Máquina de Arcade: Está viva!!

As peças para o gabinete chegaram na segunda pela manhã, e corri para casa no final do expediente para poder brincar pelo menos um pouco com elas. Montei tudo, espalhado mesmo, sobre a mesa da cozinha aproveitando um teclado e mouse velhos que achei em um canto e o monitor LCD do micro do Gabriel. Para ver se funcionava, tasquei um pendrive com o Ubuntu 9.10. E não é que funcionou de primeira?

Gostei do desempenho do Atom 330 no geral: a máquina é silenciosa e “esperta”, responde rapidinho sem te deixar esperando. Infelizmente, os testes com o SDLMame desapontaram: o desempenho em um Atom dual-core não foi muito superior ao em um Atom single-core (no meu Dell Mini 9): Neo*Geo roda a 100% com frameskip zero, mas Out Run chega a só 60% da velocidade (e som sempre ruim).

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Máquina de Arcade: Testando software

As coisas não saíram exatamente como o esperado, e as peças para a máquina de arcade não chegaram na sexta-feira. Com isso, os testes que eu tinha planejado para o fim de semana com o hardware “real” foram por água abaixo. Mas nem tudo foi perdido.

Aproveitei a manhã de sábado para visitar algumas lojas na vizinhança de casa em busca de chapas de MDF para um gabinete improvisado, mas não tive sorte. E a preguiça me impediu de me aventurar mais do que alguns quarteirões além de casa, portanto a ida à Leroy Merlin mais próxima ficou para depois.

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Projeto de férias: máquina de arcade

Gabinete "Bartop"Se tudo sair como planejado (e isso é raro) entro em férias em pouco mais de duas semanas, pela primeira vez desde… caramba, desde 2001. É, eu sou louco mesmo, mas isso não vem ao caso (será?).

O que importa é que preciso de um projeto para me manter ocupado durante este período. Já tentei “projetos de verão” antes, mas a maioria foi por água abaixo por falta de tempo, e pela primeira vez este fator não vai estar contra mim. Então decidi tocar uma idéia que tenho na cabeça há MUITO tempo: montar minha própria máquina de arcade (ou, como chamavam na minha terra, “fliperama”). Não, não é essa da foto.

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“Hackeando” o Eee PC

Para quem gosta de fuçar, um Eee PC com Linux e o wiki do site EeeUser são um prato cheio. Passei as últimas horas habilitando e configurando o “processor scaling“, o ajuste automático da velocidade do processador de acordo com as necessidades do momento. A idéia é arrancar mais alguns minutos de autonomia da bateria, que não anda me agradando. Sei que a diferença é mínima, mas de grão em grão…

Pois bem, está tudo funcionando redondinho: na bateria, o processador roda a 337 MHz, a não ser que algum aplicativo mais “pesado” entre em ação. Na tomada, o processador fica em 900 MHz (na verdade, 630 MHz) cravados o tempo todo. Tudo muito bem. Só tem um probleminha: na bateria, o VLC engasga.

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Hackintosh

Nota: Post atualizado em 15/04/08 às 01:37, com informações sobre monitoramento de baterias.

Projeto de fim-de-semana: instalar o Mac OS X 10.5.1 (Leopard) no notebook da minha namorada, um Positivo Mobile W98. Ela é ilustradora/designer/artista em geral, então se dá muito melhor com Macs do que com um PC com Windows. Eu já havia tentado fazer algo parecido um tempo atrás quando comprei meu notebook, mas não deu certo e acabei desistindo. Entretanto, máquina nova, sistema operacional novo e ela pediu com jeitinho… então vamos lá.

O sistema operacional instalado foi a versão “Kalyway” do Leopard, baixada via BitTorrent. A instalação ocorreu sem problemas. Usando um CD do Ubuntu, particionei o HD em duas partes: uma com o Windows XP SP2, que já estava instalado, e uma segunda partição de 40 GB para o Mac OS X, formatada como FAT32. Depois bastou colocar o CD do Leopard no drive, formatar a segunda partição como HFS+ usando o Utilitário de Disco (Disk Utility) e prosseguir com a instalação normalmente.

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Eliminando ruído em arquivos de áudio com o Audacity

Logo do AudacityTodo repórter já passou pela frustração de gravar uma entrevista e, na hora de transcrever, descobrir que há ruído de fundo em excesso ou que o volume está baixo demais. E dá-lhe muita paciência e horas numa sala quietinha com fones no ouvido e volume no máximo, tentando entender o que foi dito.

Se você usa um gravador digital (se não, tá esperando o quê?), não precisa sofrer mais. Com o Audacity, um software Open Source disponível em versão para Mac, Windows e Linux, você pode processar o áudio e se livrar do ruído, facilitando a transcrição. Veja como.

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