Archive for the 'Software' Category

Gameloft anuncia data de lançamento de Modern Combat 5

Finalmente o mistério acabou! A Gameloft anunciou nesta quinta-feira a data de lançamento de seu mais novo shooter, Modern Combat 5: Blackout. O jogo sai em 24 de Julho, simultâneamente para iOS e Android. E quem tem um Windows Phone não deve se preocupar: fui informado de que a empresa está fazendo “o máximo” para que a versão para a plataforma da Microsoft saia no mesmo dia ou, na pior das hipóteses, não muito depois.

MC5_Poster_Veneza-500px

Vi uma versão beta do jogo em ação algum tempo atrás, e os gráficos (que já eram bons em Modern Combat 4) são impressionantes. A jogabilidade também mudou, com missões divididas em episódios mais curtos (e ainda assim cheios de ação), a possibilidade de escolher classes para os personagens (com missões específicas) e novos modos de jogo multiplayer.

Modern Combat 5: Blackout custará US$ 6,99 (cerca de R$ 15,50), como os outros jogos da série, e a princípio não terá IAP (compras dentro do jogo). Se você quer um gostinho do jogo assista ao trailer abaixo, que mostra a primeira missão, em Veneza.

ASUS atualiza o FonePad 7 para o Android 4.4

A ASUS anunciou via press-release que a atualização do phablet FonePad 7 para o Android 4.4 “KitKat” já está disponível. Ela é feita via OTA (download no próprio aparelho), e os usuários deverão receber uma notificação na tela do tablet assim que ela estiver pronta para ser instalada.

Pra quem não conhece, o FonePad 7 é um tablet Android com tela de 7″ que também faz e recebe chamadas (e mensagens) como um smartphone comum. No meu review do FonePad 7, publicado em março deste ano na PCWorld, destaquei o bom desempenho (graças ao processador Dual-Core Intel Atom Z2560) e a boa autonomia de bateria.

Animação de boot do Android L para o Motorola RAZR MAXX

Com o lançamento do preview para desenvolvedores do Android L, não demorou para que vários componentes do sistema fossem desmembrados e espalhados pela internet. Nesta thread no XDA Developers você pode encontrar alguns dos novos apps, papéis de parede, ringtones e alarmes, fontes e até a animação de boot, que é mostrada ao ligar o smartphone, enquanto o sistema carrega.

Só por farra, adaptei a animação de boot para a tela do RAZR MAXX, e ela deve funcionar também em qualquer smartphone com uma tela da mesma resolução (540 x 960 pixels). Para usá-la você vai precisar de um smartphone com root, no caso do MAXX siga as instruções aqui.

AndroidL_Boot_Abre-500px

Read the rest of this entry »

O que há de realmente importante no “Android L”?

Usar sobremesas como codinome das versões do Android é uma tradição da Google, tanto que até os consumidores adotaram a prática: é mais fácil ouvir alguém perguntando se um smartphone “roda o KitKat” do que se “roda o Android 4.4″. Foi por isso que estranhei quando a Google apresentou nesta quarta-feira uma nova versão do Android (5.0) chamada Android L [1].

Também estranhei o fato dela estar disponível inicialmente como um preview para os desenvolvedores, e só mais tarde (“no outono” no hemisfério norte, ou seja, entre setembro e dezembro) para os consumidores. Talvez isso esteja acontecendo porque o Android L será a base para nada menos do que quatro plataformas de hardware diferentes (smartphones e tablets, TVs, wearables e carros), e a Google quer se certificar de que os desenvolvedores terão tempo de preparar e testar seus apps em cada uma delas.

AndroidL_Preview-500px

Fonte: Google

Read the rest of this entry »

E a Google entra no mercado de… videogames!

Com o anúncio da plataforma Android TV nesta quarta-feira, podemos dizer que a Google está entrando oficialmente no mercado de consoles de videogame. Duvida? Observem as fotos neste hands-on do The Verge: os jogos não só tem um espaço dedicado na tela inicial do sistema, como há um gamepad oficial, aliás muito parecido com o Xbox 360, com alavancas analógicas, direcionais, botões de ação e gatilhos.

A Gameloft (que nunca perde uma chance, onde quer que seja) já anunciou nove jogos otimizados para a plataforma, e não duvide de que outros desenvolvedores seguirão em breve. Se eu fosse a Sony, Nintendo ou Microsoft, ficaria de olhos MUITO abertos: se “pegar”, a Android TV tem o potencial para fazer no mercado de consoles um estrago similar ao que os smartphones fizeram no de portáteis.

Read the rest of this entry »

De carona no Google I/O 2014…

…a LG aproveitou para anunciar que seu smartwatch G Watch, um dos primeiros baseados na plataforma Android Wear, chega ao Brasil “em julho” com preço a ser anunciado “em breve”. Não me arrisco a um chute, mas levem em conta que um Gear 2 sai por R$ 1.299 por aqui.

G_Watch-500px

Falando na Samsung, durante a abertura do evento foi apresentado também o Gear Live. É o quarto smartwatch da empresa desde setembro passado, e pelo jeito ela decidiu replicar nos wearables sua estratégia de “atire para todo o lado” adotada entre os smartphones. Não ouvi nada sobre lançamento do Gear Live por aqui, mas considerando que ele estará em pré-venda a partir de amanhã no Google Play (nos EUA) junto com o modelo da LG, não deve demorar muito.

E a Gameloft não demorou a anunciar que já tem 9 jogos otimizados para a Android TV, a nova plataforma para SmartTVs da Google que também foi apresentada durante o I/O. São eles: Asphalt 8: Airborne, Meu Malvado Favorito: Minion Rush, GT Racing 2, Dungeon Hunter 4, A Era do Gelo: Vilarejo, Modern Combat 4, My Little Pony – Friendship is Magic, Wonder Zoo e World at Arms. Interessante não mencionarem o Modern Combat 5: Blackout, que deve estar estourando por aí a qualquer momento. Mas você vai ter que esperar um pouquinho para jogar: os primeiros aparelhos Android TV chegam ao mercado “neste outono” no hemisfério norte, ou seja, entre setembro e dezembro.

[TUTORIAL] Instalando o Android 4.4 em um Motorola RAZR MAXX

Voltei a usar um Motorola RAZR MAXX como meu smartphone no dia-a-dia há cerca de uma semana, mas o desempenho do aparelho com a última versão oficial do sistema da Motorola (Android 4.1) estava deixando a desejar. Ele estava “engasgando”, às vezes por vários segundos, mesmo em tarefas simples como abrir o Chrome ou alternar entre apps, e por duas vezes congelou completamente me obrigando a um desligamento forçado (segure Power + Diminuir Volume até o aparelho desligar).

A solução? Instalar uma versão modificada, mais ágil e não-oficial (uma “ROM”) do Android. Por sorte a equipe de desenvolvimento de uma das ROMs mais populares, a CyanogenMod, está lançando versões estáveis do CyanogenMod 11 (Android 4.4.2) para o RAZR MAXX.

KitKat_MAXX-Abre-800px

O processo de instalação é documentado, geralmente em inglês, em várias páginas na web. Mas como caí em duas ou três pegadinhas no caminho e a informação está espalhada, achei que seria interessante condensar tudo em um único artigo para ajudar quem pretende seguir na mesma direção.

São três etapas: fazer “root” no smartphone, instalar um app chamado SafeStrap que vai nos permitir instalar a ROM nova sem afetar ou apagar o sistema original da Motorola e instalar o CyanogenMod.

Mas antes, UM AVISO: este processo provavelmente invalida a garantia de seu aparelho, e se feito incorretamente pode causar danos ao sistema e transformar o smartphone em um peso de papel (o popular “brick”). Não seja apressado, leia e releia cada passo antes de prosseguir. Não me responsabilizo por danos que possam vir a ser causados caso você decida seguir estas instruções.

Dito isto, faça um backup dos arquivos em seu smartphone, separe uma hora do seu dia, contando o tempo para download dos arquivos e para ler com calma este guia, pegue uma xícara de café e mãos à obra!

Read the rest of this entry »

#! [Crunchbang]

Há tempo não uso mais o Linux como sistema operacional em minhas máquinas. Em 2005 migrei para o Mac OS X em meus computadores domésticos (como fizeram muitos colegas dos tempos de Conectiva), e profissionalmente uso o Windows desde 2008.

Na verdade acredito que o “sistema operacional” é cada vez menos relevante. O que importa são os aplicativos que uso para realizar as tarefas do dia-a-dia, e no meu caso boa parte deles está na web. Pra que gastar 20 GB de espaço em disco com Windows e Office quando uma janela do Google Docs me atende da mesma forma? E uma boa experiência recente com um Chromebook em um review para a PCWorld reforçou esse ponto de vista.

Foi quando terminei o review do Chromebook e voltei a usar meu PC “velho de guerra” na redação que notei o “peso” de um sistema e apps tradicionais. O tempo de boot, a demora para abrir o Outlook 2013, os engasgos no streaming de áudio sempre que eu trocava de app ou abria uma nova aba no navegador. Isso num PC com um processador Core 2 Duo Dual Core de 1,6 GHz e 4 GB de RAM.

Daí pensei em procurar um sistema mais “leve”, que me oferecesse a agilidade do Chrome OS. Há uma versão não oficial do Chrome OS (baseada no código Open Source) distribuída por um hacker conhecido como Hexxeh, mas a última compilação foi em abril deste ano, e em testes que fiz anteriormente a compatibilidade com o hardware e a estabilidade deixaram a desejar.

Pensei em uma solução baseada em Linux e foi aí que tropecei no Crunchbang, uma distro baseada no Debian e no gerenciador de janelas OpenBox. O bichinho VOA! A imagem ISO tem cerca de 750 MB, instalei em um pendrive de 2 GB que estava no fundo da gaveta usando o Universal USB Installer e fiquei impressionado.

Read the rest of this entry »

Transformando o Atrix em um “Netbook”

Vou à CES 2012 no próximo final de semana, e preciso de um “computador” para trabalhar remotamente e enviar textos, imagens e vídeos para a redação. No ano passado fiz isso com o iPad mas nesse ano pensei em levar um Motorola Atrix + Lapdock.

O problema, por incrível que pareça, é que é difícil conseguir uma conexão confiável à Internet numa das maiores feiras de tecnologia do mundo. As redes de telefonia celular ficam congestionadas, o Wi-Fi da sala de imprensa idem, e não há Wi-Fi nos pavilhões. Tenho que estar preparado para trabalhar o máximo possível “offline”.

Aí é que está o problema: sem uma conexão à internet a Lapdock do Atrix é um peso de papel. O único aplicativo que roda no modo Webtop (com o aparelho plugado à Lapdock) é o Firefox, e embora online eu consiga editar textos (com o Google Docs) e imagens (com o Picnik), offline o máximo que dá pra fazer é usar o teclado no Quick Office. Preciso de mais que isso.

Por isso aproveitei o fim de ano para um projetinho divertido: transformar o Atrix com Lapdock em algo mais parecido com um “netbook”, com as ferramentas necessárias para me ser útil mesmo quando estou offline. Isso é fácil de fazer e você sequer precisa de ROMs customizadas: bastam alguns minutos e um cartão microSD. O resultado é um “netbook” Ubuntu, onde você pode instalar e rodar o que quiser.

Read the rest of this entry »

O Motorola Xoom e o roteador Linksys

Na última quarta-feira (13/04) recebi um tablet Motorola Xoom para review. Gravei um unboxing, botei o bicho na rede Wi-Fi da empresa e comecei a fuçar pra me acostumar com o brinquedo. Nisso o colega Henrique Martin, do ZTOP, pergunta via GTalk se eu estava tendo problemas com o Xoom: a unidade ele recebeu não conseguia baixar nada do Market, apesar de navegar na web. Disse que não e continuei fuçando.

No fim do expediente resolvi trazer o Xoom pra casa. Conectei-o à minha rede doméstica e… BINGO! parou de baixar coisas do Market. Os downloads nunca iniciavam, e de quebra ele não conseguia mais fazer streaming de nenhum vídeo do YouTube, apesar de navegar sem problemas na web.

Conversando com o Henrique notei que ambos temos conexões à Internet via Virtua e ambos temos o mesmo modelo de roteador Wi-Fi: um Linksys WRT120n. Um problema de rede foi descartado, já que o YouTube funcionava em todas as máquinas da casa e o Market funcionava sem problemas nos smartphones. A culpa parecia ser de uma incompatibilidade do Xoom com os roteadores.

Chegamos a mandar os tablets de volta para a Motorola, mas os danados se comportaram bem durante os testes lá e ninguém chegou a um diagnóstico. Até que um comentário no ZTOP deu a pista: alguém teve problema parecido com um Galaxy Tab, e a solução foi fazer toda a configuração inicial do aparelho via 3G, para só depois mudar para Wi-Fi.

O Xoom que recebi não tem 3G, mas meu smartphone tem. Compartilhei a conexão dele com o Xoom, fiz a configuração inicial (inclusive a primeira atualização do Google Maps) via 3G compartilhado e só depois mudei para Wi-Fi. Bingo! Agora o danado navega, baixa apps e faz streaming do YouTube na rede doméstica sem problemas.

O que pode ter causado ou solucionado o problema eu não sei, já que do ponto de vista do Xoom tanto a rede doméstica quanto a conexão compartilhada no smartphone são conexões Wi-Fi. Mas resolveu, e fica a dica: se um tablet Android (seja Xoom, Galaxy Tab ou qualquer outro) encrencar com o Market, restaure a configuração de fábrica e faça o setup inicial via 3G. Deve resolver.