rafael Rigues | May 11, 2008

Post atualizado em 11/05. O Ubuntu roda, vejam o fim deste post

Ubuntu 8.04 rodando no Positivo Mobile MoboAcabei de fazer alguns testes com o Linux no Positivo Mobile Mobo. Como estou passando o fim de semana em Curitiba e sob restrição de banda (leiam: link ADSL lento), escolhi uma distro pequena e facilmente “carregável” em um pendrive para o experimento. No caso, o Slax 6.0.7 (apenas 190 MB) rodando em um pendrive Kingmax de 1 GB.

Antes de reportar os resultados, devo dizer que em pesquisas pela internet descobri vários “irmãos” do Mobo, comercializados por outros fabricantes em diversos países. Na Espanha, como os amigos do Zumo já mencionaram, ele é o “Airis Kira”. Já na Austrália é o “DreamBook IL1″ da Pacific Computers. Em vários casos ele é vendido com Linux pré-instalado (pelo que vi, uma versão customizada da distro Linpus), então a compatibilidade é certa. Fica a pergunta: “o quão trabalhoso é deixar tudo rodando certinho?”

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Mobo na mão!

Rafael Rigues | May 8, 2008

Post atualizado em 09/05/08 às 02:00

Mobo visitando o BADCOFFEEAcabei de receber um Mobo para review. Veio em uma caixa de papelão simples, sem imagens ou logotipos. Como ainda não é uma unidade final (é o primeiro lote, produzido para a coletiva de ontem) algumas coisas podem mudar, mas já posso dizer que:

  1. Vem com um simpático “envelope” em espuma emborrachada para protegê-lo contra sujeira, arranhões e impactos.
  2. Vem com um DVD que pode ser usado para gerar um “pendrive de recuperação”, que restaura a máquina ao estado original de fábrica. Como os DVDs de recuperação que já conhecemos.
  3. O boot leva 45 segundos, do momento em que apertei o botão de força até o desktop do Windows aparecer na tela
  4. Veio com o XP SP2, BrOffice.org, Adobe Reader 8 e acesso ao Dicionário Aurélio online. Nada de anti-vírus
  5. Instalei um Gimp Portable, abri uma imagem de 3072 x 2304 pixels, redimensionei para 640 x 480 e salvei na boa. A resolução de tela é um pouco pequena para as janelas do Gimp, entretanto. Especialmente a Abrir/Salvar, fora do restante do padrão do Windows.
  6. Bluetooth faz falta. Tirei umas fotos do micro com o celular (deixei a câmera em casa), mas não tenho como passá-las para ele sem o cabo. Publico assim que chegar em casa.

Alguém tem perguntas? Mais detalhes depois do clique

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Positivo Mobo: “companheiro de aventuras”

Rafael Rigues | May 7, 2008

Positivo MoboEstive hoje pela manhã na coletiva da Positivo Informática onde foi feito o anúncio de lançamento do Mobo, o subnotebok “EeePC-like” da empresa, e confesso que fiquei bastante interessado no “brinquedo”.

Sim, ele é limitado: tem pouca RAM, “quase nada” de espaço em disco e um monitor bem pequeno (7 polegadas a 800×480), e já posso ouvir gente reclamando que “não cabe nada de MP3″, “o processador é fraco”, “não dá pra jogar com essa placa de vídeo” e “com mais R$ 500 você compra um notebook de verdade”. Sinceramente, se você está preocupado com qualquer um destes pontos, o Mobo não é um computador para você.

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“Cabe QUANTO aí dentro?!?”

Rafael Rigues | April 30, 2008

São coisas como esta que me fazem continuar no mercado de informática: mesmo depois de 22 anos ao redor de computadores, nunca deixo de me surpreender. O motivo do espanto desta vez? Um pendrive.

Não, pendrives não são novidade. Me lembro do meu primeiro, um modelo de 128 MB da HP. Com o tempo, a capacidade foi aumentando: comprei meu primeiro pendrive de 512 MB em Seoul em 2006 (foi MUITO barato, coisa de 15 Reais). Hoje meu companheiro é um MightyDrive de 2 GB da Samsung.

Mas na semana passada, recebi uma caixinha com um convite para uma coletiva e vi lá dentro o que parecia ser um desses “chaveirinhos de celular”, que as meninas penduram para decorar os aparelhos. Era literalmente um pedacinho de plástico, um retângulo com 3,2 cm de comprimento, 1,2 cm de largura e só 2 mm de espessura. Olhei mais de perto e vi que o logo impresso dizia “Kingmax 1 GB” e havia o ícone do barramento USB em relevo. Foi só aí que me toquei: “CARAMBA! ISSO é um pendrive de 1 GB?”. Saquem a comparação com algo do tamanho de um cartão de crédito padrão:

É o menor pendrive que já vi, e se não me engano um dos menores do mercado, ganhando dos “MicroVault Tiny” da Sony. É tão pequeno que um desocupado fez um “casemod”, embutindo ele dentro de um plugue USB padrão, criando um pendrive que lembra um cabo USB cortado. O drive não bate recordes de desempenho, mas é perfeitamente usável no dia-a-dia. Não testei no Windows Vista para saber se é “ReadyBoost Compatible” por pura falta de máquinas com o Windows Vista por perto. E prefiro que fique assim :P

Pensando sobre o brinquedo, cheguei à conclusão que dá pra deixar os pendrives ainda menores. Usando o mesmo tipo de memória dos cartões MicroSD, por exemplo, daria pra fazer algo com a metade do tamanho do Kingmax. Mas tenho certeza que aí os fabricantes iriam começar a violar as especificações mecânicas quanto às dimensões mínimas de um conector USB. Ainda bem, já imaginaram a dor de esquecer um pendrive de 4 GB no bolso da calça e só encontrá-lo depois de um ciclo de lavagem longa com água quente?

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Panic! at the Kernel

Rafael Rigues | April 14, 2008

Há alguns dias postei uma foto de uma mensagem de erro em um dos painéis LCD que servem como “entretenimento de bordo” no metrô de SP. Era um erro do Player (rodando sobre Windows), que interrompeu a programação. Mas não são só os trens do metrô que tem os tais painéis: várias linhas de ônibus também os tem, exibindo uma programação mais ou menos no mesmo estilo, mas um pouco mais “variada”.

Há pelo menos três emissoras, BusTV, TVO (TV Ônibus) e BusMidia, que exibe conteúdo do canal aberto MixTV. TVO e BusMidia parecem não ter som (TVO faz propaganda disso, apregoando o respeito ao usuário), o que torna a experiência um pouco estranha, especialmente quando cismam de passar uma entrevista, comercial não formatado para o “veículo” (literalmente) ou videoclipe.

Voltando do trabalho para casa na última sexta, pego o ônibus de costume, olho para o painel LCD e o que vejo? Um Kernel Panic! Sim, o sistema de entretenimento da BusMidia roda sobre Linux. 

Kernel Panic em uma das TVs da BusMidia

A mensagem não deixou muito clara para mim a causa do problema, mas pelo jeito ela é bem persistente: peguei um ônibus da mesma linha para trabalhar (plantão) no domingo à tarde, e a mesma mensagem estava na tela, no mesmo ponto. Será que tentaram rebootar para ver se resolve? :P

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Manutenção (terminada)

Rafael Rigues | March 31, 2008

Este blog está temporariamente em manutenção, para um upgrade para o novo Wordpress 2.5. Não estranhem se as coisas ficarem meio fora do lugar por um tempo. Se tudo der certo, retornamos à programação normal em breve.

UPDATE: Tudo pronto, mais rápido do que imaginava. Parece que escapei ileso desta vez.

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Hackintosh

Rafael Rigues | March 30, 2008

Nota: Post atualizado em 15/04/08 às 01:37, com informações sobre monitoramento de baterias.

Projeto de fim-de-semana: instalar o Mac OS X 10.5.1 (Leopard) no notebook da minha namorada, um Positivo Mobile W98. Ela é ilustradora/designer/artista em geral, então se dá muito melhor com Macs do que com um PC com Windows. Eu já havia tentado fazer algo parecido um tempo atrás quando comprei meu notebook, mas não deu certo e acabei desistindo. Entretanto, máquina nova, sistema operacional novo e ela pediu com jeitinho… então vamos lá.

O sistema operacional instalado foi a versão “Kalyway” do Leopard, baixada via BitTorrent. A instalação ocorreu sem problemas. Usando um CD do Ubuntu, particionei o HD em duas partes: uma com o Windows XP SP2, que já estava instalado, e uma segunda partição de 40 GB para o Mac OS X, formatada como FAT32. Depois bastou colocar o CD do Leopard no drive, formatar a segunda partição como HFS+ usando o Utilitário de Disco (Disk Utility) e prosseguir com a instalação normalmente.

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Finalmente, TVs de bolso!

Rafael Rigues | March 26, 2008

Quando estive em Seoul, em Outubro de 2006, uma das primeiras coisas que me impressionaram foi a abundância do que eles chamam de “DMB Players”. Basicamente, são media players portáteis com uma tela maior (geralmente 3 ou 3.5 polegadas widescreen) e capacidade de sintonizar o sinal móvel do sistema de TV Digital sul-coreano, o DMB. Além dos DMB Players, a tecnologia também está embutida em celulares, MP3 Players e câmeras digitais, mas as “TVzinhas de Bolso” foram o que mais me chamou a atenção, provavelmente pelo impacto de ver algo que se parece com uma TV (que geralmente é um objeto imóvel em um canto da sala), mas que cabia na palma da mão.

Celular Anycall (Samsung) com receptor DMB DMB Player dedicado. Também um modelo da Samsung Até os UMPCs (este é um Samsung Q1) tem sintonizador DMB

Com a estréia do nosso sistema de TV Digital, a mobilidade foi uma das muitas novidades prometidas. Nos primeiros meses, estávamos limitados a sintonizadores 1Seg (nosso padrão móvel) no formato de pendrives. Há algumas semanas começaram a aparecer os primeiros telefones celulares (da Semp Toshiba e da Samsung), e hoje tive o prazer de colocar as mãos em um dos primeiros “SBTVD Players” que vi por aqui. É a apropriadamente chamada Pocket TV, da até então desconhecida TELE System.

Pocket TV, a “nossa” TV de bolso

O review completo está lá no iG, mas vou aproveitar para adicionar algumas coisas. O fator “que bonitinha! eu quero!” não pode ser subestimado: todo mundo na redação do iG queria ver a TVZinha de bolso, e a reação de espanto foi muito similar à minha lá em Seoul. A recepção é muito boa e gravar os programas em um cartão SD é uma grande sacada (pense em um videocassete de bolso), embora os outros recursos (MP3, exibição de fotos) sejam meio secundários: eles existem, funcionam a contento, mas dá pra melhorar. O preço é passável (R$ 899 com cartão de 1 GB). Mas a dúvida é se vai pegar aqui no Brasil. Será que o brasileiro vai aderir às telinhas portáteis dedicadas ou vai preferir esperar o preço dos celulares com TV integrada cair para entrar na onda? A julgar pela quantidade de fones da Motorola e Sony-Ericsson que tenho visto nos ônibus e metrô, aposto na segunda opção.

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Oops! Deu pau!

Rafael Rigues |

Já faz um tempinho que os trens do metrô de SP tem monitores LCD dentro dos vagões, com um sistema de TV interna que mostra notícias, curiosidades sobre a cidade, programação cultural e, claro, propaganda. Na maioria das vezes ele funciona, mas problemas não são incomuns. Já vi monitores “solarizados”, que perdiam o sinal automaticamente, com backlight pifado, imagem distorcida e por aí vai. Não sei se a culpa é dos monitores (LG, pelo logo “Flatron F-Engine” que aparece quando saem do ar) comuns, que não aguentam o “tranco” de trabalhar em um local quente e cheio de vibração como um trem do metrô, ou se o serviço de implantação foi mal-feito mesmo. Não vou discutir isso aqui.

Mas hoje, voltando pra casa, vi isso:

Oops! O player deu pau!

Um pau de software (a mensagem dizia: “Player - Erro não especificado”) tirou do ar todos os monitores do vagão e, pior, do trem. Considerando que isso ocorreu na hora do “rush” e que o sistema é mantido com o lucro de anúncios, fico imaginando quanto prejuízo as “ad impressions” perdidas representam para a companhia que opera o sistema.

PS: dessa vez a culpa não é do Windows. Pela mensagem, o erro é do player usado para reproduzir a programação do canal.

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O pendrive brigão

Rafael Rigues | March 25, 2008

Durante alguns dias enfrentei um problema curioso no micro do trabalho, um desktop Dell rodando o Windows XP SP2. Ele simplesmente se recusava a montar o pendrive que mantenho junto com as chaves de casa, um modelo de 2 GB da Samsung. Não era problema do drive: ele funcionava perfeitamente em outros micros, tanto em casa quanto na empresa. Meu micro “sabia” que o drive havia sido plugado ao computador (o ícone de dispositivo USB aparecia na bandeja do sistema na barra de tarefas, e um balão informava que um novo hardware foi encontrado), mas ele simplesmente não aparecia como um disco em “Meu Computador” ou qualquer outro canto do sistema.

Imaginei mil causas para o problema. A princípio minha conta de usuário não tinha privilégios de administrador, portanto achei que poderia ser alguma forma de controle de acesso. Entretanto, mesmo depois de ser “promovido” a admin o problema persistia. Desconfiei do anti-vírus (um produto da McAfee), mas mesmo com ele desabilitado, nada de drive. Suspeitei até de mal-contato ou portas USB frontais desligadas, e tentei outras sem sucesso. Até que uma busca no Google entregou a causa do problema: um conflito.

No Windows, cada “unidade de disco” é identificada por uma letra. Não importa se são HDs reais dentro da máquina, partições, drives de rede, de disquete, gravadores de CD ou leitores de cartão. Cada “drive” tem um nome. Teoricamente, ao ser plugado o pendrive deveria assumir a identidade da primeira “unidade” disponível e funcionar na boa. Mas por algum motivo ele insistia em se identificar como F:, e meu micro já tinha um drive F:, uma unidade de rede. Em vez de avisar do conflito e sugerir uma solução (e ei, havia outras unidades disponíveis), o Windows simplesmente desabilitava o pendrive, porque o drive de rede chegou primeiro.

Gerenciamento do Computador

A solução foi forçar, manualmente, o pendrive a se identificar com outro nome. Se precisar fazer o mesmo, plugue seu “pendrive brigão” no micro e clique com o botão direito no ícone “Meu Computador” no Desktop. No menu que surgir, clique em Gerenciar. Na janela “Gerenciamento do Computador”, clique em Armazenamento/Gerenciamento de disco e na lista de drives clique com o botão direito do mouse no pendrive e selecione a opção “Alterar letra de unidade e caminho”. Na janelinha que aparece clique em Alterar e indique o novo “nome” para seu pendrive. Clique em OK e pronto, ele deve voltar a aparecer como uma unidade de disco válida. Agora, o Windows não podia automatizar tudo isso? Mas pra que facilitar, né?

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